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APRENDA A ORGANIZAR OS DADOS DE ESTOQUE DA SUA EMPRESA

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Estocar produtos de menos é venda perdida, estocar produtos demais é dinheiro retido que poderia estar sendo colocado em outros projetos ou necessidades. O equilíbrio é sempre o melhor remédio. Se você não sabe como atingi-lo em sua empresa, esse artigo é para você.

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DATASIGHT E SEBRAE REALIZAM WORKSHOP PARA SUPERMERCADOS EM CAMPO GRANDE

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Aconteceu ontem, 3 de abril, o “Workshop Mercado e Conveniência: Tendências e Estratégias para Lucrar em 2018”, realizado pelo Sebrae-MS em parceria com a Datasight Pesquisa e Inteligência de Negócios, no auditório do Sebrae em Campo Grande. O evento contou com a presença de diversos pequenos e médios empresários do setor. Hoje, o workshop acontece em Dourados, às 19h, também no auditório do Sebrae. (mais…)

DATASIGHT É PARCEIRA DA RAMO EM SISTEMAS DE BUSINESS INTELLIGENCE SAP

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A Datasight Pesquisa e Inteligência de Negócios, além de realizar pesquisas e consultorias customizadas baseadas em informações estratégicas do mercado, também é parceira no Mato Grosso do Sul da Ramo Sistemas. A Ramo tem uma vasta gama de soluções em Business Intelligence que podem facilitar o dia a dia da sua empresa na gestão de dados, aprimorando a tomada de decisões.

Para você conhecer um pouco mais da Ramo Sistemas, reproduzimos aqui um artigo do seu presidente Décio Krakauer, falando como pequenas e médias empresas podem utilizar sistemas para melhorar seus processos e serviços.

Transformação Digital: o ERP como núcleo da sua estratégia digital

Décio Krakauer, presidente da Ramo Sistemas

A transformação digital não precisa – e nem deve – ficar restrita às grandes empresas. Pequenas e médias empresas podem utilizar a tecnologia para melhorar seus processos e serviços, ganhar competitividade, facilitar inovação e gerar valor nos negócios da empresa.

Tendências como mobilidade, computação em nuvem, big data, internet das coisas e e-commerce estão mudando as relações entre consumidores e empresas. Para tudo funcionar, existe um núcleo para esse processo de mudança, que está na adoção de um sistema de ERP (Enterprise Resource Planning) como base para todas as outras tecnologias a serem adotadas pela sua empresa.

Muitas dessas tecnologias são usadas de modo combinado. Para reduzir os custos de ter um ERP, muitas empresas optam por rodar esses sistemas de gestão empresarial na nuvem. A economia gerada por essa tecnologia abre espaço no orçamento das companhias para fazer inovação digital no negócio-chave de qualquer empresa. E, principalmente, permite uma integração mais fácil e rápida desses componentes de inovação digital.

Dado este primeiro passo, fica mais fácil aproveitar as vantagens de outras tecnologias capazes de propiciar inovação. O big data vai melhorar a capacidade das empresas em analisar e mesmo prever o comportamento dos consumidores. A mobilidade vai permitir que colaboradores trabalhem de maneira remota sem perda de produtividade. Já a inteligência artificial vai permitir a automação de trabalhos repetitivos e fazer seus funcionários trabalharem em projetos que demandem criatividade.

O ERP passa por mudanças e está cada vez mais flexível e “inteligente”: com a adoção do ERP em nuvem, será fácil agregar ferramentas aos sistemas de gestão, em soluções adaptáveis ao tamanho de cada empresa. Além disso, a inteligência artificial ajudará na coleta e análise de dados, tornando mais rápida a tomada de decisões, de modo a satisfazer as necessidades do cliente. Em suma, o ERP não será apenas um repositório de informações, mas uma parte por onde passará todos os dados desse novo ecossistema digital, e mais ainda, dando sustentação para a estratégica do negócio das empresas.

Saiba mais, entre em contato conosco hoje mesmo!

 

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PESQUISAR O QUE?

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Já falamos em alguns textos anteriores, sobre a necessidade de realização de pesquisas, para empresas ou projetos, de tal modo a facilitar a gestão, ou mesmo, a tomada de decisão. Bom, este texto objetiva então apresentar alguns tipos de pesquisas possíveis nestes casos e dicas para que seja possível conduzir pesquisas de caráter mais simples e utilizá-las de forma adequada.

Quais pesquisas podem ser relevantes no dia a dia de um negócio ou projeto?

Pesquisas que podem orientar ações ou processos são bastante comuns. Pesquisas desta natureza podem ser por exemplo, satisfação de clientes, definição de perfis demográficos ou sócio-econômicos de públicos desejados, mensuração de ações de publicidade, mensuração de eventos informativos, erros e falhas de produção, impressão ou percepção em relação a um serviço ou produto. Esses são alguns tipos básicos de pesquisas que podem estar presentes no dia a dia dos negócios e projetos, vamos a como operacionalizá-los.

Qual a primeira etapa para realizar qualquer pesquisa?

Qualquer pesquisa que seja, deve primeiramente, conter um objetivo claro e uma etapa de planejamento, onde são definidos prazo de duração, delimitação da amostra ou dos grupos envolvidos, metodologia, formato de apresentação dos resultados, custos estimados, equipe responsável, periodicidade caso sejam necessárias várias realizações da mesma pesquisa. Feito isso, tem-se mais três grandes etapas.

A segunda etapa:

Deve ser realizada a elaboração do instrumento de coleta de informação. Comumente, será um questionário ou um roteiro de entrevista, no entanto, não é tão simples assim. Estes instrumentos são definidos de acordo com o público da pesquisa e possuem uma diversidade enorme de variações, do tipo, questionários estruturados, semi-estruturados, abertos, fechados, etc. É preciso fazer uma definição quanto a este instrumento e, posteriormente, a definição do canal possível para que este instrumento de pesquisa alcance o seu público.

A terceira etapa:

Deve ser realizado um pré teste, com uma amostra reduzida, do instrumento de coleta definido. Este pré teste deve ser cuidadosamente avaliado, quanto ao seu resultado preliminar e principalmente se o conteúdo ou questões, funcionou de forma adequada e se foi de entendimento do público. Uma questão importante, é que esta etapa deve ser feita pela equipe responsável, no sentido de conseguir analisar, o instrumento de coleta de dados de fato responde ao objetivo da pesquisa?

A quarta e última etapa:

Constitui-se na operacionalização da pesquisa, que deve conter indicadores de acompanhamento contínuos durante seu período de realização, bem como pequenos testes de desvio, que verificam se a ocorrência da pesquisa esta saindo conforme o planejado. Finalizada a coleta, é feita uma avaliação geral pela equipe responsável e posteriormente os dados são tabulados e apresentados da forma planejada anteriormente.

Este é um pequeno roteiro, pouco minucioso, mas que pode orientar uma pesquisa em sua empresa ou negócio. Caso precise do auxílio de um de nossos especialistas,ou tirar alguma dúvida, entre em contato conosco pelo contato@datasight.com.br.

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UMA REVOLUÇÃO SILENCIOSA

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Nós pouco percebemos, mas nos últimos anos, para ser mais exato nos últimos 20 anos, o mundo vem passando por uma transformação que, como predizem alguns analistas e especialistas, nos direciona para a quarta revolução mundial, a de inteligência artificial. Neste interim, a tecnologia de análise e processamento de dados, principalmente nos últimos 10 anos, se aprofundou de forma tal que, empresas e ações, a pouco inimagináveis, são nos dias atuais, ferramentas indispensáveis a vida da sociedade, cada vez em uma gama maior de atividades cotidianas e em faixas de idade diversas.

O sistema Android, o Google, o próprio Facebook, o e-commerce são formas com que os grandes players deste segmento processam informação e a convertem em negócios. A conectividade, de uma forma geral, aliada a formas cada vez mais inteligentes de organizar e aplicar dados no formato de informação, gerou uma explosão de aplicativos que visam conduzir de uma forma mais inteligente, atividades rotineiras, como tomar água, por exemplo. Temos nos tornado cada vez mais seres guiados por dados, altamente processados e velozmente aplicados em nosso dia a dia, sem que possamos sequer compreender isso as vezes.

Bom, isso não tem volta, e nem é um anúncio novo. No entanto, existem algumas tendencias que valem a pena se ter em mente, pois se este é um movimento sem volta, cabe a nós discutirmos criticamente e nos adaptarmos a ele. Nossas vidas e nossos negócios, bem como a forma com que nos organizamos, vem mudando silenciosamente, e fica a pergunta, o que você tem feito para utilizar isso a seu favor?

A primeira tendência, a ser vista com atenção, é a experiência digital do consumidor, mesmo que as preferências pela loja física ocorram. As pessoas desejam decidir por algo com base em informações dadas a elas, não somente por compradores, mas com o que podem dispor de ferramentas de contato on-line, e o que muda bastante do que já vivenciamos, são os desejos por sugestões e avaliações de usuários em tempo real, para então, basear suas decisões de compra.

As decisões econômicas são cada vez mais baseadas em ferramentas digitais. A elaboração de modelos computacionais tem alcançado novas dimensões e conduzido os analistas à decisões assistidas pelas máquinas.Isso faz com que não só sejam necessários profissionais com um nível maior de multidisciplinaridade, mas também uma economia cada vez mais interconetada e dependente de dados.

“No friction”, termo que se traduz como “não atrito”, representa a aplicação de inteligência em ações rotineiras, de maneira que elas precisam ser simplesmente administradas, pois são realizadas por aplicações digitais. Esta é recente, e já presente, o que vem mudando é que ela tem despertado o mundo para a automação de suas necessidades rotineiras, o que tem levado cada vez mais, os millenials, a serem construtores de soluções desta natureza e isso tem levado ao principal, cada vez mais a linguagem computacional tem se tornado mais acessível, prática e utilizável por quem quer que seja, sem mesmo a necessidade de uma formação específica para tal.

Essas são tendências fundamentais, que devem ser percebidas com atenção, principalmente pelos negócios. Eles levam a mudanças significativas nos mercados e nas expectativas dos consumidores, e portanto, levam as empresas a uma reação, qual será a do seu negócio? Os dados estão a solta, cabe a nós, a partir destas ferramentas compreendê-los e utilizá-los a nosso favor.

Esperamos que tenham gostado, em breve apresentaremos novas tendências que o mercado tem apresentado.

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O QUE É INFORMAÇÃO ESTRATÉGICA E COMO OBTÊ-LA?

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Em nossos artigos sempre comentamos sobre a necessidade de observação e análise de “informações estratégicas”, e então nos deparamos com a necessidade de escrever sobre o que exatamente é a informação estratégica e de que maneira é possível se manter antenado neste tipo de informação. É vasta a conceituação e literatura sobre o tema de informação estratégica e principalmente seus usos e fluxos nas organizações. Grandes autores como Peter Druker e Michael Potter*, tratam sobre o tema trazendo sempre a tona sua relevância, uma vez que a informação está na vanguarda do processo de evolução da sociedade.

Trataremos informação estratégica como a informação capaz de gerar uma nova análise, decisão, ação e resultados para seu usuário, ou seja, trabalharemos em um conceito mais amplo que somente no ambiente de negócios. A partir deste ponto de vista, a informação estratégica passa a ter uma condição de alavancar resultados (de qualquer tipo) a um novo patamar. Para esta conversa, convidamos o nosso cientista de dados, Renato Prado Siqueira, para falar um pouco sobre como vemos, pensamos e acreditamos em informação estratégica, dando enfoque na elaboração e veiculação de nossos boletins.

Renato, de onde surgiu a ideia de elaborar boletins com dados econômicos?

“A ideia dos boletins surgiu quando procuramos algo parecido no mercado local, contudo não achamos o que procurávamos. Ao procurar em instituições renomadas de outros estados, o resultado não foi muito diferente. Logo, pensamos: “Por que não tentar fazer algo diferente? Principalmente no aspecto da apresentação dos dados.” A partir daí começamos a estudar manipulação de dados e formas diversas de apresentações, culminando nos nossos boletins. Tenho consciência que alguns aspectos dos boletins ainda precisam ser melhorados, mas já considero um grande avanço, sem contar o fato de que eles estão focados nos dados econômicos locais, o que é muito difícil e raro.”

Por que é necessário observar este tipo de informação?

“Com o conhecimento dessas informações, todos aqueles direta ou indiretamente envolvidos no tema podem se informar sobre o que está acontecendo e, consequentemente, ficam mais preparados para o momento atual, além de possuírem bons subsídios para o planejamento e elaboração de estratégias no presente e futuro. No mercado, aquele que tem mais informação (nem que seja mínima) sai muito à frente do que o não tem.”

O que há de tão especial nessas informações?

“Essas informações são importantes porque elas retratam o ambiente econômico recente, a conjuntura que nos permeia, possibilitando saber o que está acontecendo aqui e agora. A informação  é essencial para entender o hoje e estar preparado para o amanhã.”

Por que a Datasight divulga estes boletins?

“Divulgamos esses boletins pelo fato de acreditarmos que essas informações são importantes para qualquer um, seja ele empresário, empregado, estudante ou curioso. Como, ao nosso olhar, não estavam sendo divulgados devidamente e, dado a sua importância, preparamos esses materiais periódicos para, além da divulgação de nossos serviços, servir de ajuda a quem interessar. E a melhor parte: tudo isso de forma gratuita.”

Quais são os boletins disponíveis? Existem novos?

“Até o momento elaboramos boletins que abrangem 2 (duas) grandes áreas econômicas: o mercado de trabalho formal, já divulgado, e o mercado externo (exportações e importações), que será divulgado em breve. No primeiro, as informações divulgadas dizem respeito a dinâmica do mercado de trabalho local específico (variando a cidade e região), com dados dos setores que mais contrataram e demitiram, bem como as características dos mesmos trabalhadores contratados e demitidos (salários firmados, grau de escolaridade, sexo, tempo de emprego, ocupação etc).

 

Por sua vez, em relação ao mercado externo, temos 3 boletins distintos. Um de cunho geral, comparando o estado do MS como um todo frente aos outros estados brasileiros e países do mundo, além de séries históricas e ramos de produtos mais exportados e importados, dando um panorama geral e rápido de nossa Balança Comercial. Os demais dividem-se em exportações e importações, aprofundando-se mais nos produtos e municípios, apresentando também projeções para os próximos meses dos valores comercializados.

Em conjunto, esses 3 boletins do mercado externo possuem detalhes e informações ricas para aqueles com diversos interesses nesse setor.

Apesar desses boletins (mercado de trabalho e mercado externo) em número constituírem quase 10 publicações mensais, estamos trabalhando em outros dados divulgados periodicamente, de forma a trazer mais importantes informações estratégicas para todos os setores da sociedade. Acompanhem pelo nosso site e fanpage.”

Este panorama apresentado pelo nosso sócio fundador e cientista de dados, Renato Prado Siqueira, representa exatamente o que nós da Datasight pensamos e fazemos sobre informação estratégica, que é percebê-la além de um conceito importante, mas realizá-la na prática! Exitem diversas fontes oficiais, como sites do governo, de associações, anuários dentre outros que podem apresentar boas informações sobre um segmento, além é claro de pesquisas acadêmicas. Para mais informações, acesse nossa aba de publicações, lá você encontrará todos os boletins aqui citados. Deixamos novamente algumas recomendações de leitura sobre o tema.

Aproveite a leitura e o conhecimento! Até a próxima.

* DRUCKER, P. Desafios gerenciais para o século XXI. São Paulo: Pioneira, 1999. 168p.

* PORTER, M. What’s strategy? Harvard Business Review, v.74,n.6, p.61-78, 1996.