Datasight-pesquisa-inteligência-negócios-estoque

APRENDA A ORGANIZAR OS DADOS DE ESTOQUE DA SUA EMPRESA

Posted on Posted in Análise de dados, Business Intelligence, Gestão, Informação estratégica, Inteligência de Negócios, Pesquisa, Tomada de decisões

Estocar produtos de menos é venda perdida, estocar produtos demais é dinheiro retido que poderia estar sendo colocado em outros projetos ou necessidades. O equilíbrio é sempre o melhor remédio. Se você não sabe como atingi-lo em sua empresa, esse artigo é para você.

(mais…)

Datasight-supermercado-inteligência-negócios-pesquisa

DATASIGHT E SEBRAE REALIZAM WORKSHOP PARA SUPERMERCADOS EM CAMPO GRANDE

Posted on Posted in Análise de dados, Consultoria, Economia, Estratégia, Gestão, Informação, Informação estratégica, Pesquisa, Planejamento, Workshops e cursos

Aconteceu ontem, 3 de abril, o “Workshop Mercado e Conveniência: Tendências e Estratégias para Lucrar em 2018”, realizado pelo Sebrae-MS em parceria com a Datasight Pesquisa e Inteligência de Negócios, no auditório do Sebrae em Campo Grande. O evento contou com a presença de diversos pequenos e médios empresários do setor. Hoje, o workshop acontece em Dourados, às 19h, também no auditório do Sebrae. (mais…)

pesquisa-analise-dados-Datasight

PESQUISAR O QUE?

Posted on Posted in Análise de dados, Informação estratégica, Pesquisa, Planejamento

Já falamos em alguns textos anteriores, sobre a necessidade de realização de pesquisas, para empresas ou projetos, de tal modo a facilitar a gestão, ou mesmo, a tomada de decisão. Bom, este texto objetiva então apresentar alguns tipos de pesquisas possíveis nestes casos e dicas para que seja possível conduzir pesquisas de caráter mais simples e utilizá-las de forma adequada.

Quais pesquisas podem ser relevantes no dia a dia de um negócio ou projeto?

Pesquisas que podem orientar ações ou processos são bastante comuns. Pesquisas desta natureza podem ser por exemplo, satisfação de clientes, definição de perfis demográficos ou sócio-econômicos de públicos desejados, mensuração de ações de publicidade, mensuração de eventos informativos, erros e falhas de produção, impressão ou percepção em relação a um serviço ou produto. Esses são alguns tipos básicos de pesquisas que podem estar presentes no dia a dia dos negócios e projetos, vamos a como operacionalizá-los.

Qual a primeira etapa para realizar qualquer pesquisa?

Qualquer pesquisa que seja, deve primeiramente, conter um objetivo claro e uma etapa de planejamento, onde são definidos prazo de duração, delimitação da amostra ou dos grupos envolvidos, metodologia, formato de apresentação dos resultados, custos estimados, equipe responsável, periodicidade caso sejam necessárias várias realizações da mesma pesquisa. Feito isso, tem-se mais três grandes etapas.

A segunda etapa:

Deve ser realizada a elaboração do instrumento de coleta de informação. Comumente, será um questionário ou um roteiro de entrevista, no entanto, não é tão simples assim. Estes instrumentos são definidos de acordo com o público da pesquisa e possuem uma diversidade enorme de variações, do tipo, questionários estruturados, semi-estruturados, abertos, fechados, etc. É preciso fazer uma definição quanto a este instrumento e, posteriormente, a definição do canal possível para que este instrumento de pesquisa alcance o seu público.

A terceira etapa:

Deve ser realizado um pré teste, com uma amostra reduzida, do instrumento de coleta definido. Este pré teste deve ser cuidadosamente avaliado, quanto ao seu resultado preliminar e principalmente se o conteúdo ou questões, funcionou de forma adequada e se foi de entendimento do público. Uma questão importante, é que esta etapa deve ser feita pela equipe responsável, no sentido de conseguir analisar, o instrumento de coleta de dados de fato responde ao objetivo da pesquisa?

A quarta e última etapa:

Constitui-se na operacionalização da pesquisa, que deve conter indicadores de acompanhamento contínuos durante seu período de realização, bem como pequenos testes de desvio, que verificam se a ocorrência da pesquisa esta saindo conforme o planejado. Finalizada a coleta, é feita uma avaliação geral pela equipe responsável e posteriormente os dados são tabulados e apresentados da forma planejada anteriormente.

Este é um pequeno roteiro, pouco minucioso, mas que pode orientar uma pesquisa em sua empresa ou negócio. Caso precise do auxílio de um de nossos especialistas,ou tirar alguma dúvida, entre em contato conosco pelo contato@datasight.com.br.

planejamento-consultoria-Datasight

O LIMITE DO PLANEJAMENTO

Posted on Posted in Consultoria, Estratégia, Gestão, Planejamento

Muitas vezes se ouve dizer sobre a necessidade de planejar a vida pessoal, a carreira, os projetos, os negócios e até as férias. Chega ser cansativo, não é?! Porém, não deixa de ser verdadeiro que um evento planejado, tem chances bem maiores de ocorrer conforme o esperado. O planejamento em si é um elemento que surge da necessidade humana de controlar certo grupo de atividades, no trabalho, na vida cotidiana, no relacionamento, enfim, eventos nos quais cada um de nós encontra-se envolvido diariamente. Ou seja, sob um ponto de vista mais amplo, nos conectamos sob uma rede de planos, que nos conduzem a objetivos que não são necessariamente nossos, mas comuns a grupos, comunidades, países ou sociedades inteiras.

Isto serve para que nos alertemos para algo que é muito recorrente nos dias de hoje, fórmulas de sucesso, receitas de bolo, modos de fazer, etc, etc, etc … Classificam as novas gerações de milhares de maneiras, Z, X, Baby Boomers, porém, com relação ao planejamento nota-se uma elevada necessidade de apresentar o “planejamento para o sucesso”, exacerbado, na forma de uma receita realizável por qualquer um, a qualquer tempo e a qualquer custo. Bom, a esta questão, se soma a inabilidade de algumas pessoas que aderem a estas fórmulas de planejar, e assim, tem-se um problema de viver planejando, a cada novo instante e nova ação.

O problema mais grave que observamos nisso é: muitos que acham ter a fórmula do “planejamento para o sucesso” saem por ai disseminando-a, outros tantos carentes de uma luz, aderem a elas, e estes vão acumulando-se em multidões planejantes, que com o perdão do neologismo, são em sua maioria gente de muito discurso e pouca ação. Por isso, escrevemos este texto, para alertar, que planejamento tem um limite! Deve ser conduzido de forma adequada, com um método de credibilidade, a partir de informações estratégicas e de forma acessível, porém não com menos rigor ao método, e principalmente, planejamento deve ser posto em prática e revisto continuamente, pois planos pequenos não alcançam objetivos verdadeiramente grandes!

Portanto, cuidado com este grande núcleo que se forma, com fórmulas de sucesso muito prontas. Cuidado, para não ser um exímio planejador de planos que não saem do papel. Existem várias técnicas atuais, muito fáceis e bestante potentes no sentido de realização de um bom planejamento. As Startups, mantidas exceções, possuem um modelo de planejar e executar, particularmente fantástico. O design thinking, os formatos de visual planning, o Canvas, são por exemplo técnicas muito novas que podem levar a planejamentos incríveis.

Fica aqui nosso recado, se quiser saber um pouco mais, entre em contato conosco: contato@datasight.com.br

empreendedorismo-concorrência-mercado-Datasight

CONCORRENTES OU PARCEIROS?

Posted on Posted in Concorrência, Consultoria, Empreendedorismo, Estratégia, Gestão, Mercado, Negócios, Planejamento, Posicionamento de mercado, Posicionamento estratégico

 

A grande conexão de empresas locais com o mercados cada vez mais distantes, tornou a economia no mundo todo mais complexa, a internet e o varejo online não só intesificou como acelerou este processo, tornando ainda mais complexas as relações comerciais atuais. Em um olhar mais amplo, temos vendedores comercializando com consumidores de outros países, com preferências e necessidades bem distintas dos consumidores locais, e portanto, concorrendo não mais com os vizinhos que comercializam localmente, mas agora com empresas de outros países, que por vezes, podem assumir vantagens de comercialização e produção em seus países.

Este é um breve destaque, para que seja possível compreender que o concorrente em um setor, qualquer que seja, mas principalmente os voltados ao mercado internacional, não são mais os mesmos, de modo que, é preciso assimilar estas novas realidades a gestão do negócio. Isto quer dizer que, não é possível olhar localmente para os antigos concorrentes de forma tão distante e hostil, mas é sim, preciso um novo olhar, principalmente no sentido de assumir um elo de parceria.

Esta parceria pode se dar de várias formas, no atendimento a nichos de mercado, na criação de novos produtos, na troca de informações e tecnologia, enfim, são inúmeros modelos que podem ampliar os horizontes do seu negócio e torná-lo mais competitivo, desde que, é claro, esta parceria seja conduzida de forma a gerar benefícios mútuos e seja gerida para que os resultados desejados sejam alcançados. Gerir a parceria significa antes de tudo planejar e definir objetivos claros, tempo de parceria e os termos em que ela irá ocorrer. Segundo passo é estabelecer um cronograma de atividades, evidenciando claramente as atribuições de cada parte da parceria, contatos constantes e até mesmo a abertura da operação para o parceiro, em alguns casos são cruciais para o exito da parceria, por fim a avaliação de resultados.

Neste processo, o bom senso e uma boa dose de empatia são fundamentais, de modo que ser parceiro é primeiramente aprender a ceder em alguns momentos para obter ganhos maiores e melhores em outros. Pense nisso, parcerias não precisam nem necessariamente envolver recursos financeiros para serem de grande valia, pois conectados podemos fazer mais e melhor.

pesquisa-mercado-planejamento-negócio-Datasight

NOVO NEGÓCIO, NOVAS HISTÓRIAS E UM NOVO CAMINHO

Posted on Posted in Empreendedorismo, Mercado, Negócios, Planejamento

 

Os resultados da economia tem mostrado mensalmente um número cada vez maior de desempregados, seja por própria vontade, seja por uma motivação extra por uma vida melhor, tempo de qualidade, salários melhores, trabalho em casa, enfim. Essa situação aliada a uma grande tendência mundial de se repensar a rotina e a jornada de trabalho, tem direcionado muitas pessoas no mundo todo a pensar em como se reposicionar no mercado de trabalho, e em muitas vezes, abrir uma empresa é a opção escolhida.

A vontade de conduzir algo próprio, que traduza seus sentimentos, que seja responsável pelo sustento da sua família, e principalmente que conecte as pessoas com um sentido maior, principalmente que se reverta em um sentido importante também para outros grupos ou até para a sociedade, é uma característica fundamental dos negócios, que tem surgido.Diante de todo este belo cenário que constitui o novo impulso empreendedor, é triste observar que muitos negócios se constituem e em meio as adversidades do mercado e da gestão, rapidamente fecham, levando todo o idealismo, sonhos e muitas vezes o investimento consigo, e deixando no lugar, a frustração de não ter obtido exito. Diante deste cenário, decidimos escrever com algumas sugestões importantes para este processo!

1. Esteja decidido, apaixonado, mas consciente das consequências:

A paixão pelo negócio, leva a uma certeza que engana em relação ao caminho que seguiremos. Possuir um pequeno negócio, em meio a uma economia com sinais de recessão, e com um ambiente tão hostil como é o do Brasil, será com certeza uma tarefa árdua, e você também deve estar preparado para isso, renúncias, entregas, limites, condições possíveis, mas nem sempre as ideais. Saiba que não existe só a certeza mas também algumas frustrações e barreiras a vista, e esteja 100% disponível a superá-las.

2. Conheça muito bem o negócio, antes mesmo de iniciá-lo:

Dezenas, centenas ou milhares de fatores inesperados acontecerão assim que abrir as portas do negócio no primeiro dia, e não tem como intervir de forma definitiva nisso, porém, é possível minimizar estes acontecimentos. Conhecendo o negócio muito bem e sabendo onde os problemas podem eventualmente surgir e como resolvê-los. Isso pode ser feito antes mesmo da abertura do negócio, com muitas visitas a outros estabelecimentos semelhantes, com pequenos experimentos em relação ao produto – em casa mesmo quando é possível – com pesquisas sobre negócios que deram certo no mesmo ramo de atividade, existem várias formas. Uma ferramenta que pode ajudar muito neste ponto é a elaboração de mapas mentais, com as possibilidades.

3. Tenha um bom planejamento, que seja acessível.

A onda dos planos de negócios parece ter se acalmado, e a grande ferramenta da vez são os mapas estratégicos, do estilo CANVAS, e já existem diversos outros desdobramentos. Ambas as ferramentas são bastante interessantes, desde que sejam acessíveis, de fácil compreensão e que permitam um contato homogêneo de todos os envolvidos na execução do projeto, essa nos parece a etapa mais importante do planejar – conectar as pessoas a ideia a ser executada – para isso abuse de imagens, cores, lembretes, que são características do Design Thinking, que sim, é um método incrível para proceder estas ferramentas de planejamento, e é incrivelmente acessível também.

4. É possível ou é preciso redimensionar?

Neste ponto essa é a pergunta a ser feita, se o planejamento excede o montante de recursos, é preciso repensá-lo e adequar as idéias de forma que seja possível dar os primeiros passos e fundamentais da forma correta, e importantíssimo. seja possível uma pequena reserva que possibilite uma mudança caso necessária. Não sendo possível esta readequação, pois ela fere diretamente a execução do negócio, seja muito prudente em pensar entre em um pequeno adiamento do projeto, analisar possibilidades de incorporação de investimento por meio de “anjos”, crowdfunding, agentes de investimento, cooperativas de investimento e por fim em bancos comerciais ou tradicionais de investimento. Este é um ponto crucial, começar totalmente endividado e com um negócio além do que era possível, pode causar sérios danos futuros.

5. Saiba as preferências principais e o que deseja entregar ao seu público!

É óbvio que não será possível conhecer exatamente oque o seu público deseja, porém, exercite ao máximo isso antes de começar o negócio, pois fará com que coloque algumas pautas e detalhes importantes na composição do negócio, e agradará mais quando iniciá-lo. Procure fatores comuns de gênero, idade, lugares, experiências, desejos, aspirações, trajetória e principalmente algo que traduza sentido para as pessoas a quem deseja atender, isso conectará elas ao seu negócio pelos valores os quais você põe diante da sua marca e produto. Delimite bem o seu público, isso pode ajudar bastante! A internet e as redes sociais podem ser uma ferramenta essencial neste processo.

6. Eureca!

Abra o seu negócio! Neste ponto você certamente já enfrentou muitos desafios, porém saberá, caso tenha seguido uma linha de execução próxima a esta, que seu negócio esta preparado. Porém, aqui surge um grande risco – da acomodação – portanto, a partir daqui, não deixe de testar novas idéias, e principalmente, de ouvir o que seus clientes dizem sobre a experiência com seu negócio, isso pode dar boas pistas de novos rumos a seguir e de onde incrementar o negócio, não fique acomodado, pois o mercado rapidamente engolirá o seu negócio, sem piedade. Um quadro de idéias, ou ambientes online, que sejam colaborativos, podem ser um excelente fruto de inspiração.

7. Tic tac …

Organize seu tempo, estabeleça prioridades e faça uma gestão intensa da sua empresa. Não fique somente ligado a produção final, pois isso pode custar furos nas finanças, erros na estratégia e descoordenação das pessoas. É importante que divida seu tempo e se atente aos dados da empresa, as informações da economia, aos resultados percebidos, a estratégia central do negócio tudo isso de forma próxima a equipe e ao público consumidor, ou seja, demandará bastante organização e esforço de gestão, esse é um ponto crucial para a manutenção saudável do seu negócio e da sua vida pessoal. Ferramentas como o Google Apps for Works, Scrum e Trello podem ser ideais para esta organização da rotina.

Obviamente, haveriam muitas outras contribuições e detalhes que poderiam ser elencados quanto a este processo, no entanto, estes são pontos que consideramos cruciais, e observados como erros mais frequentes neste novo processo empreendedor que estamos vivendo na atualidade. Esperamos então contribuir um pouco para você que esta nesta caminhada ou mesmo que pensa em iniciá-la.

Um forte abraço da equipe Datasight!

Planejamento-Consultoria-mercado-Datasight

NOVOS PRODUTOS E NOVOS MERCADOS

Posted on Posted in Consultoria, Economia, Estratégia, Gestão, Mercado, Negócios, Planejamento

 

Quando uma empresa deseja expandir é comum o planejamento se direcionar para a escolha de determinados produtos que liderarão a expansão e para mercados promissores onde esta possa ocorrer. Este é um momento e uma escolha decisiva neste processo, pois com o produto errado, no mercado errado, dificilmente uma excelente campanha de publicidade vá salvar esta expansão do fracasso. Hoje, de algumas sugestões para contribuir na escolha mais adequada de produto e mercado, de forma a contribuir com parte deste complexo processo que é a expansão.

Qual o melhor mercado?

É bastante incomum, principalmente nas pequenas empresas, que se faça este questionamento. Os gestores costumam compreender o seu mercado de forma uniforme e genérica, por exemplo: uma empresa que vende rolamentos para máquinas pode entender como seu mercado proprietários de máquinas que utilizam rolamentos em seu funcionamento. Porém, esta é uma descrição genérica, que possui muitas importantes informações implícitas, com por exemplo, onde estão localizados estes proprietários? Qual tipo de uso fazem com os rolamentos adquiridos? Compram somente rolamentos? Essas três perguntas básicas, poderiam revelar alguns padrões importantes em relação ao público consumidor e ao comportamento de parte do seu mercado. Parte? Como assim? Simples, e o seu fornecedor, ou melhor fornecedores? Eles não são parte do seu mercado também? Saber estas mesmas informações do seus fornecedores também pode ampliar a sua compreensão de mercado. Assim, uma percepção mais ampla do mercado, como sendo todo o ambiente onde se realizam as transações para que o seu produto final chegue até seu cliente, é fundamental para uma escolha desta natureza.

Qual o melhor produto?

A escolha do produto ideal para liderar a expansão deve seguir duas regras básicas de decisão, normalmente, primeiro o produto que tem a melhor resposta em termos de retorno de vendas costuma ser o preferido, e aquele que possui ampla aceitação no seu mercado direto, também. Esta é uma regra de escolha plausível, porém, baseada em certo censo comum sobre a situação. Aqui vão algumas importantes dicas, primeiramente, uma pesquisa com relação as preferências do consumidor é o primeiro passo para uma boa compreensão desta escolha.

Em segundo lugar, estudar o mercado e os mecanismos de contato com o público alvo e com novos mercados potenciais, como o de seus fornecedores por exemplo pode ser uma excelente fonte de novas estratégias. O terceiro passo se constitui justamente na formulação de uma estratégia baseado no conhecimento adquirido pelas pesquisas, incluindo a campanha publicitária. Por fim é importante determinar uma fase de testes, com prazos e metas bem definidos, de modo que seja possível medir a aderência do produto.

Não é simples conduzir um processo de expansão, no entanto, alguns passos são fundamentais primeiramente bons dados e uma pesquisa consistente em relação ao mercado. Uma percepção ampliada com relação ao mercado e conhecimento do público alvo são também fundamentais para a condução deste processo. Outro fator bastante importante trata-se da prototipagem, processo muito bem conduzido atualmente pelas startups, e atualmente utilizado nos novos métodos de planejamento estratégico. Esta etapa pode gerar um análise ampliada e rápida em relação ao produto no mercado e situações possíveis de melhoria, tudo isso com baixo custo e de forma rápida.

Esperamos ter contribuído um pouco mais sobre o seu conhecimento em relação a este tema. Novos aprofundamentos serão feitos em novos textos sobre assuntos específicos aqui tratados. Curta e comente nossos conteúdos, caso tenha dúvidas entre em contato conosco pelo e-mail contato@datasight.com.br.

Até breve!

Equipe Datasight

Análise de dados-indicadores de desempenho-Datasight

INDICADORES DE DESEMPENHO

Posted on Posted in Análise de dados, Estratégia, Planejamento

 

Muitas vezes olhando na internet e no noticiário nos deparamos com empresas que demonstram estrondoso sucesso com relação ao atendimento ao seu público alvo. Nós que olhamos de fora, nos perguntamos inúmeras vezes duas coisas quando nos deparamos com esta situação: a primeira é como esta empresa fez isso? A segunda é sempre, a mais desconfiada e invejosa, será mesmo que ela obteve estes resultados? Os empresários normalmente quando entrevistados tem um número de bolso para falar sobre o seus resultados, o famoso “30%”, de aumento no faturamento, de aumento das vendas, de crescimento de mercado, parece muito mais um jargão de quem na verdade não sabe ao certo o valor real a ser apresentado. Obviamente, isso é muito comum, mas felizmente não é uma generalidade, ou seja, temos muitas empresas que alcançam excelentes resultados e certamente utilizam dois passos importantes na jornada do sucesso: objetivos claros e  resultados bem medidos, e é sobre eles que vamos falar um pouco mais hoje.

Traçando objetivos claros:

Primeiramente, é difícil alcançar o sucesso desejado sem saber qual é de fato o “sucesso desejado”! Assim, traçar um objetivo claro e coerente, que direcione ao tipo de sucesso esperado é fundamental. Para isso, conhecer profundamente os números internos da empresa e possuir uma boa conjuntura do mercado são ações chave para se estabeler um objetivo possível e direcionado ao caminho esperado.

Que tipo de números devo conhecer?

Diversos, mas principalmente aquilo que chamamos de indicadores de desempenho, ou seja, números que refletem o potêncial da empresa ao longo do tempo. Essses indicadores são construídos geralmente por cálculos não tão complexos, de acordo com a característica de negócio da empresa, e comumente são oriundos dos registros de dados da empresa, como por exemplo, o balanço patrimônial, demonstrativo de resultados do exercício, contas a pagar, contas a receber, histórico de vendas e histórico de compras, dentre outros. Esses registros, quanto mais apurados e detalhados, fornecem melhores indicadores de desempenho para a gestão.

Quais indicadores devo utilizar?

Existem vários tipos de indicadores e eles podem variar de acordo com o tipo de objetivo a ser traçado, com o mercado em que a empresa encontra-se posicionado, porém, existem alguns indicadores básicos que representam a viabilização do negócio ao longo do tempo e sua capacidade de avanço, são eles: receitas merecidas, ponto de equilíbrio, necessidade ou disponibilidade de capital de giro, ciclo operacional, estoque total e estoque mínimo, preço de venda, além de outros para alguns casos mais complexos, onde as empresas possuem uma vinculação ao mercado financeiro. No entanto, sem dados adequados esses indicadores que são bastante simples de serem calculados no dia a dia, passam a ser extremamente difíceis de serem construídos, e então, os velhos “30%” serão a saída para o seu planejamento de objetivos.

A empresa fala!

Normalmente não é preciso realizar um levantamento muito detalhado de dados para observar diretamente a situação da empresa e indicar objetivos muito claros, do tipo, necessidade de aumento das vendas, necessidade de redução de custos, possibilidade de expansão ou estagnação. Assim, costumamos dizes, que a empresa fala por meio de seus números. Cabe ao gestor possuir “uma escuta sensível”, ou seja, indicadores e dados apurados. Isso aliado a um conhecimento do mercado, que deve se dar por uma boa pesquisa e principalmente pelo monitoramento de alguns números do mercado como emprego, renda disponível, crescimento da economia, inflação, crescimento do setor, são receitas garantidas para o sucesso. O grande problema é que normalmente isso não acontece, não desta forma.

Esperamos ter contribuído um pouco mais para o seu conhecimento em relação a utilização de dados para a viabilização de negócios. Entendemos que este tema necessita de um aprofundamento maior, que será apresentado em novos textos, aguardem.

Deixe seu comentário e a sua curtida ou, caso desejar entre em contato conosco pelo e-mail: contato@datasight.com.br.

Até logo!

Equipe Datasight

Informação estratégica-Datasight

O QUE É INFORMAÇÃO ESTRATÉGICA E COMO OBTÊ-LA?

Posted on Posted in Business Intelligence, Estratégia, Informação, Informação estratégica, Pesquisa

 

Em nossos artigos sempre comentamos sobre a necessidade de observação e análise de “informações estratégicas”, e então nos deparamos com a necessidade de escrever sobre o que exatamente é a informação estratégica e de que maneira é possível se manter antenado neste tipo de informação. É vasta a conceituação e literatura sobre o tema de informação estratégica e principalmente seus usos e fluxos nas organizações. Grandes autores como Peter Druker e Michael Potter*, tratam sobre o tema trazendo sempre a tona sua relevância, uma vez que a informação está na vanguarda do processo de evolução da sociedade.

Trataremos informação estratégica como a informação capaz de gerar uma nova análise, decisão, ação e resultados para seu usuário, ou seja, trabalharemos em um conceito mais amplo que somente no ambiente de negócios. A partir deste ponto de vista, a informação estratégica passa a ter uma condição de alavancar resultados (de qualquer tipo) a um novo patamar. Para esta conversa, convidamos o nosso cientista de dados, Renato Prado Siqueira, para falar um pouco sobre como vemos, pensamos e acreditamos em informação estratégica, dando enfoque na elaboração e veiculação de nossos boletins.

Renato, de onde surgiu a ideia de elaborar boletins com dados econômicos?

“A ideia dos boletins surgiu quando procuramos algo parecido no mercado local, contudo não achamos o que procurávamos. Ao procurar em instituições renomadas de outros estados, o resultado não foi muito diferente. Logo, pensamos: “Por que não tentar fazer algo diferente? Principalmente no aspecto da apresentação dos dados.” A partir daí começamos a estudar manipulação de dados e formas diversas de apresentações, culminando nos nossos boletins. Tenho consciência que alguns aspectos dos boletins ainda precisam ser melhorados, mas já considero um grande avanço, sem contar o fato de que eles estão focados nos dados econômicos locais, o que é muito difícil e raro.”

Por que é necessário observar este tipo de informação?

“Com o conhecimento dessas informações, todos aqueles direta ou indiretamente envolvidos no tema podem se informar sobre o que está acontecendo e, consequentemente, ficam mais preparados para o momento atual, além de possuírem bons subsídios para o planejamento e elaboração de estratégias no presente e futuro. No mercado, aquele que tem mais informação (nem que seja mínima) sai muito à frente do que o não tem.”

O que há de tão especial nessas informações?

“Essas informações são importantes porque elas retratam o ambiente econômico recente, a conjuntura que nos permeia, possibilitando saber o que está acontecendo aqui e agora. A informação  é essencial para entender o hoje e estar preparado para o amanhã.”

Por que a Datasight divulga estes boletins?

“Divulgamos esses boletins pelo fato de acreditarmos que essas informações são importantes para qualquer um, seja ele empresário, empregado, estudante ou curioso. Como, ao nosso olhar, não estavam sendo divulgados devidamente e, dado a sua importância, preparamos esses materiais periódicos para, além da divulgação de nossos serviços, servir de ajuda a quem interessar. E a melhor parte: tudo isso de forma gratuita.”

Quais são os boletins disponíveis? Existem novos?

“Até o momento elaboramos boletins que abrangem 2 (duas) grandes áreas econômicas: o mercado de trabalho formal, já divulgado, e o mercado externo (exportações e importações), que será divulgado em breve. No primeiro, as informações divulgadas dizem respeito a dinâmica do mercado de trabalho local específico (variando a cidade e região), com dados dos setores que mais contrataram e demitiram, bem como as características dos mesmos trabalhadores contratados e demitidos (salários firmados, grau de escolaridade, sexo, tempo de emprego, ocupação etc).

 

Por sua vez, em relação ao mercado externo, temos 3 boletins distintos. Um de cunho geral, comparando o estado do MS como um todo frente aos outros estados brasileiros e países do mundo, além de séries históricas e ramos de produtos mais exportados e importados, dando um panorama geral e rápido de nossa Balança Comercial. Os demais dividem-se em exportações e importações, aprofundando-se mais nos produtos e municípios, apresentando também projeções para os próximos meses dos valores comercializados.

Em conjunto, esses 3 boletins do mercado externo possuem detalhes e informações ricas para aqueles com diversos interesses nesse setor.

Apesar desses boletins (mercado de trabalho e mercado externo) em número constituírem quase 10 publicações mensais, estamos trabalhando em outros dados divulgados periodicamente, de forma a trazer mais importantes informações estratégicas para todos os setores da sociedade. Acompanhem pelo nosso site e fanpage.”

Este panorama apresentado pelo nosso sócio fundador e cientista de dados, Renato Prado Siqueira, representa exatamente o que nós da Datasight pensamos e fazemos sobre informação estratégica, que é percebê-la além de um conceito importante, mas realizá-la na prática! Exitem diversas fontes oficiais, como sites do governo, de associações, anuários dentre outros que podem apresentar boas informações sobre um segmento, além é claro de pesquisas acadêmicas. Para mais informações, acesse nossa aba de publicações, lá você encontrará todos os boletins aqui citados. Deixamos novamente algumas recomendações de leitura sobre o tema.

Aproveite a leitura e o conhecimento! Até a próxima.

* DRUCKER, P. Desafios gerenciais para o século XXI. São Paulo: Pioneira, 1999. 168p.

* PORTER, M. What’s strategy? Harvard Business Review, v.74,n.6, p.61-78, 1996.