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GESTÃO DE DADOS: A IMPORTÂNCIA DOS DADOS NAS EMPRESAS

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Trabalhar com dados não é fácil. Para aqueles que têm pouco tempo e muitas outras atividades para pensar e decidir, menos ainda. Entretanto, os dados são o que uma empresa tem de mais valioso para tomar boas decisões, aproveitar oportunidades, contornar desafios e atingir lucratividade.

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DATASIGHT E SEBRAE REALIZAM WORKSHOP PARA SUPERMERCADOS EM CAMPO GRANDE

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Aconteceu ontem, 3 de abril, o “Workshop Mercado e Conveniência: Tendências e Estratégias para Lucrar em 2018”, realizado pelo Sebrae-MS em parceria com a Datasight Pesquisa e Inteligência de Negócios, no auditório do Sebrae em Campo Grande. O evento contou com a presença de diversos pequenos e médios empresários do setor. Hoje, o workshop acontece em Dourados, às 19h, também no auditório do Sebrae. (mais…)

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WORKSHOP TENDÊNCIAS E ESTRATÉGIAS PARA LUCRAR – SETOR SUPERMERCADISTA

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No ramo de supermercados, principalmente mercados menores e conveniências, é preciso estar sempre atento às tendências do setor e melhores práticas com o objetivo de formular as melhores estratégias para atrair clientes, cativá-los e fidelizá-los. Neste workshop, que será realizado em Campo Grande e Dourados, no início de abril, pela Datasight Pesquisa e Inteligência de Negócios em parceria com o SEBRAE-MS, você saberá tudo o que precisa para fazer acontecer em 2018.

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CONHEÇA A DATASIGHT PESQUISA E INTELIGÊNCIA DE NEGÓCIOS E TRANSFORME SEUS DADOS EM RESULTADOS HOJE MESMO!

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A Datasight existe para transformar dados em resultados. 

Nós nos esforçamos diariamente para acessar diversos dados de mercado brasileiros, transformando-os em informações estratégicas, que se traduzem em oportunidades e soluções para o seu negócio.

A Datasight produz e vende inteligência para o seu negócio.

Coletamos, analisamos e combinamos diversos dados de mercado, utilizando métodos estatísticos e econométricos, e tecnologias de informação como big data. A partir disso, construímos cenários de negócio, atuais e futuros, que ampliam as suas possibilidades de atuação no seu mercado. Nossos Datainsights ampliam o seu conhecimento de mercado e auxiliam a sua tomada de decisão.

A Datasight adiciona simplicidade às rotinas de tomada de decisão do seu negócio.

Nosso trabalho pode acontecer em três esferas:

1)    pesquisa, 2) consultoria e 3) análise de dados, 

conforme a sua necessidade.

1)    Na área de pesquisa, desenvolvemos soluções a partir de dados do mercado que são traduzidos em boletins Datainsight e enviamos periodicamente para você.

2)    Na área de consultoria, desenvolvemos soluções mais personalizadas combinando dados de mercado com dados extraídos da sua empresa, propiciando o uso inteligente das informações econômico-financeiras. Dessa forma, conseguimos desenhar soluções mais específicas para você na área de planejamento, projetos, gestão estratégica, marketing e finanças.

3)    Na área de análise de dados, desenvolvemos soluções tecnológicas personalizadas para o seu negócio para que a sua equipe possa acessar os dados da sua empresa com facilidade, realizando as análises necessárias no dia a dia.

A Datasight possui uma equipe altamente qualificada.

Somos uma empresa jovem, sediada no Brasil, com escritório matriz em Campo Grande – Mato Grosso do Sul e correspondentes em Toledo – Paraná e Santiago, no Chile.

Nossa equipe é formada por profissionais brasileiros e chilenos, especializados nas áreas de economia, projetos, tecnologia da informação e marketing com ampla experiência de mercado.

Fale com a nossa equipe agora!​
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PESQUISAR O QUE?

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Já falamos em alguns textos anteriores, sobre a necessidade de realização de pesquisas, para empresas ou projetos, de tal modo a facilitar a gestão, ou mesmo, a tomada de decisão. Bom, este texto objetiva então apresentar alguns tipos de pesquisas possíveis nestes casos e dicas para que seja possível conduzir pesquisas de caráter mais simples e utilizá-las de forma adequada.

Quais pesquisas podem ser relevantes no dia a dia de um negócio ou projeto?

Pesquisas que podem orientar ações ou processos são bastante comuns. Pesquisas desta natureza podem ser por exemplo, satisfação de clientes, definição de perfis demográficos ou sócio-econômicos de públicos desejados, mensuração de ações de publicidade, mensuração de eventos informativos, erros e falhas de produção, impressão ou percepção em relação a um serviço ou produto. Esses são alguns tipos básicos de pesquisas que podem estar presentes no dia a dia dos negócios e projetos, vamos a como operacionalizá-los.

Qual a primeira etapa para realizar qualquer pesquisa?

Qualquer pesquisa que seja, deve primeiramente, conter um objetivo claro e uma etapa de planejamento, onde são definidos prazo de duração, delimitação da amostra ou dos grupos envolvidos, metodologia, formato de apresentação dos resultados, custos estimados, equipe responsável, periodicidade caso sejam necessárias várias realizações da mesma pesquisa. Feito isso, tem-se mais três grandes etapas.

A segunda etapa:

Deve ser realizada a elaboração do instrumento de coleta de informação. Comumente, será um questionário ou um roteiro de entrevista, no entanto, não é tão simples assim. Estes instrumentos são definidos de acordo com o público da pesquisa e possuem uma diversidade enorme de variações, do tipo, questionários estruturados, semi-estruturados, abertos, fechados, etc. É preciso fazer uma definição quanto a este instrumento e, posteriormente, a definição do canal possível para que este instrumento de pesquisa alcance o seu público.

A terceira etapa:

Deve ser realizado um pré teste, com uma amostra reduzida, do instrumento de coleta definido. Este pré teste deve ser cuidadosamente avaliado, quanto ao seu resultado preliminar e principalmente se o conteúdo ou questões, funcionou de forma adequada e se foi de entendimento do público. Uma questão importante, é que esta etapa deve ser feita pela equipe responsável, no sentido de conseguir analisar, o instrumento de coleta de dados de fato responde ao objetivo da pesquisa?

A quarta e última etapa:

Constitui-se na operacionalização da pesquisa, que deve conter indicadores de acompanhamento contínuos durante seu período de realização, bem como pequenos testes de desvio, que verificam se a ocorrência da pesquisa esta saindo conforme o planejado. Finalizada a coleta, é feita uma avaliação geral pela equipe responsável e posteriormente os dados são tabulados e apresentados da forma planejada anteriormente.

Este é um pequeno roteiro, pouco minucioso, mas que pode orientar uma pesquisa em sua empresa ou negócio. Caso precise do auxílio de um de nossos especialistas,ou tirar alguma dúvida, entre em contato conosco pelo contato@datasight.com.br.

CRISE, CRISE, CRISE…

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A todo o tempo, em todas as bocas, em todas as críticas. O que se ouviu no ano que passou foi a palavra crise. Repetiu-se tanto o termo, inclusive nos últimos dois ou três anos, não só em 2016, que a impressão que se tem é de que adentramos em uma treva sem saída, do qual nem a origem se tem mais notícias, quanto menos, se haverá um final que não seja a própria crise. Há os que ressuscitem Marx, os que dão receita, os que gritam por seus interesses, os que choram de fome, os que discursam sobre nada, os que procuram alguém para culpar e os que fazem trapalhadas no poder. Em meio a tudo isso, todos que se acreditam enquanto nação brasileira, tentam se manter com o mínimo de sanidade, se é que isso seja possível.

No entanto, não se observa neste meio, um grito de esperança que conduza alguns olhares a uma luz. Nós da Datasight, não acreditamos que seja possível, em meio a todos estes zumbis da CRISE, que não haja um só pingo de protagonismo, de um povo que tome para si a responsabilidade de mudar tudo, isso por si próprio, em pequenas ações que seja. Acreditamos no protagonismo, em pessoas que tomam a frente de suas vidas e a conduzem de forma consciente à prosperidade, independente de tudo que a cerca.

Por este motivo, deixamos este texto, como uma forma de repúdio a este discurso prolixo, que se instala por todo canto, sobre CRISE. Estamos aqui, pois acreditamos que enquanto estes muitos insistem em retransmitir esta mensagem de descrença, em si mesmos, existem outros tantos que podem ser um grito de esperança, e esperamos, que ao ler este texto, se você assim se sente, que se levante e assuma a sua posição de protagonista, dando de vez uma resposta a desesperança que se instalou neste país.

Nossa equipe se recusa a não ter esperança de que dias melhores virão. Nós faremos o que for possível em nosso dia a dia de trabalho, analisando dados e levando as soluções mais eficientes que pudermos àqueles que desejam fazer de cada dia, um dia melhor e mais assertivo em suas ações, negócios, projetos ou carreira. Se você também acredita que o melhor de si, se colocado em prática pode ajudar a mudar a sua realidade, do seu negócio e dos que o cercam, divulgue este texto e deixe palavras de apoio em suas redes sociais, distribua sorrisos e palavra de otimismo e inspire também outros a se envolverem neste clima positivo, de esperança.

Um abraço fraterno de toda a equipe Datasight!

#pordiasmelhores

#protagonismo

#vailáefaz

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UMA REVOLUÇÃO SILENCIOSA

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Nós pouco percebemos, mas nos últimos anos, para ser mais exato nos últimos 20 anos, o mundo vem passando por uma transformação que, como predizem alguns analistas e especialistas, nos direciona para a quarta revolução mundial, a de inteligência artificial. Neste interim, a tecnologia de análise e processamento de dados, principalmente nos últimos 10 anos, se aprofundou de forma tal que, empresas e ações, a pouco inimagináveis, são nos dias atuais, ferramentas indispensáveis a vida da sociedade, cada vez em uma gama maior de atividades cotidianas e em faixas de idade diversas.

O sistema Android, o Google, o próprio Facebook, o e-commerce são formas com que os grandes players deste segmento processam informação e a convertem em negócios. A conectividade, de uma forma geral, aliada a formas cada vez mais inteligentes de organizar e aplicar dados no formato de informação, gerou uma explosão de aplicativos que visam conduzir de uma forma mais inteligente, atividades rotineiras, como tomar água, por exemplo. Temos nos tornado cada vez mais seres guiados por dados, altamente processados e velozmente aplicados em nosso dia a dia, sem que possamos sequer compreender isso as vezes.

Bom, isso não tem volta, e nem é um anúncio novo. No entanto, existem algumas tendencias que valem a pena se ter em mente, pois se este é um movimento sem volta, cabe a nós discutirmos criticamente e nos adaptarmos a ele. Nossas vidas e nossos negócios, bem como a forma com que nos organizamos, vem mudando silenciosamente, e fica a pergunta, o que você tem feito para utilizar isso a seu favor?

A primeira tendência, a ser vista com atenção, é a experiência digital do consumidor, mesmo que as preferências pela loja física ocorram. As pessoas desejam decidir por algo com base em informações dadas a elas, não somente por compradores, mas com o que podem dispor de ferramentas de contato on-line, e o que muda bastante do que já vivenciamos, são os desejos por sugestões e avaliações de usuários em tempo real, para então, basear suas decisões de compra.

As decisões econômicas são cada vez mais baseadas em ferramentas digitais. A elaboração de modelos computacionais tem alcançado novas dimensões e conduzido os analistas à decisões assistidas pelas máquinas.Isso faz com que não só sejam necessários profissionais com um nível maior de multidisciplinaridade, mas também uma economia cada vez mais interconetada e dependente de dados.

“No friction”, termo que se traduz como “não atrito”, representa a aplicação de inteligência em ações rotineiras, de maneira que elas precisam ser simplesmente administradas, pois são realizadas por aplicações digitais. Esta é recente, e já presente, o que vem mudando é que ela tem despertado o mundo para a automação de suas necessidades rotineiras, o que tem levado cada vez mais, os millenials, a serem construtores de soluções desta natureza e isso tem levado ao principal, cada vez mais a linguagem computacional tem se tornado mais acessível, prática e utilizável por quem quer que seja, sem mesmo a necessidade de uma formação específica para tal.

Essas são tendências fundamentais, que devem ser percebidas com atenção, principalmente pelos negócios. Eles levam a mudanças significativas nos mercados e nas expectativas dos consumidores, e portanto, levam as empresas a uma reação, qual será a do seu negócio? Os dados estão a solta, cabe a nós, a partir destas ferramentas compreendê-los e utilizá-los a nosso favor.

Esperamos que tenham gostado, em breve apresentaremos novas tendências que o mercado tem apresentado.

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NOVO ANO, NOVOS CUSTOS

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Uma boa maneira de começar um novo ano, no seu negócio ou projeto, é fazendo uma boa revisão dos custos de operação do mesmo. Olhando para os custos é possível ter um boa noção de como reorganizar alguns processos, que podem na verdade estar sendo pouco eficientes, no sentido dos custos, gerando altos custos e construindo resultados pouco relevantes. Desta maneira, uma excelente prática, para este ínicio de ano, é a reformulação do orçamento ou mesmo a construção de um orçamento para o ano, ou para um horizonte maior.

Você deve então estar se perguntando como contruir um orçamento? Ou mesmo, o que de fato é um orçamento? Basicamente o orçamento é uma estimativa detalhada dos custos e possíveis despesas para um determinado período de tempo. Ele pode ser organizado a partir das atividades a serem desempenhadas, obedecendo, portanto, um cronograma físico-financeiro, ou mesmo, a partir da estrutura de rúbricas e centros de custos. Como etapa inicial vale analisar anos anteriores, se existiram ações semelhantes ou não, ou mesmo o quanto foi gasto em cada rúbrica, de forma a obter um parâmetro para a realização do orçamento atual.

Uma segunda e importante etapa, se constitui na reunião das partes envolvidas (colaboradores e fornecedores) de forma a buscar obter o quanto realmente se pode fazer de novo, manter o que já é realizado, e principalmente, saber as condições de mercado (preço, prazo de fornecimento, quantidades mínimas, etc) para a relação com os fornecedores neste novo ano que se inicia. É recomendável que esta etapa ocorra em duas partes, conforme a sequência apresentada.

Feitas estas duas primeiras partes, é momento de imergir com a sua equipe no planejamento do orçamento. Isso deve envolver toda a controladoria, finanças, tesouraria, caixa, e a equipe de execução ou vendas, de modo que um olhar participativo garanta o máximo de possibilidades inclusas num primeiro momento, que devem posteriormente serem refinadas a partir de uma análise estratégica, baseada em dados do seu sistema de gestão ou dos controles. Ao final desta etapa, espera-se que seja possível visualizar um esboço das ações ou rúbricas e dos montantes desejáveis de gastos para cada uma delas, divididos em custos e despesas.

Finalmente é hora de validar a possibilidade de realização, pactuar com fornecedores, parceiros e equipe e colocar o orçamento em prática, controlando rigorosamente para que seja possível, ao fim do período, observar o rigor de cumprimento do orçamento, os resultados alcançados, e os ganhos em termos de economicidade ou despesas desnecessárias.

Pense no seu orçamento, se precisar de ajuda, entre em contato pelo endereço contato@datasight.com.br ou em nossa fanpage: https://www.facebook.com/datasight.

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O LIMITE DO PLANEJAMENTO

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Muitas vezes se ouve dizer sobre a necessidade de planejar a vida pessoal, a carreira, os projetos, os negócios e até as férias. Chega ser cansativo, não é?! Porém, não deixa de ser verdadeiro que um evento planejado, tem chances bem maiores de ocorrer conforme o esperado. O planejamento em si é um elemento que surge da necessidade humana de controlar certo grupo de atividades, no trabalho, na vida cotidiana, no relacionamento, enfim, eventos nos quais cada um de nós encontra-se envolvido diariamente. Ou seja, sob um ponto de vista mais amplo, nos conectamos sob uma rede de planos, que nos conduzem a objetivos que não são necessariamente nossos, mas comuns a grupos, comunidades, países ou sociedades inteiras.

Isto serve para que nos alertemos para algo que é muito recorrente nos dias de hoje, fórmulas de sucesso, receitas de bolo, modos de fazer, etc, etc, etc … Classificam as novas gerações de milhares de maneiras, Z, X, Baby Boomers, porém, com relação ao planejamento nota-se uma elevada necessidade de apresentar o “planejamento para o sucesso”, exacerbado, na forma de uma receita realizável por qualquer um, a qualquer tempo e a qualquer custo. Bom, a esta questão, se soma a inabilidade de algumas pessoas que aderem a estas fórmulas de planejar, e assim, tem-se um problema de viver planejando, a cada novo instante e nova ação.

O problema mais grave que observamos nisso é: muitos que acham ter a fórmula do “planejamento para o sucesso” saem por ai disseminando-a, outros tantos carentes de uma luz, aderem a elas, e estes vão acumulando-se em multidões planejantes, que com o perdão do neologismo, são em sua maioria gente de muito discurso e pouca ação. Por isso, escrevemos este texto, para alertar, que planejamento tem um limite! Deve ser conduzido de forma adequada, com um método de credibilidade, a partir de informações estratégicas e de forma acessível, porém não com menos rigor ao método, e principalmente, planejamento deve ser posto em prática e revisto continuamente, pois planos pequenos não alcançam objetivos verdadeiramente grandes!

Portanto, cuidado com este grande núcleo que se forma, com fórmulas de sucesso muito prontas. Cuidado, para não ser um exímio planejador de planos que não saem do papel. Existem várias técnicas atuais, muito fáceis e bestante potentes no sentido de realização de um bom planejamento. As Startups, mantidas exceções, possuem um modelo de planejar e executar, particularmente fantástico. O design thinking, os formatos de visual planning, o Canvas, são por exemplo técnicas muito novas que podem levar a planejamentos incríveis.

Fica aqui nosso recado, se quiser saber um pouco mais, entre em contato conosco: contato@datasight.com.br

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CONCORRENTES OU PARCEIROS?

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A grande conexão de empresas locais com o mercados cada vez mais distantes, tornou a economia no mundo todo mais complexa, a internet e o varejo online não só intesificou como acelerou este processo, tornando ainda mais complexas as relações comerciais atuais. Em um olhar mais amplo, temos vendedores comercializando com consumidores de outros países, com preferências e necessidades bem distintas dos consumidores locais, e portanto, concorrendo não mais com os vizinhos que comercializam localmente, mas agora com empresas de outros países, que por vezes, podem assumir vantagens de comercialização e produção em seus países.

Este é um breve destaque, para que seja possível compreender que o concorrente em um setor, qualquer que seja, mas principalmente os voltados ao mercado internacional, não são mais os mesmos, de modo que, é preciso assimilar estas novas realidades a gestão do negócio. Isto quer dizer que, não é possível olhar localmente para os antigos concorrentes de forma tão distante e hostil, mas é sim, preciso um novo olhar, principalmente no sentido de assumir um elo de parceria.

Esta parceria pode se dar de várias formas, no atendimento a nichos de mercado, na criação de novos produtos, na troca de informações e tecnologia, enfim, são inúmeros modelos que podem ampliar os horizontes do seu negócio e torná-lo mais competitivo, desde que, é claro, esta parceria seja conduzida de forma a gerar benefícios mútuos e seja gerida para que os resultados desejados sejam alcançados. Gerir a parceria significa antes de tudo planejar e definir objetivos claros, tempo de parceria e os termos em que ela irá ocorrer. Segundo passo é estabelecer um cronograma de atividades, evidenciando claramente as atribuições de cada parte da parceria, contatos constantes e até mesmo a abertura da operação para o parceiro, em alguns casos são cruciais para o exito da parceria, por fim a avaliação de resultados.

Neste processo, o bom senso e uma boa dose de empatia são fundamentais, de modo que ser parceiro é primeiramente aprender a ceder em alguns momentos para obter ganhos maiores e melhores em outros. Pense nisso, parcerias não precisam nem necessariamente envolver recursos financeiros para serem de grande valia, pois conectados podemos fazer mais e melhor.

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NOVO NEGÓCIO, NOVAS HISTÓRIAS E UM NOVO CAMINHO

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Os resultados da economia tem mostrado mensalmente um número cada vez maior de desempregados, seja por própria vontade, seja por uma motivação extra por uma vida melhor, tempo de qualidade, salários melhores, trabalho em casa, enfim. Essa situação aliada a uma grande tendência mundial de se repensar a rotina e a jornada de trabalho, tem direcionado muitas pessoas no mundo todo a pensar em como se reposicionar no mercado de trabalho, e em muitas vezes, abrir uma empresa é a opção escolhida.

A vontade de conduzir algo próprio, que traduza seus sentimentos, que seja responsável pelo sustento da sua família, e principalmente que conecte as pessoas com um sentido maior, principalmente que se reverta em um sentido importante também para outros grupos ou até para a sociedade, é uma característica fundamental dos negócios, que tem surgido.Diante de todo este belo cenário que constitui o novo impulso empreendedor, é triste observar que muitos negócios se constituem e em meio as adversidades do mercado e da gestão, rapidamente fecham, levando todo o idealismo, sonhos e muitas vezes o investimento consigo, e deixando no lugar, a frustração de não ter obtido exito. Diante deste cenário, decidimos escrever com algumas sugestões importantes para este processo!

1. Esteja decidido, apaixonado, mas consciente das consequências:

A paixão pelo negócio, leva a uma certeza que engana em relação ao caminho que seguiremos. Possuir um pequeno negócio, em meio a uma economia com sinais de recessão, e com um ambiente tão hostil como é o do Brasil, será com certeza uma tarefa árdua, e você também deve estar preparado para isso, renúncias, entregas, limites, condições possíveis, mas nem sempre as ideais. Saiba que não existe só a certeza mas também algumas frustrações e barreiras a vista, e esteja 100% disponível a superá-las.

2. Conheça muito bem o negócio, antes mesmo de iniciá-lo:

Dezenas, centenas ou milhares de fatores inesperados acontecerão assim que abrir as portas do negócio no primeiro dia, e não tem como intervir de forma definitiva nisso, porém, é possível minimizar estes acontecimentos. Conhecendo o negócio muito bem e sabendo onde os problemas podem eventualmente surgir e como resolvê-los. Isso pode ser feito antes mesmo da abertura do negócio, com muitas visitas a outros estabelecimentos semelhantes, com pequenos experimentos em relação ao produto – em casa mesmo quando é possível – com pesquisas sobre negócios que deram certo no mesmo ramo de atividade, existem várias formas. Uma ferramenta que pode ajudar muito neste ponto é a elaboração de mapas mentais, com as possibilidades.

3. Tenha um bom planejamento, que seja acessível.

A onda dos planos de negócios parece ter se acalmado, e a grande ferramenta da vez são os mapas estratégicos, do estilo CANVAS, e já existem diversos outros desdobramentos. Ambas as ferramentas são bastante interessantes, desde que sejam acessíveis, de fácil compreensão e que permitam um contato homogêneo de todos os envolvidos na execução do projeto, essa nos parece a etapa mais importante do planejar – conectar as pessoas a ideia a ser executada – para isso abuse de imagens, cores, lembretes, que são características do Design Thinking, que sim, é um método incrível para proceder estas ferramentas de planejamento, e é incrivelmente acessível também.

4. É possível ou é preciso redimensionar?

Neste ponto essa é a pergunta a ser feita, se o planejamento excede o montante de recursos, é preciso repensá-lo e adequar as idéias de forma que seja possível dar os primeiros passos e fundamentais da forma correta, e importantíssimo. seja possível uma pequena reserva que possibilite uma mudança caso necessária. Não sendo possível esta readequação, pois ela fere diretamente a execução do negócio, seja muito prudente em pensar entre em um pequeno adiamento do projeto, analisar possibilidades de incorporação de investimento por meio de “anjos”, crowdfunding, agentes de investimento, cooperativas de investimento e por fim em bancos comerciais ou tradicionais de investimento. Este é um ponto crucial, começar totalmente endividado e com um negócio além do que era possível, pode causar sérios danos futuros.

5. Saiba as preferências principais e o que deseja entregar ao seu público!

É óbvio que não será possível conhecer exatamente oque o seu público deseja, porém, exercite ao máximo isso antes de começar o negócio, pois fará com que coloque algumas pautas e detalhes importantes na composição do negócio, e agradará mais quando iniciá-lo. Procure fatores comuns de gênero, idade, lugares, experiências, desejos, aspirações, trajetória e principalmente algo que traduza sentido para as pessoas a quem deseja atender, isso conectará elas ao seu negócio pelos valores os quais você põe diante da sua marca e produto. Delimite bem o seu público, isso pode ajudar bastante! A internet e as redes sociais podem ser uma ferramenta essencial neste processo.

6. Eureca!

Abra o seu negócio! Neste ponto você certamente já enfrentou muitos desafios, porém saberá, caso tenha seguido uma linha de execução próxima a esta, que seu negócio esta preparado. Porém, aqui surge um grande risco – da acomodação – portanto, a partir daqui, não deixe de testar novas idéias, e principalmente, de ouvir o que seus clientes dizem sobre a experiência com seu negócio, isso pode dar boas pistas de novos rumos a seguir e de onde incrementar o negócio, não fique acomodado, pois o mercado rapidamente engolirá o seu negócio, sem piedade. Um quadro de idéias, ou ambientes online, que sejam colaborativos, podem ser um excelente fruto de inspiração.

7. Tic tac …

Organize seu tempo, estabeleça prioridades e faça uma gestão intensa da sua empresa. Não fique somente ligado a produção final, pois isso pode custar furos nas finanças, erros na estratégia e descoordenação das pessoas. É importante que divida seu tempo e se atente aos dados da empresa, as informações da economia, aos resultados percebidos, a estratégia central do negócio tudo isso de forma próxima a equipe e ao público consumidor, ou seja, demandará bastante organização e esforço de gestão, esse é um ponto crucial para a manutenção saudável do seu negócio e da sua vida pessoal. Ferramentas como o Google Apps for Works, Scrum e Trello podem ser ideais para esta organização da rotina.

Obviamente, haveriam muitas outras contribuições e detalhes que poderiam ser elencados quanto a este processo, no entanto, estes são pontos que consideramos cruciais, e observados como erros mais frequentes neste novo processo empreendedor que estamos vivendo na atualidade. Esperamos então contribuir um pouco para você que esta nesta caminhada ou mesmo que pensa em iniciá-la.

Um forte abraço da equipe Datasight!

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NOVOS PRODUTOS E NOVOS MERCADOS

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Quando uma empresa deseja expandir é comum o planejamento se direcionar para a escolha de determinados produtos que liderarão a expansão e para mercados promissores onde esta possa ocorrer. Este é um momento e uma escolha decisiva neste processo, pois com o produto errado, no mercado errado, dificilmente uma excelente campanha de publicidade vá salvar esta expansão do fracasso. Hoje, de algumas sugestões para contribuir na escolha mais adequada de produto e mercado, de forma a contribuir com parte deste complexo processo que é a expansão.

Qual o melhor mercado?

É bastante incomum, principalmente nas pequenas empresas, que se faça este questionamento. Os gestores costumam compreender o seu mercado de forma uniforme e genérica, por exemplo: uma empresa que vende rolamentos para máquinas pode entender como seu mercado proprietários de máquinas que utilizam rolamentos em seu funcionamento. Porém, esta é uma descrição genérica, que possui muitas importantes informações implícitas, com por exemplo, onde estão localizados estes proprietários? Qual tipo de uso fazem com os rolamentos adquiridos? Compram somente rolamentos? Essas três perguntas básicas, poderiam revelar alguns padrões importantes em relação ao público consumidor e ao comportamento de parte do seu mercado. Parte? Como assim? Simples, e o seu fornecedor, ou melhor fornecedores? Eles não são parte do seu mercado também? Saber estas mesmas informações do seus fornecedores também pode ampliar a sua compreensão de mercado. Assim, uma percepção mais ampla do mercado, como sendo todo o ambiente onde se realizam as transações para que o seu produto final chegue até seu cliente, é fundamental para uma escolha desta natureza.

Qual o melhor produto?

A escolha do produto ideal para liderar a expansão deve seguir duas regras básicas de decisão, normalmente, primeiro o produto que tem a melhor resposta em termos de retorno de vendas costuma ser o preferido, e aquele que possui ampla aceitação no seu mercado direto, também. Esta é uma regra de escolha plausível, porém, baseada em certo censo comum sobre a situação. Aqui vão algumas importantes dicas, primeiramente, uma pesquisa com relação as preferências do consumidor é o primeiro passo para uma boa compreensão desta escolha.

Em segundo lugar, estudar o mercado e os mecanismos de contato com o público alvo e com novos mercados potenciais, como o de seus fornecedores por exemplo pode ser uma excelente fonte de novas estratégias. O terceiro passo se constitui justamente na formulação de uma estratégia baseado no conhecimento adquirido pelas pesquisas, incluindo a campanha publicitária. Por fim é importante determinar uma fase de testes, com prazos e metas bem definidos, de modo que seja possível medir a aderência do produto.

Não é simples conduzir um processo de expansão, no entanto, alguns passos são fundamentais primeiramente bons dados e uma pesquisa consistente em relação ao mercado. Uma percepção ampliada com relação ao mercado e conhecimento do público alvo são também fundamentais para a condução deste processo. Outro fator bastante importante trata-se da prototipagem, processo muito bem conduzido atualmente pelas startups, e atualmente utilizado nos novos métodos de planejamento estratégico. Esta etapa pode gerar um análise ampliada e rápida em relação ao produto no mercado e situações possíveis de melhoria, tudo isso com baixo custo e de forma rápida.

Esperamos ter contribuído um pouco mais sobre o seu conhecimento em relação a este tema. Novos aprofundamentos serão feitos em novos textos sobre assuntos específicos aqui tratados. Curta e comente nossos conteúdos, caso tenha dúvidas entre em contato conosco pelo e-mail contato@datasight.com.br.

Até breve!

Equipe Datasight

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INDICADORES DE DESEMPENHO

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Muitas vezes olhando na internet e no noticiário nos deparamos com empresas que demonstram estrondoso sucesso com relação ao atendimento ao seu público alvo. Nós que olhamos de fora, nos perguntamos inúmeras vezes duas coisas quando nos deparamos com esta situação: a primeira é como esta empresa fez isso? A segunda é sempre, a mais desconfiada e invejosa, será mesmo que ela obteve estes resultados? Os empresários normalmente quando entrevistados tem um número de bolso para falar sobre o seus resultados, o famoso “30%”, de aumento no faturamento, de aumento das vendas, de crescimento de mercado, parece muito mais um jargão de quem na verdade não sabe ao certo o valor real a ser apresentado. Obviamente, isso é muito comum, mas felizmente não é uma generalidade, ou seja, temos muitas empresas que alcançam excelentes resultados e certamente utilizam dois passos importantes na jornada do sucesso: objetivos claros e  resultados bem medidos, e é sobre eles que vamos falar um pouco mais hoje.

Traçando objetivos claros:

Primeiramente, é difícil alcançar o sucesso desejado sem saber qual é de fato o “sucesso desejado”! Assim, traçar um objetivo claro e coerente, que direcione ao tipo de sucesso esperado é fundamental. Para isso, conhecer profundamente os números internos da empresa e possuir uma boa conjuntura do mercado são ações chave para se estabeler um objetivo possível e direcionado ao caminho esperado.

Que tipo de números devo conhecer?

Diversos, mas principalmente aquilo que chamamos de indicadores de desempenho, ou seja, números que refletem o potêncial da empresa ao longo do tempo. Essses indicadores são construídos geralmente por cálculos não tão complexos, de acordo com a característica de negócio da empresa, e comumente são oriundos dos registros de dados da empresa, como por exemplo, o balanço patrimônial, demonstrativo de resultados do exercício, contas a pagar, contas a receber, histórico de vendas e histórico de compras, dentre outros. Esses registros, quanto mais apurados e detalhados, fornecem melhores indicadores de desempenho para a gestão.

Quais indicadores devo utilizar?

Existem vários tipos de indicadores e eles podem variar de acordo com o tipo de objetivo a ser traçado, com o mercado em que a empresa encontra-se posicionado, porém, existem alguns indicadores básicos que representam a viabilização do negócio ao longo do tempo e sua capacidade de avanço, são eles: receitas merecidas, ponto de equilíbrio, necessidade ou disponibilidade de capital de giro, ciclo operacional, estoque total e estoque mínimo, preço de venda, além de outros para alguns casos mais complexos, onde as empresas possuem uma vinculação ao mercado financeiro. No entanto, sem dados adequados esses indicadores que são bastante simples de serem calculados no dia a dia, passam a ser extremamente difíceis de serem construídos, e então, os velhos “30%” serão a saída para o seu planejamento de objetivos.

A empresa fala!

Normalmente não é preciso realizar um levantamento muito detalhado de dados para observar diretamente a situação da empresa e indicar objetivos muito claros, do tipo, necessidade de aumento das vendas, necessidade de redução de custos, possibilidade de expansão ou estagnação. Assim, costumamos dizes, que a empresa fala por meio de seus números. Cabe ao gestor possuir “uma escuta sensível”, ou seja, indicadores e dados apurados. Isso aliado a um conhecimento do mercado, que deve se dar por uma boa pesquisa e principalmente pelo monitoramento de alguns números do mercado como emprego, renda disponível, crescimento da economia, inflação, crescimento do setor, são receitas garantidas para o sucesso. O grande problema é que normalmente isso não acontece, não desta forma.

Esperamos ter contribuído um pouco mais para o seu conhecimento em relação a utilização de dados para a viabilização de negócios. Entendemos que este tema necessita de um aprofundamento maior, que será apresentado em novos textos, aguardem.

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Até logo!

Equipe Datasight

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O QUE EU FAÇO AGORA?

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Esta é uma pergunta muito recorrente no meio empresarial. A quantidade e a intensidade de ocorrência desse questionamento depende muitas vezes do porte da empresa, da sua maturidade de gestão, do momento da economia e principalmente da forma e do preparo com que os proprietários ou gestores conduzem a empresa. Quando nos referimos a preparo, não falamos simplesmente em formação acadêmica ou anos de estudo, nos referimos habilidades práticas e fundamentalmente compreensão do negócio.

É exatamente neste ponto que gostaríamos de mergulhar mais profundamente, a fim de buscar as raízes que levam a este recorrente questionamento. É muito comum, os gestores ou proprietários de um negócio se depararem com problemas como a falta de engajamento da equipe, balanços no vermelho, vendas abaixo das metas, baixa produtividade, custos elevados, baixas margens de lucro … seria possível elencar outros diversos pontos. Nesses momentos, normalmente surgem uma série de justificativas, do tipo, “a economia vai mal”,” os concorrentes são desleais”, “o fornecedor elevou os preços”, enfim, é criado um cenário ainda mais assustador para justificar as ações não realizadas.

Justamente ai surge o momento “nós sempre fizemos assim” e o questionamento “o que eu faço agora?”, o primeiro é exatamente um choque de realidade, onde o gestor ou proprietário sente que existe algo de errado com o seu negócio, e o segundo, bom, este é um pleno vazio de atitude com relação aos próximos passos da empresa diante do problema e do cenário ainda mais sombrio que acabou de se construir. Normalmente ai as empresas tendem a tomar dois diferentes rumos, o primeiro, é buscar reverter a situação, o segundo, agarrar-se nela com toda a força e aproveitar uma queda meteórica do negócio, da autoestima e sonhos dos proprietários e gestores.

A este momento decisivo no futuro do negócio gostaria de dar o nome de ponto de inflexão. O ponto de inflexão é um conceito matemático, que revela o momento exato de mudança de direção da trajetória descrita por uma variável até aquele momento, notem a semelhança com a realidade empresarial descrita. O que revela o quão positiva ou negativa será a nova trajetória é na matemática a derivada ou reta tangente ao ponto de inflexição, e os matemáticos que nos perdoem por esta metáfora, mas na realidade empresarial os fatores que tangenciam uma atitude diferenciada neste momento são justamente a compreensão estratégica do negócio e habilidades práticas de ação sobre as partes envolvidas, equipe, clientes, fornecedores e mercados.

Pois bem, aqui chegamos ao momento de dizer que existe uma luz no fim deste túnel, que não leve apenas para o fundo dele. A compreensão do negócio e as habilidades de agir de um empresário estão intimamente relacionadas com a sua natural capacidade de observar dados e gerar estes mesmos dados no que nós chamamos de informação estratégica. Essa informação pode ser de natureza muito complexa ou mesmo muito simples, mas elas empoderam gestores e empresários a tomar as melhores decisões em momentos difíceis, principalmente a saber quais ajustes finos a serem realizados nestes mesmos momentos. E pasmem, na maioria das vezes essas informações estão diante dos olhos de muitos empresários e são desperdiçadas diáriamente.

Bem, caso você tenha chegado a este ponto do texto, imagino que esteja esperando uma receita de bolo explicando como encontrar essas informações. Lamento dizer, mas essa receita não existe! Porém um bom passo em um momento como este é procurar uma visão externa do negócio, preferencialmente, que esteja técnicamente preparada para compreender detalhes que naturalmente passariam despercebidos. Além disso, manter-se informado sobre o mercado, acompanhar o comportamento de clientes de forma próxima, possuir controles gerenciais e principalmente assumir uma postura de gerenciamento estratégico do negócio, ou seja, não somente focado na operação são boas dicas para auxiliar neste processo.

Fique atento, conheça o ponto de inflexão do seu negócio e tome a melhor decisão!

Um forte abraço da equipe Datasight.

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