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GESTÃO DE DADOS: A IMPORTÂNCIA DOS DADOS NAS EMPRESAS

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Trabalhar com dados não é fácil. Para aqueles que têm pouco tempo e muitas outras atividades para pensar e decidir, menos ainda. Entretanto, os dados são o que uma empresa tem de mais valioso para tomar boas decisões, aproveitar oportunidades, contornar desafios e atingir lucratividade.

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REFIS: AUMENTAR O CAIXA DA EMPRESA TAMBÉM É RENEGOCIAR

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O problema da falta de dinheiro é rotineiro para muitos micro e pequenos negócios e uma das formas de minimizar esse desafio é renegociar as dívidas da empresa, quer seja alargando o tempo de pagamento, quer seja reduzindo a taxa de juros. Uma novidade excelente das últimas semanas vem da parte do governo: o REFIS, agora, também é para o pequeno negócio.

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WORKSHOP TENDÊNCIAS E ESTRATÉGIAS PARA LUCRAR – SETOR SUPERMERCADISTA

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No ramo de supermercados, principalmente mercados menores e conveniências, é preciso estar sempre atento às tendências do setor e melhores práticas com o objetivo de formular as melhores estratégias para atrair clientes, cativá-los e fidelizá-los. Neste workshop, que será realizado em Campo Grande e Dourados, no início de abril, pela Datasight Pesquisa e Inteligência de Negócios em parceria com o SEBRAE-MS, você saberá tudo o que precisa para fazer acontecer em 2018.

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NOVOS PRODUTOS E NOVOS MERCADOS

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Quando uma empresa deseja expandir é comum o planejamento se direcionar para a escolha de determinados produtos que liderarão a expansão e para mercados promissores onde esta possa ocorrer. Este é um momento e uma escolha decisiva neste processo, pois com o produto errado, no mercado errado, dificilmente uma excelente campanha de publicidade vá salvar esta expansão do fracasso. Hoje, de algumas sugestões para contribuir na escolha mais adequada de produto e mercado, de forma a contribuir com parte deste complexo processo que é a expansão.

Qual o melhor mercado?

É bastante incomum, principalmente nas pequenas empresas, que se faça este questionamento. Os gestores costumam compreender o seu mercado de forma uniforme e genérica, por exemplo: uma empresa que vende rolamentos para máquinas pode entender como seu mercado proprietários de máquinas que utilizam rolamentos em seu funcionamento. Porém, esta é uma descrição genérica, que possui muitas importantes informações implícitas, com por exemplo, onde estão localizados estes proprietários? Qual tipo de uso fazem com os rolamentos adquiridos? Compram somente rolamentos? Essas três perguntas básicas, poderiam revelar alguns padrões importantes em relação ao público consumidor e ao comportamento de parte do seu mercado. Parte? Como assim? Simples, e o seu fornecedor, ou melhor fornecedores? Eles não são parte do seu mercado também? Saber estas mesmas informações do seus fornecedores também pode ampliar a sua compreensão de mercado. Assim, uma percepção mais ampla do mercado, como sendo todo o ambiente onde se realizam as transações para que o seu produto final chegue até seu cliente, é fundamental para uma escolha desta natureza.

Qual o melhor produto?

A escolha do produto ideal para liderar a expansão deve seguir duas regras básicas de decisão, normalmente, primeiro o produto que tem a melhor resposta em termos de retorno de vendas costuma ser o preferido, e aquele que possui ampla aceitação no seu mercado direto, também. Esta é uma regra de escolha plausível, porém, baseada em certo censo comum sobre a situação. Aqui vão algumas importantes dicas, primeiramente, uma pesquisa com relação as preferências do consumidor é o primeiro passo para uma boa compreensão desta escolha.

Em segundo lugar, estudar o mercado e os mecanismos de contato com o público alvo e com novos mercados potenciais, como o de seus fornecedores por exemplo pode ser uma excelente fonte de novas estratégias. O terceiro passo se constitui justamente na formulação de uma estratégia baseado no conhecimento adquirido pelas pesquisas, incluindo a campanha publicitária. Por fim é importante determinar uma fase de testes, com prazos e metas bem definidos, de modo que seja possível medir a aderência do produto.

Não é simples conduzir um processo de expansão, no entanto, alguns passos são fundamentais primeiramente bons dados e uma pesquisa consistente em relação ao mercado. Uma percepção ampliada com relação ao mercado e conhecimento do público alvo são também fundamentais para a condução deste processo. Outro fator bastante importante trata-se da prototipagem, processo muito bem conduzido atualmente pelas startups, e atualmente utilizado nos novos métodos de planejamento estratégico. Esta etapa pode gerar um análise ampliada e rápida em relação ao produto no mercado e situações possíveis de melhoria, tudo isso com baixo custo e de forma rápida.

Esperamos ter contribuído um pouco mais sobre o seu conhecimento em relação a este tema. Novos aprofundamentos serão feitos em novos textos sobre assuntos específicos aqui tratados. Curta e comente nossos conteúdos, caso tenha dúvidas entre em contato conosco pelo e-mail contato@datasight.com.br.

Até breve!

Equipe Datasight

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INDICADORES DE DESEMPENHO

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Muitas vezes olhando na internet e no noticiário nos deparamos com empresas que demonstram estrondoso sucesso com relação ao atendimento ao seu público alvo. Nós que olhamos de fora, nos perguntamos inúmeras vezes duas coisas quando nos deparamos com esta situação: a primeira é como esta empresa fez isso? A segunda é sempre, a mais desconfiada e invejosa, será mesmo que ela obteve estes resultados? Os empresários normalmente quando entrevistados tem um número de bolso para falar sobre o seus resultados, o famoso “30%”, de aumento no faturamento, de aumento das vendas, de crescimento de mercado, parece muito mais um jargão de quem na verdade não sabe ao certo o valor real a ser apresentado. Obviamente, isso é muito comum, mas felizmente não é uma generalidade, ou seja, temos muitas empresas que alcançam excelentes resultados e certamente utilizam dois passos importantes na jornada do sucesso: objetivos claros e  resultados bem medidos, e é sobre eles que vamos falar um pouco mais hoje.

Traçando objetivos claros:

Primeiramente, é difícil alcançar o sucesso desejado sem saber qual é de fato o “sucesso desejado”! Assim, traçar um objetivo claro e coerente, que direcione ao tipo de sucesso esperado é fundamental. Para isso, conhecer profundamente os números internos da empresa e possuir uma boa conjuntura do mercado são ações chave para se estabeler um objetivo possível e direcionado ao caminho esperado.

Que tipo de números devo conhecer?

Diversos, mas principalmente aquilo que chamamos de indicadores de desempenho, ou seja, números que refletem o potêncial da empresa ao longo do tempo. Essses indicadores são construídos geralmente por cálculos não tão complexos, de acordo com a característica de negócio da empresa, e comumente são oriundos dos registros de dados da empresa, como por exemplo, o balanço patrimônial, demonstrativo de resultados do exercício, contas a pagar, contas a receber, histórico de vendas e histórico de compras, dentre outros. Esses registros, quanto mais apurados e detalhados, fornecem melhores indicadores de desempenho para a gestão.

Quais indicadores devo utilizar?

Existem vários tipos de indicadores e eles podem variar de acordo com o tipo de objetivo a ser traçado, com o mercado em que a empresa encontra-se posicionado, porém, existem alguns indicadores básicos que representam a viabilização do negócio ao longo do tempo e sua capacidade de avanço, são eles: receitas merecidas, ponto de equilíbrio, necessidade ou disponibilidade de capital de giro, ciclo operacional, estoque total e estoque mínimo, preço de venda, além de outros para alguns casos mais complexos, onde as empresas possuem uma vinculação ao mercado financeiro. No entanto, sem dados adequados esses indicadores que são bastante simples de serem calculados no dia a dia, passam a ser extremamente difíceis de serem construídos, e então, os velhos “30%” serão a saída para o seu planejamento de objetivos.

A empresa fala!

Normalmente não é preciso realizar um levantamento muito detalhado de dados para observar diretamente a situação da empresa e indicar objetivos muito claros, do tipo, necessidade de aumento das vendas, necessidade de redução de custos, possibilidade de expansão ou estagnação. Assim, costumamos dizes, que a empresa fala por meio de seus números. Cabe ao gestor possuir “uma escuta sensível”, ou seja, indicadores e dados apurados. Isso aliado a um conhecimento do mercado, que deve se dar por uma boa pesquisa e principalmente pelo monitoramento de alguns números do mercado como emprego, renda disponível, crescimento da economia, inflação, crescimento do setor, são receitas garantidas para o sucesso. O grande problema é que normalmente isso não acontece, não desta forma.

Esperamos ter contribuído um pouco mais para o seu conhecimento em relação a utilização de dados para a viabilização de negócios. Entendemos que este tema necessita de um aprofundamento maior, que será apresentado em novos textos, aguardem.

Deixe seu comentário e a sua curtida ou, caso desejar entre em contato conosco pelo e-mail: contato@datasight.com.br.

Até logo!

Equipe Datasight

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O QUE EU FAÇO AGORA?

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Esta é uma pergunta muito recorrente no meio empresarial. A quantidade e a intensidade de ocorrência desse questionamento depende muitas vezes do porte da empresa, da sua maturidade de gestão, do momento da economia e principalmente da forma e do preparo com que os proprietários ou gestores conduzem a empresa. Quando nos referimos a preparo, não falamos simplesmente em formação acadêmica ou anos de estudo, nos referimos habilidades práticas e fundamentalmente compreensão do negócio.

É exatamente neste ponto que gostaríamos de mergulhar mais profundamente, a fim de buscar as raízes que levam a este recorrente questionamento. É muito comum, os gestores ou proprietários de um negócio se depararem com problemas como a falta de engajamento da equipe, balanços no vermelho, vendas abaixo das metas, baixa produtividade, custos elevados, baixas margens de lucro … seria possível elencar outros diversos pontos. Nesses momentos, normalmente surgem uma série de justificativas, do tipo, “a economia vai mal”,” os concorrentes são desleais”, “o fornecedor elevou os preços”, enfim, é criado um cenário ainda mais assustador para justificar as ações não realizadas.

Justamente ai surge o momento “nós sempre fizemos assim” e o questionamento “o que eu faço agora?”, o primeiro é exatamente um choque de realidade, onde o gestor ou proprietário sente que existe algo de errado com o seu negócio, e o segundo, bom, este é um pleno vazio de atitude com relação aos próximos passos da empresa diante do problema e do cenário ainda mais sombrio que acabou de se construir. Normalmente ai as empresas tendem a tomar dois diferentes rumos, o primeiro, é buscar reverter a situação, o segundo, agarrar-se nela com toda a força e aproveitar uma queda meteórica do negócio, da autoestima e sonhos dos proprietários e gestores.

A este momento decisivo no futuro do negócio gostaria de dar o nome de ponto de inflexão. O ponto de inflexão é um conceito matemático, que revela o momento exato de mudança de direção da trajetória descrita por uma variável até aquele momento, notem a semelhança com a realidade empresarial descrita. O que revela o quão positiva ou negativa será a nova trajetória é na matemática a derivada ou reta tangente ao ponto de inflexição, e os matemáticos que nos perdoem por esta metáfora, mas na realidade empresarial os fatores que tangenciam uma atitude diferenciada neste momento são justamente a compreensão estratégica do negócio e habilidades práticas de ação sobre as partes envolvidas, equipe, clientes, fornecedores e mercados.

Pois bem, aqui chegamos ao momento de dizer que existe uma luz no fim deste túnel, que não leve apenas para o fundo dele. A compreensão do negócio e as habilidades de agir de um empresário estão intimamente relacionadas com a sua natural capacidade de observar dados e gerar estes mesmos dados no que nós chamamos de informação estratégica. Essa informação pode ser de natureza muito complexa ou mesmo muito simples, mas elas empoderam gestores e empresários a tomar as melhores decisões em momentos difíceis, principalmente a saber quais ajustes finos a serem realizados nestes mesmos momentos. E pasmem, na maioria das vezes essas informações estão diante dos olhos de muitos empresários e são desperdiçadas diáriamente.

Bem, caso você tenha chegado a este ponto do texto, imagino que esteja esperando uma receita de bolo explicando como encontrar essas informações. Lamento dizer, mas essa receita não existe! Porém um bom passo em um momento como este é procurar uma visão externa do negócio, preferencialmente, que esteja técnicamente preparada para compreender detalhes que naturalmente passariam despercebidos. Além disso, manter-se informado sobre o mercado, acompanhar o comportamento de clientes de forma próxima, possuir controles gerenciais e principalmente assumir uma postura de gerenciamento estratégico do negócio, ou seja, não somente focado na operação são boas dicas para auxiliar neste processo.

Fique atento, conheça o ponto de inflexão do seu negócio e tome a melhor decisão!

Um forte abraço da equipe Datasight.

Para dívidas, sugestões e críticas  entre em contato pelo nosso e-mail contato@datasight.com.br, será um prazer para nós receber o seu contato.