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APRENDA A ORGANIZAR OS DADOS DE ESTOQUE DA SUA EMPRESA

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Estocar produtos de menos é venda perdida, estocar produtos demais é dinheiro retido que poderia estar sendo colocado em outros projetos ou necessidades. O equilíbrio é sempre o melhor remédio. Se você não sabe como atingi-lo em sua empresa, esse artigo é para você.

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GESTÃO DE DADOS: A IMPORTÂNCIA DOS DADOS NAS EMPRESAS

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Trabalhar com dados não é fácil. Para aqueles que têm pouco tempo e muitas outras atividades para pensar e decidir, menos ainda. Entretanto, os dados são o que uma empresa tem de mais valioso para tomar boas decisões, aproveitar oportunidades, contornar desafios e atingir lucratividade.

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CURSO DE FINANÇAS PESSOAIS PODE RESOLVER SEUS DESAFIOS

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Todos os anos, muitas pessoas prometem que vão dar um jeito em seu orçamento pessoal. As promessas vão desde controlar mais os gastos até guardar dinheiro para o futuro. Mas nem sempre as coisas acontecem conforme prometido. A Datasight Pesquisa e Inteligência de Negócios juntamente com o Conselho Regional de Economia vai te ajudar a sair dessa com o curso de finanças pessoais. Não perca essa oportunidade!

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PASSO A PASSO: COMO ORGANIZAR OS DADOS FINANCEIROS DA EMPRESA

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As informações financeiras são normalmente os grandes vilões dos pequenos e médios negócios. Um desafio constante e de longa data. Para facilitar a rotina diária do seu financeiro, nada melhor do que saber quais indicadores utilizar e como organizar e analisar as informações financeiras do seu negócio. Para isso, preparamos um passo a passo bem simples para você começar hoje mesmo! (mais…)

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REFIS: AUMENTAR O CAIXA DA EMPRESA TAMBÉM É RENEGOCIAR

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O problema da falta de dinheiro é rotineiro para muitos micro e pequenos negócios e uma das formas de minimizar esse desafio é renegociar as dívidas da empresa, quer seja alargando o tempo de pagamento, quer seja reduzindo a taxa de juros. Uma novidade excelente das últimas semanas vem da parte do governo: o REFIS, agora, também é para o pequeno negócio.

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DATASIGHT E SEBRAE REALIZAM WORKSHOP PARA SUPERMERCADOS EM CAMPO GRANDE

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Aconteceu ontem, 3 de abril, o “Workshop Mercado e Conveniência: Tendências e Estratégias para Lucrar em 2018”, realizado pelo Sebrae-MS em parceria com a Datasight Pesquisa e Inteligência de Negócios, no auditório do Sebrae em Campo Grande. O evento contou com a presença de diversos pequenos e médios empresários do setor. Hoje, o workshop acontece em Dourados, às 19h, também no auditório do Sebrae. (mais…)

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5 MANEIRAS DE FAZER PESQUISA DE MERCADO PELA INTERNET

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É fato a importância dos gestores estarem sempre pesquisando o mercado e observando as informações. Acompanhá-las é sempre importante, pois possibilita antecipar alguns movimentos que podem impactar os negócios. Também é imprescindível para inovação, descoberta de novas oportunidades de negócio, novas tendências de consumo e para compreender o comportamento do consumidor. Para facilitar sua rotina, conheça 5 dicas para que suas pesquisas sejam mais efetivas.

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RAMO DAY APRESENTA NOVIDADES PARA O MERCADO DE SOFTWARES DE GESTÃO

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Na semana anterior aconteceu em São Paulo, o Ramo Day 2018, promovido pelo parceiro de negócios da Datasight Pesquisa e Inteligência de Negócios, Ramo Sistemas. O evento reuniu a rede de parceiros Ramo/SAP de todo o Brasil para dentre outras coisas, divulgação de uma grande novidade: uma nova modalidade de comercialização do SAP B1 muito mais acessível às empresas.

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DATASIGHT COMEMORA 01 ANO DE PARCERIA SAP

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A Datasight Pesquisa e Inteligência de Negócios é parceira do Ramo Sistemas para Mato Grosso Sul na comercialização do software SAP, cuja função é organizar as atividades diárias das empresas proporcionando maior controle das informações e clareza para tomada de decisões e aproveitamento de oportunidades de negócio.

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DATASIGHT É PARCEIRA DA RAMO EM SISTEMAS DE BUSINESS INTELLIGENCE SAP

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A Datasight Pesquisa e Inteligência de Negócios, além de realizar pesquisas e consultorias customizadas baseadas em informações estratégicas do mercado, também é parceira no Mato Grosso do Sul da Ramo Sistemas. A Ramo tem uma vasta gama de soluções em Business Intelligence que podem facilitar o dia a dia da sua empresa na gestão de dados, aprimorando a tomada de decisões.

Para você conhecer um pouco mais da Ramo Sistemas, reproduzimos aqui um artigo do seu presidente Décio Krakauer, falando como pequenas e médias empresas podem utilizar sistemas para melhorar seus processos e serviços.

Transformação Digital: o ERP como núcleo da sua estratégia digital

Décio Krakauer, presidente da Ramo Sistemas

A transformação digital não precisa – e nem deve – ficar restrita às grandes empresas. Pequenas e médias empresas podem utilizar a tecnologia para melhorar seus processos e serviços, ganhar competitividade, facilitar inovação e gerar valor nos negócios da empresa.

Tendências como mobilidade, computação em nuvem, big data, internet das coisas e e-commerce estão mudando as relações entre consumidores e empresas. Para tudo funcionar, existe um núcleo para esse processo de mudança, que está na adoção de um sistema de ERP (Enterprise Resource Planning) como base para todas as outras tecnologias a serem adotadas pela sua empresa.

Muitas dessas tecnologias são usadas de modo combinado. Para reduzir os custos de ter um ERP, muitas empresas optam por rodar esses sistemas de gestão empresarial na nuvem. A economia gerada por essa tecnologia abre espaço no orçamento das companhias para fazer inovação digital no negócio-chave de qualquer empresa. E, principalmente, permite uma integração mais fácil e rápida desses componentes de inovação digital.

Dado este primeiro passo, fica mais fácil aproveitar as vantagens de outras tecnologias capazes de propiciar inovação. O big data vai melhorar a capacidade das empresas em analisar e mesmo prever o comportamento dos consumidores. A mobilidade vai permitir que colaboradores trabalhem de maneira remota sem perda de produtividade. Já a inteligência artificial vai permitir a automação de trabalhos repetitivos e fazer seus funcionários trabalharem em projetos que demandem criatividade.

O ERP passa por mudanças e está cada vez mais flexível e “inteligente”: com a adoção do ERP em nuvem, será fácil agregar ferramentas aos sistemas de gestão, em soluções adaptáveis ao tamanho de cada empresa. Além disso, a inteligência artificial ajudará na coleta e análise de dados, tornando mais rápida a tomada de decisões, de modo a satisfazer as necessidades do cliente. Em suma, o ERP não será apenas um repositório de informações, mas uma parte por onde passará todos os dados desse novo ecossistema digital, e mais ainda, dando sustentação para a estratégica do negócio das empresas.

Saiba mais, entre em contato conosco hoje mesmo!

 

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O QUE É INFLAÇÃO E COMO ANALISÁ-LA?

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Sempre precisamos estar atentos às mudanças nos preços, variável esta, que afeta em muito os negócios. Para isso, o IBGE disponibiliza o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)*, sendo possível assim, calcular a variação percentual nos preços, ou seja, a inflação.

Para o mês de março deste ano, a variação do IPCA no Brasil, foi de 0,25%, que se comparado a março de 2016, mostra uma queda de 0,18 pontos percentuais (p.p.). Ao comparar os meses de fevereiro e janeiro de 2017, com os mesmo meses do ano anterior, nota-se também uma queda, de 0,57 p.p. e 0,89 p.p. respectivamente.

Em Campo Grande – MS, a variação no IPCA, para o mês de março, foi de 0,14%, representando uma queda de 0,29 p.p. com relação ao mês de março de 2016. Fevereiro e janeiro mantiveram também uma trajetória de queda, com 0,30 p.p. e 0,82 p.p. respectivamente, com relação aos mesmos meses, em 2016.

Os grupos com maior índice de inflação, para março/2017, em Campo Grande, foram os de Habitação (1,13%), Educação (0,57%), e Despesas pessoais (0,46%). No Brasil, mantiveram-se os dois primeiros grupos, com variação de 1,18% e 0,95%, enquanto que o terceiro foi o de Saúde e cuidados pessoais (0,69%).

Evidencia-se, com base nos dados apresentados, que está ocorrendo uma redução da taxa de inflação, fato este que está em consonância com as notícias divulgadas na mídia sobre o assunto. No entanto, essa queda na inflação é benéfica, pois isso condiz com redução nos preços e, portanto, maior consumo? Ou, está mostrando a crise enfrentada pelo país, onde o consumo está baixo, e devido a isso, os preços estão assumindo uma trajetória de queda?

Estas indagações nos indicam que, a percepção de que baixa inflação é algo bom, pois os consumidores terão maior poder de compra, e assim haverá o aquecimento da economia, deve ser deixada de lado, atentando-se ao que os dados realmente mostram, e traçar assim, as melhores estratégicas para encarar o cenário econômico atual.

Nota: * O IPCA abrange famílias com rendimentos mensais compreendidos entre 1 e 40 salários-mínimos, qualquer que seja a fonte de rendimentos, e residentes nas áreas urbanas das regiões (IBGE, 2017).

CRISE, CRISE, CRISE…

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A todo o tempo, em todas as bocas, em todas as críticas. O que se ouviu no ano que passou foi a palavra crise. Repetiu-se tanto o termo, inclusive nos últimos dois ou três anos, não só em 2016, que a impressão que se tem é de que adentramos em uma treva sem saída, do qual nem a origem se tem mais notícias, quanto menos, se haverá um final que não seja a própria crise. Há os que ressuscitem Marx, os que dão receita, os que gritam por seus interesses, os que choram de fome, os que discursam sobre nada, os que procuram alguém para culpar e os que fazem trapalhadas no poder. Em meio a tudo isso, todos que se acreditam enquanto nação brasileira, tentam se manter com o mínimo de sanidade, se é que isso seja possível.

No entanto, não se observa neste meio, um grito de esperança que conduza alguns olhares a uma luz. Nós da Datasight, não acreditamos que seja possível, em meio a todos estes zumbis da CRISE, que não haja um só pingo de protagonismo, de um povo que tome para si a responsabilidade de mudar tudo, isso por si próprio, em pequenas ações que seja. Acreditamos no protagonismo, em pessoas que tomam a frente de suas vidas e a conduzem de forma consciente à prosperidade, independente de tudo que a cerca.

Por este motivo, deixamos este texto, como uma forma de repúdio a este discurso prolixo, que se instala por todo canto, sobre CRISE. Estamos aqui, pois acreditamos que enquanto estes muitos insistem em retransmitir esta mensagem de descrença, em si mesmos, existem outros tantos que podem ser um grito de esperança, e esperamos, que ao ler este texto, se você assim se sente, que se levante e assuma a sua posição de protagonista, dando de vez uma resposta a desesperança que se instalou neste país.

Nossa equipe se recusa a não ter esperança de que dias melhores virão. Nós faremos o que for possível em nosso dia a dia de trabalho, analisando dados e levando as soluções mais eficientes que pudermos àqueles que desejam fazer de cada dia, um dia melhor e mais assertivo em suas ações, negócios, projetos ou carreira. Se você também acredita que o melhor de si, se colocado em prática pode ajudar a mudar a sua realidade, do seu negócio e dos que o cercam, divulgue este texto e deixe palavras de apoio em suas redes sociais, distribua sorrisos e palavra de otimismo e inspire também outros a se envolverem neste clima positivo, de esperança.

Um abraço fraterno de toda a equipe Datasight!

#pordiasmelhores

#protagonismo

#vailáefaz

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NOVO ANO, NOVOS CUSTOS

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Uma boa maneira de começar um novo ano, no seu negócio ou projeto, é fazendo uma boa revisão dos custos de operação do mesmo. Olhando para os custos é possível ter um boa noção de como reorganizar alguns processos, que podem na verdade estar sendo pouco eficientes, no sentido dos custos, gerando altos custos e construindo resultados pouco relevantes. Desta maneira, uma excelente prática, para este ínicio de ano, é a reformulação do orçamento ou mesmo a construção de um orçamento para o ano, ou para um horizonte maior.

Você deve então estar se perguntando como contruir um orçamento? Ou mesmo, o que de fato é um orçamento? Basicamente o orçamento é uma estimativa detalhada dos custos e possíveis despesas para um determinado período de tempo. Ele pode ser organizado a partir das atividades a serem desempenhadas, obedecendo, portanto, um cronograma físico-financeiro, ou mesmo, a partir da estrutura de rúbricas e centros de custos. Como etapa inicial vale analisar anos anteriores, se existiram ações semelhantes ou não, ou mesmo o quanto foi gasto em cada rúbrica, de forma a obter um parâmetro para a realização do orçamento atual.

Uma segunda e importante etapa, se constitui na reunião das partes envolvidas (colaboradores e fornecedores) de forma a buscar obter o quanto realmente se pode fazer de novo, manter o que já é realizado, e principalmente, saber as condições de mercado (preço, prazo de fornecimento, quantidades mínimas, etc) para a relação com os fornecedores neste novo ano que se inicia. É recomendável que esta etapa ocorra em duas partes, conforme a sequência apresentada.

Feitas estas duas primeiras partes, é momento de imergir com a sua equipe no planejamento do orçamento. Isso deve envolver toda a controladoria, finanças, tesouraria, caixa, e a equipe de execução ou vendas, de modo que um olhar participativo garanta o máximo de possibilidades inclusas num primeiro momento, que devem posteriormente serem refinadas a partir de uma análise estratégica, baseada em dados do seu sistema de gestão ou dos controles. Ao final desta etapa, espera-se que seja possível visualizar um esboço das ações ou rúbricas e dos montantes desejáveis de gastos para cada uma delas, divididos em custos e despesas.

Finalmente é hora de validar a possibilidade de realização, pactuar com fornecedores, parceiros e equipe e colocar o orçamento em prática, controlando rigorosamente para que seja possível, ao fim do período, observar o rigor de cumprimento do orçamento, os resultados alcançados, e os ganhos em termos de economicidade ou despesas desnecessárias.

Pense no seu orçamento, se precisar de ajuda, entre em contato pelo endereço contato@datasight.com.br ou em nossa fanpage: https://www.facebook.com/datasight.

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O LIMITE DO PLANEJAMENTO

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Muitas vezes se ouve dizer sobre a necessidade de planejar a vida pessoal, a carreira, os projetos, os negócios e até as férias. Chega ser cansativo, não é?! Porém, não deixa de ser verdadeiro que um evento planejado, tem chances bem maiores de ocorrer conforme o esperado. O planejamento em si é um elemento que surge da necessidade humana de controlar certo grupo de atividades, no trabalho, na vida cotidiana, no relacionamento, enfim, eventos nos quais cada um de nós encontra-se envolvido diariamente. Ou seja, sob um ponto de vista mais amplo, nos conectamos sob uma rede de planos, que nos conduzem a objetivos que não são necessariamente nossos, mas comuns a grupos, comunidades, países ou sociedades inteiras.

Isto serve para que nos alertemos para algo que é muito recorrente nos dias de hoje, fórmulas de sucesso, receitas de bolo, modos de fazer, etc, etc, etc … Classificam as novas gerações de milhares de maneiras, Z, X, Baby Boomers, porém, com relação ao planejamento nota-se uma elevada necessidade de apresentar o “planejamento para o sucesso”, exacerbado, na forma de uma receita realizável por qualquer um, a qualquer tempo e a qualquer custo. Bom, a esta questão, se soma a inabilidade de algumas pessoas que aderem a estas fórmulas de planejar, e assim, tem-se um problema de viver planejando, a cada novo instante e nova ação.

O problema mais grave que observamos nisso é: muitos que acham ter a fórmula do “planejamento para o sucesso” saem por ai disseminando-a, outros tantos carentes de uma luz, aderem a elas, e estes vão acumulando-se em multidões planejantes, que com o perdão do neologismo, são em sua maioria gente de muito discurso e pouca ação. Por isso, escrevemos este texto, para alertar, que planejamento tem um limite! Deve ser conduzido de forma adequada, com um método de credibilidade, a partir de informações estratégicas e de forma acessível, porém não com menos rigor ao método, e principalmente, planejamento deve ser posto em prática e revisto continuamente, pois planos pequenos não alcançam objetivos verdadeiramente grandes!

Portanto, cuidado com este grande núcleo que se forma, com fórmulas de sucesso muito prontas. Cuidado, para não ser um exímio planejador de planos que não saem do papel. Existem várias técnicas atuais, muito fáceis e bestante potentes no sentido de realização de um bom planejamento. As Startups, mantidas exceções, possuem um modelo de planejar e executar, particularmente fantástico. O design thinking, os formatos de visual planning, o Canvas, são por exemplo técnicas muito novas que podem levar a planejamentos incríveis.

Fica aqui nosso recado, se quiser saber um pouco mais, entre em contato conosco: contato@datasight.com.br

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CONCORRENTES OU PARCEIROS?

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A grande conexão de empresas locais com o mercados cada vez mais distantes, tornou a economia no mundo todo mais complexa, a internet e o varejo online não só intesificou como acelerou este processo, tornando ainda mais complexas as relações comerciais atuais. Em um olhar mais amplo, temos vendedores comercializando com consumidores de outros países, com preferências e necessidades bem distintas dos consumidores locais, e portanto, concorrendo não mais com os vizinhos que comercializam localmente, mas agora com empresas de outros países, que por vezes, podem assumir vantagens de comercialização e produção em seus países.

Este é um breve destaque, para que seja possível compreender que o concorrente em um setor, qualquer que seja, mas principalmente os voltados ao mercado internacional, não são mais os mesmos, de modo que, é preciso assimilar estas novas realidades a gestão do negócio. Isto quer dizer que, não é possível olhar localmente para os antigos concorrentes de forma tão distante e hostil, mas é sim, preciso um novo olhar, principalmente no sentido de assumir um elo de parceria.

Esta parceria pode se dar de várias formas, no atendimento a nichos de mercado, na criação de novos produtos, na troca de informações e tecnologia, enfim, são inúmeros modelos que podem ampliar os horizontes do seu negócio e torná-lo mais competitivo, desde que, é claro, esta parceria seja conduzida de forma a gerar benefícios mútuos e seja gerida para que os resultados desejados sejam alcançados. Gerir a parceria significa antes de tudo planejar e definir objetivos claros, tempo de parceria e os termos em que ela irá ocorrer. Segundo passo é estabelecer um cronograma de atividades, evidenciando claramente as atribuições de cada parte da parceria, contatos constantes e até mesmo a abertura da operação para o parceiro, em alguns casos são cruciais para o exito da parceria, por fim a avaliação de resultados.

Neste processo, o bom senso e uma boa dose de empatia são fundamentais, de modo que ser parceiro é primeiramente aprender a ceder em alguns momentos para obter ganhos maiores e melhores em outros. Pense nisso, parcerias não precisam nem necessariamente envolver recursos financeiros para serem de grande valia, pois conectados podemos fazer mais e melhor.

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NOVOS PRODUTOS E NOVOS MERCADOS

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Quando uma empresa deseja expandir é comum o planejamento se direcionar para a escolha de determinados produtos que liderarão a expansão e para mercados promissores onde esta possa ocorrer. Este é um momento e uma escolha decisiva neste processo, pois com o produto errado, no mercado errado, dificilmente uma excelente campanha de publicidade vá salvar esta expansão do fracasso. Hoje, de algumas sugestões para contribuir na escolha mais adequada de produto e mercado, de forma a contribuir com parte deste complexo processo que é a expansão.

Qual o melhor mercado?

É bastante incomum, principalmente nas pequenas empresas, que se faça este questionamento. Os gestores costumam compreender o seu mercado de forma uniforme e genérica, por exemplo: uma empresa que vende rolamentos para máquinas pode entender como seu mercado proprietários de máquinas que utilizam rolamentos em seu funcionamento. Porém, esta é uma descrição genérica, que possui muitas importantes informações implícitas, com por exemplo, onde estão localizados estes proprietários? Qual tipo de uso fazem com os rolamentos adquiridos? Compram somente rolamentos? Essas três perguntas básicas, poderiam revelar alguns padrões importantes em relação ao público consumidor e ao comportamento de parte do seu mercado. Parte? Como assim? Simples, e o seu fornecedor, ou melhor fornecedores? Eles não são parte do seu mercado também? Saber estas mesmas informações do seus fornecedores também pode ampliar a sua compreensão de mercado. Assim, uma percepção mais ampla do mercado, como sendo todo o ambiente onde se realizam as transações para que o seu produto final chegue até seu cliente, é fundamental para uma escolha desta natureza.

Qual o melhor produto?

A escolha do produto ideal para liderar a expansão deve seguir duas regras básicas de decisão, normalmente, primeiro o produto que tem a melhor resposta em termos de retorno de vendas costuma ser o preferido, e aquele que possui ampla aceitação no seu mercado direto, também. Esta é uma regra de escolha plausível, porém, baseada em certo censo comum sobre a situação. Aqui vão algumas importantes dicas, primeiramente, uma pesquisa com relação as preferências do consumidor é o primeiro passo para uma boa compreensão desta escolha.

Em segundo lugar, estudar o mercado e os mecanismos de contato com o público alvo e com novos mercados potenciais, como o de seus fornecedores por exemplo pode ser uma excelente fonte de novas estratégias. O terceiro passo se constitui justamente na formulação de uma estratégia baseado no conhecimento adquirido pelas pesquisas, incluindo a campanha publicitária. Por fim é importante determinar uma fase de testes, com prazos e metas bem definidos, de modo que seja possível medir a aderência do produto.

Não é simples conduzir um processo de expansão, no entanto, alguns passos são fundamentais primeiramente bons dados e uma pesquisa consistente em relação ao mercado. Uma percepção ampliada com relação ao mercado e conhecimento do público alvo são também fundamentais para a condução deste processo. Outro fator bastante importante trata-se da prototipagem, processo muito bem conduzido atualmente pelas startups, e atualmente utilizado nos novos métodos de planejamento estratégico. Esta etapa pode gerar um análise ampliada e rápida em relação ao produto no mercado e situações possíveis de melhoria, tudo isso com baixo custo e de forma rápida.

Esperamos ter contribuído um pouco mais sobre o seu conhecimento em relação a este tema. Novos aprofundamentos serão feitos em novos textos sobre assuntos específicos aqui tratados. Curta e comente nossos conteúdos, caso tenha dúvidas entre em contato conosco pelo e-mail contato@datasight.com.br.

Até breve!

Equipe Datasight

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O QUE EU FAÇO AGORA?

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Esta é uma pergunta muito recorrente no meio empresarial. A quantidade e a intensidade de ocorrência desse questionamento depende muitas vezes do porte da empresa, da sua maturidade de gestão, do momento da economia e principalmente da forma e do preparo com que os proprietários ou gestores conduzem a empresa. Quando nos referimos a preparo, não falamos simplesmente em formação acadêmica ou anos de estudo, nos referimos habilidades práticas e fundamentalmente compreensão do negócio.

É exatamente neste ponto que gostaríamos de mergulhar mais profundamente, a fim de buscar as raízes que levam a este recorrente questionamento. É muito comum, os gestores ou proprietários de um negócio se depararem com problemas como a falta de engajamento da equipe, balanços no vermelho, vendas abaixo das metas, baixa produtividade, custos elevados, baixas margens de lucro … seria possível elencar outros diversos pontos. Nesses momentos, normalmente surgem uma série de justificativas, do tipo, “a economia vai mal”,” os concorrentes são desleais”, “o fornecedor elevou os preços”, enfim, é criado um cenário ainda mais assustador para justificar as ações não realizadas.

Justamente ai surge o momento “nós sempre fizemos assim” e o questionamento “o que eu faço agora?”, o primeiro é exatamente um choque de realidade, onde o gestor ou proprietário sente que existe algo de errado com o seu negócio, e o segundo, bom, este é um pleno vazio de atitude com relação aos próximos passos da empresa diante do problema e do cenário ainda mais sombrio que acabou de se construir. Normalmente ai as empresas tendem a tomar dois diferentes rumos, o primeiro, é buscar reverter a situação, o segundo, agarrar-se nela com toda a força e aproveitar uma queda meteórica do negócio, da autoestima e sonhos dos proprietários e gestores.

A este momento decisivo no futuro do negócio gostaria de dar o nome de ponto de inflexão. O ponto de inflexão é um conceito matemático, que revela o momento exato de mudança de direção da trajetória descrita por uma variável até aquele momento, notem a semelhança com a realidade empresarial descrita. O que revela o quão positiva ou negativa será a nova trajetória é na matemática a derivada ou reta tangente ao ponto de inflexição, e os matemáticos que nos perdoem por esta metáfora, mas na realidade empresarial os fatores que tangenciam uma atitude diferenciada neste momento são justamente a compreensão estratégica do negócio e habilidades práticas de ação sobre as partes envolvidas, equipe, clientes, fornecedores e mercados.

Pois bem, aqui chegamos ao momento de dizer que existe uma luz no fim deste túnel, que não leve apenas para o fundo dele. A compreensão do negócio e as habilidades de agir de um empresário estão intimamente relacionadas com a sua natural capacidade de observar dados e gerar estes mesmos dados no que nós chamamos de informação estratégica. Essa informação pode ser de natureza muito complexa ou mesmo muito simples, mas elas empoderam gestores e empresários a tomar as melhores decisões em momentos difíceis, principalmente a saber quais ajustes finos a serem realizados nestes mesmos momentos. E pasmem, na maioria das vezes essas informações estão diante dos olhos de muitos empresários e são desperdiçadas diáriamente.

Bem, caso você tenha chegado a este ponto do texto, imagino que esteja esperando uma receita de bolo explicando como encontrar essas informações. Lamento dizer, mas essa receita não existe! Porém um bom passo em um momento como este é procurar uma visão externa do negócio, preferencialmente, que esteja técnicamente preparada para compreender detalhes que naturalmente passariam despercebidos. Além disso, manter-se informado sobre o mercado, acompanhar o comportamento de clientes de forma próxima, possuir controles gerenciais e principalmente assumir uma postura de gerenciamento estratégico do negócio, ou seja, não somente focado na operação são boas dicas para auxiliar neste processo.

Fique atento, conheça o ponto de inflexão do seu negócio e tome a melhor decisão!

Um forte abraço da equipe Datasight.

Para dívidas, sugestões e críticas  entre em contato pelo nosso e-mail contato@datasight.com.br, será um prazer para nós receber o seu contato.