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GESTÃO DE DADOS: A IMPORTÂNCIA DOS DADOS NAS EMPRESAS

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Trabalhar com dados não é fácil. Para aqueles que têm pouco tempo e muitas outras atividades para pensar e decidir, menos ainda. Entretanto, os dados são o que uma empresa tem de mais valioso para tomar boas decisões, aproveitar oportunidades, contornar desafios e atingir lucratividade.

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DATASIGHT E SEBRAE REALIZAM WORKSHOP PARA SUPERMERCADOS EM CAMPO GRANDE

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Aconteceu ontem, 3 de abril, o “Workshop Mercado e Conveniência: Tendências e Estratégias para Lucrar em 2018”, realizado pelo Sebrae-MS em parceria com a Datasight Pesquisa e Inteligência de Negócios, no auditório do Sebrae em Campo Grande. O evento contou com a presença de diversos pequenos e médios empresários do setor. Hoje, o workshop acontece em Dourados, às 19h, também no auditório do Sebrae. (mais…)

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O LIMITE DO PLANEJAMENTO

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Muitas vezes se ouve dizer sobre a necessidade de planejar a vida pessoal, a carreira, os projetos, os negócios e até as férias. Chega ser cansativo, não é?! Porém, não deixa de ser verdadeiro que um evento planejado, tem chances bem maiores de ocorrer conforme o esperado. O planejamento em si é um elemento que surge da necessidade humana de controlar certo grupo de atividades, no trabalho, na vida cotidiana, no relacionamento, enfim, eventos nos quais cada um de nós encontra-se envolvido diariamente. Ou seja, sob um ponto de vista mais amplo, nos conectamos sob uma rede de planos, que nos conduzem a objetivos que não são necessariamente nossos, mas comuns a grupos, comunidades, países ou sociedades inteiras.

Isto serve para que nos alertemos para algo que é muito recorrente nos dias de hoje, fórmulas de sucesso, receitas de bolo, modos de fazer, etc, etc, etc … Classificam as novas gerações de milhares de maneiras, Z, X, Baby Boomers, porém, com relação ao planejamento nota-se uma elevada necessidade de apresentar o “planejamento para o sucesso”, exacerbado, na forma de uma receita realizável por qualquer um, a qualquer tempo e a qualquer custo. Bom, a esta questão, se soma a inabilidade de algumas pessoas que aderem a estas fórmulas de planejar, e assim, tem-se um problema de viver planejando, a cada novo instante e nova ação.

O problema mais grave que observamos nisso é: muitos que acham ter a fórmula do “planejamento para o sucesso” saem por ai disseminando-a, outros tantos carentes de uma luz, aderem a elas, e estes vão acumulando-se em multidões planejantes, que com o perdão do neologismo, são em sua maioria gente de muito discurso e pouca ação. Por isso, escrevemos este texto, para alertar, que planejamento tem um limite! Deve ser conduzido de forma adequada, com um método de credibilidade, a partir de informações estratégicas e de forma acessível, porém não com menos rigor ao método, e principalmente, planejamento deve ser posto em prática e revisto continuamente, pois planos pequenos não alcançam objetivos verdadeiramente grandes!

Portanto, cuidado com este grande núcleo que se forma, com fórmulas de sucesso muito prontas. Cuidado, para não ser um exímio planejador de planos que não saem do papel. Existem várias técnicas atuais, muito fáceis e bestante potentes no sentido de realização de um bom planejamento. As Startups, mantidas exceções, possuem um modelo de planejar e executar, particularmente fantástico. O design thinking, os formatos de visual planning, o Canvas, são por exemplo técnicas muito novas que podem levar a planejamentos incríveis.

Fica aqui nosso recado, se quiser saber um pouco mais, entre em contato conosco: contato@datasight.com.br

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CONCORRENTES OU PARCEIROS?

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A grande conexão de empresas locais com o mercados cada vez mais distantes, tornou a economia no mundo todo mais complexa, a internet e o varejo online não só intesificou como acelerou este processo, tornando ainda mais complexas as relações comerciais atuais. Em um olhar mais amplo, temos vendedores comercializando com consumidores de outros países, com preferências e necessidades bem distintas dos consumidores locais, e portanto, concorrendo não mais com os vizinhos que comercializam localmente, mas agora com empresas de outros países, que por vezes, podem assumir vantagens de comercialização e produção em seus países.

Este é um breve destaque, para que seja possível compreender que o concorrente em um setor, qualquer que seja, mas principalmente os voltados ao mercado internacional, não são mais os mesmos, de modo que, é preciso assimilar estas novas realidades a gestão do negócio. Isto quer dizer que, não é possível olhar localmente para os antigos concorrentes de forma tão distante e hostil, mas é sim, preciso um novo olhar, principalmente no sentido de assumir um elo de parceria.

Esta parceria pode se dar de várias formas, no atendimento a nichos de mercado, na criação de novos produtos, na troca de informações e tecnologia, enfim, são inúmeros modelos que podem ampliar os horizontes do seu negócio e torná-lo mais competitivo, desde que, é claro, esta parceria seja conduzida de forma a gerar benefícios mútuos e seja gerida para que os resultados desejados sejam alcançados. Gerir a parceria significa antes de tudo planejar e definir objetivos claros, tempo de parceria e os termos em que ela irá ocorrer. Segundo passo é estabelecer um cronograma de atividades, evidenciando claramente as atribuições de cada parte da parceria, contatos constantes e até mesmo a abertura da operação para o parceiro, em alguns casos são cruciais para o exito da parceria, por fim a avaliação de resultados.

Neste processo, o bom senso e uma boa dose de empatia são fundamentais, de modo que ser parceiro é primeiramente aprender a ceder em alguns momentos para obter ganhos maiores e melhores em outros. Pense nisso, parcerias não precisam nem necessariamente envolver recursos financeiros para serem de grande valia, pois conectados podemos fazer mais e melhor.

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NOVOS PRODUTOS E NOVOS MERCADOS

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Quando uma empresa deseja expandir é comum o planejamento se direcionar para a escolha de determinados produtos que liderarão a expansão e para mercados promissores onde esta possa ocorrer. Este é um momento e uma escolha decisiva neste processo, pois com o produto errado, no mercado errado, dificilmente uma excelente campanha de publicidade vá salvar esta expansão do fracasso. Hoje, de algumas sugestões para contribuir na escolha mais adequada de produto e mercado, de forma a contribuir com parte deste complexo processo que é a expansão.

Qual o melhor mercado?

É bastante incomum, principalmente nas pequenas empresas, que se faça este questionamento. Os gestores costumam compreender o seu mercado de forma uniforme e genérica, por exemplo: uma empresa que vende rolamentos para máquinas pode entender como seu mercado proprietários de máquinas que utilizam rolamentos em seu funcionamento. Porém, esta é uma descrição genérica, que possui muitas importantes informações implícitas, com por exemplo, onde estão localizados estes proprietários? Qual tipo de uso fazem com os rolamentos adquiridos? Compram somente rolamentos? Essas três perguntas básicas, poderiam revelar alguns padrões importantes em relação ao público consumidor e ao comportamento de parte do seu mercado. Parte? Como assim? Simples, e o seu fornecedor, ou melhor fornecedores? Eles não são parte do seu mercado também? Saber estas mesmas informações do seus fornecedores também pode ampliar a sua compreensão de mercado. Assim, uma percepção mais ampla do mercado, como sendo todo o ambiente onde se realizam as transações para que o seu produto final chegue até seu cliente, é fundamental para uma escolha desta natureza.

Qual o melhor produto?

A escolha do produto ideal para liderar a expansão deve seguir duas regras básicas de decisão, normalmente, primeiro o produto que tem a melhor resposta em termos de retorno de vendas costuma ser o preferido, e aquele que possui ampla aceitação no seu mercado direto, também. Esta é uma regra de escolha plausível, porém, baseada em certo censo comum sobre a situação. Aqui vão algumas importantes dicas, primeiramente, uma pesquisa com relação as preferências do consumidor é o primeiro passo para uma boa compreensão desta escolha.

Em segundo lugar, estudar o mercado e os mecanismos de contato com o público alvo e com novos mercados potenciais, como o de seus fornecedores por exemplo pode ser uma excelente fonte de novas estratégias. O terceiro passo se constitui justamente na formulação de uma estratégia baseado no conhecimento adquirido pelas pesquisas, incluindo a campanha publicitária. Por fim é importante determinar uma fase de testes, com prazos e metas bem definidos, de modo que seja possível medir a aderência do produto.

Não é simples conduzir um processo de expansão, no entanto, alguns passos são fundamentais primeiramente bons dados e uma pesquisa consistente em relação ao mercado. Uma percepção ampliada com relação ao mercado e conhecimento do público alvo são também fundamentais para a condução deste processo. Outro fator bastante importante trata-se da prototipagem, processo muito bem conduzido atualmente pelas startups, e atualmente utilizado nos novos métodos de planejamento estratégico. Esta etapa pode gerar um análise ampliada e rápida em relação ao produto no mercado e situações possíveis de melhoria, tudo isso com baixo custo e de forma rápida.

Esperamos ter contribuído um pouco mais sobre o seu conhecimento em relação a este tema. Novos aprofundamentos serão feitos em novos textos sobre assuntos específicos aqui tratados. Curta e comente nossos conteúdos, caso tenha dúvidas entre em contato conosco pelo e-mail contato@datasight.com.br.

Até breve!

Equipe Datasight

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INDICADORES DE DESEMPENHO

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Muitas vezes olhando na internet e no noticiário nos deparamos com empresas que demonstram estrondoso sucesso com relação ao atendimento ao seu público alvo. Nós que olhamos de fora, nos perguntamos inúmeras vezes duas coisas quando nos deparamos com esta situação: a primeira é como esta empresa fez isso? A segunda é sempre, a mais desconfiada e invejosa, será mesmo que ela obteve estes resultados? Os empresários normalmente quando entrevistados tem um número de bolso para falar sobre o seus resultados, o famoso “30%”, de aumento no faturamento, de aumento das vendas, de crescimento de mercado, parece muito mais um jargão de quem na verdade não sabe ao certo o valor real a ser apresentado. Obviamente, isso é muito comum, mas felizmente não é uma generalidade, ou seja, temos muitas empresas que alcançam excelentes resultados e certamente utilizam dois passos importantes na jornada do sucesso: objetivos claros e  resultados bem medidos, e é sobre eles que vamos falar um pouco mais hoje.

Traçando objetivos claros:

Primeiramente, é difícil alcançar o sucesso desejado sem saber qual é de fato o “sucesso desejado”! Assim, traçar um objetivo claro e coerente, que direcione ao tipo de sucesso esperado é fundamental. Para isso, conhecer profundamente os números internos da empresa e possuir uma boa conjuntura do mercado são ações chave para se estabeler um objetivo possível e direcionado ao caminho esperado.

Que tipo de números devo conhecer?

Diversos, mas principalmente aquilo que chamamos de indicadores de desempenho, ou seja, números que refletem o potêncial da empresa ao longo do tempo. Essses indicadores são construídos geralmente por cálculos não tão complexos, de acordo com a característica de negócio da empresa, e comumente são oriundos dos registros de dados da empresa, como por exemplo, o balanço patrimônial, demonstrativo de resultados do exercício, contas a pagar, contas a receber, histórico de vendas e histórico de compras, dentre outros. Esses registros, quanto mais apurados e detalhados, fornecem melhores indicadores de desempenho para a gestão.

Quais indicadores devo utilizar?

Existem vários tipos de indicadores e eles podem variar de acordo com o tipo de objetivo a ser traçado, com o mercado em que a empresa encontra-se posicionado, porém, existem alguns indicadores básicos que representam a viabilização do negócio ao longo do tempo e sua capacidade de avanço, são eles: receitas merecidas, ponto de equilíbrio, necessidade ou disponibilidade de capital de giro, ciclo operacional, estoque total e estoque mínimo, preço de venda, além de outros para alguns casos mais complexos, onde as empresas possuem uma vinculação ao mercado financeiro. No entanto, sem dados adequados esses indicadores que são bastante simples de serem calculados no dia a dia, passam a ser extremamente difíceis de serem construídos, e então, os velhos “30%” serão a saída para o seu planejamento de objetivos.

A empresa fala!

Normalmente não é preciso realizar um levantamento muito detalhado de dados para observar diretamente a situação da empresa e indicar objetivos muito claros, do tipo, necessidade de aumento das vendas, necessidade de redução de custos, possibilidade de expansão ou estagnação. Assim, costumamos dizes, que a empresa fala por meio de seus números. Cabe ao gestor possuir “uma escuta sensível”, ou seja, indicadores e dados apurados. Isso aliado a um conhecimento do mercado, que deve se dar por uma boa pesquisa e principalmente pelo monitoramento de alguns números do mercado como emprego, renda disponível, crescimento da economia, inflação, crescimento do setor, são receitas garantidas para o sucesso. O grande problema é que normalmente isso não acontece, não desta forma.

Esperamos ter contribuído um pouco mais para o seu conhecimento em relação a utilização de dados para a viabilização de negócios. Entendemos que este tema necessita de um aprofundamento maior, que será apresentado em novos textos, aguardem.

Deixe seu comentário e a sua curtida ou, caso desejar entre em contato conosco pelo e-mail: contato@datasight.com.br.

Até logo!

Equipe Datasight

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O QUE É INFORMAÇÃO ESTRATÉGICA E COMO OBTÊ-LA?

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Em nossos artigos sempre comentamos sobre a necessidade de observação e análise de “informações estratégicas”, e então nos deparamos com a necessidade de escrever sobre o que exatamente é a informação estratégica e de que maneira é possível se manter antenado neste tipo de informação. É vasta a conceituação e literatura sobre o tema de informação estratégica e principalmente seus usos e fluxos nas organizações. Grandes autores como Peter Druker e Michael Potter*, tratam sobre o tema trazendo sempre a tona sua relevância, uma vez que a informação está na vanguarda do processo de evolução da sociedade.

Trataremos informação estratégica como a informação capaz de gerar uma nova análise, decisão, ação e resultados para seu usuário, ou seja, trabalharemos em um conceito mais amplo que somente no ambiente de negócios. A partir deste ponto de vista, a informação estratégica passa a ter uma condição de alavancar resultados (de qualquer tipo) a um novo patamar. Para esta conversa, convidamos o nosso cientista de dados, Renato Prado Siqueira, para falar um pouco sobre como vemos, pensamos e acreditamos em informação estratégica, dando enfoque na elaboração e veiculação de nossos boletins.

Renato, de onde surgiu a ideia de elaborar boletins com dados econômicos?

“A ideia dos boletins surgiu quando procuramos algo parecido no mercado local, contudo não achamos o que procurávamos. Ao procurar em instituições renomadas de outros estados, o resultado não foi muito diferente. Logo, pensamos: “Por que não tentar fazer algo diferente? Principalmente no aspecto da apresentação dos dados.” A partir daí começamos a estudar manipulação de dados e formas diversas de apresentações, culminando nos nossos boletins. Tenho consciência que alguns aspectos dos boletins ainda precisam ser melhorados, mas já considero um grande avanço, sem contar o fato de que eles estão focados nos dados econômicos locais, o que é muito difícil e raro.”

Por que é necessário observar este tipo de informação?

“Com o conhecimento dessas informações, todos aqueles direta ou indiretamente envolvidos no tema podem se informar sobre o que está acontecendo e, consequentemente, ficam mais preparados para o momento atual, além de possuírem bons subsídios para o planejamento e elaboração de estratégias no presente e futuro. No mercado, aquele que tem mais informação (nem que seja mínima) sai muito à frente do que o não tem.”

O que há de tão especial nessas informações?

“Essas informações são importantes porque elas retratam o ambiente econômico recente, a conjuntura que nos permeia, possibilitando saber o que está acontecendo aqui e agora. A informação  é essencial para entender o hoje e estar preparado para o amanhã.”

Por que a Datasight divulga estes boletins?

“Divulgamos esses boletins pelo fato de acreditarmos que essas informações são importantes para qualquer um, seja ele empresário, empregado, estudante ou curioso. Como, ao nosso olhar, não estavam sendo divulgados devidamente e, dado a sua importância, preparamos esses materiais periódicos para, além da divulgação de nossos serviços, servir de ajuda a quem interessar. E a melhor parte: tudo isso de forma gratuita.”

Quais são os boletins disponíveis? Existem novos?

“Até o momento elaboramos boletins que abrangem 2 (duas) grandes áreas econômicas: o mercado de trabalho formal, já divulgado, e o mercado externo (exportações e importações), que será divulgado em breve. No primeiro, as informações divulgadas dizem respeito a dinâmica do mercado de trabalho local específico (variando a cidade e região), com dados dos setores que mais contrataram e demitiram, bem como as características dos mesmos trabalhadores contratados e demitidos (salários firmados, grau de escolaridade, sexo, tempo de emprego, ocupação etc).

 

Por sua vez, em relação ao mercado externo, temos 3 boletins distintos. Um de cunho geral, comparando o estado do MS como um todo frente aos outros estados brasileiros e países do mundo, além de séries históricas e ramos de produtos mais exportados e importados, dando um panorama geral e rápido de nossa Balança Comercial. Os demais dividem-se em exportações e importações, aprofundando-se mais nos produtos e municípios, apresentando também projeções para os próximos meses dos valores comercializados.

Em conjunto, esses 3 boletins do mercado externo possuem detalhes e informações ricas para aqueles com diversos interesses nesse setor.

Apesar desses boletins (mercado de trabalho e mercado externo) em número constituírem quase 10 publicações mensais, estamos trabalhando em outros dados divulgados periodicamente, de forma a trazer mais importantes informações estratégicas para todos os setores da sociedade. Acompanhem pelo nosso site e fanpage.”

Este panorama apresentado pelo nosso sócio fundador e cientista de dados, Renato Prado Siqueira, representa exatamente o que nós da Datasight pensamos e fazemos sobre informação estratégica, que é percebê-la além de um conceito importante, mas realizá-la na prática! Exitem diversas fontes oficiais, como sites do governo, de associações, anuários dentre outros que podem apresentar boas informações sobre um segmento, além é claro de pesquisas acadêmicas. Para mais informações, acesse nossa aba de publicações, lá você encontrará todos os boletins aqui citados. Deixamos novamente algumas recomendações de leitura sobre o tema.

Aproveite a leitura e o conhecimento! Até a próxima.

* DRUCKER, P. Desafios gerenciais para o século XXI. São Paulo: Pioneira, 1999. 168p.

* PORTER, M. What’s strategy? Harvard Business Review, v.74,n.6, p.61-78, 1996.

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COMO POSSO UTILIZAR MEUS DADOS DE FORMA ADEQUADA?

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Primeiramente definamos o que é essa tal “forma adequada”. Dados são gerados a todo o momento, de diversos tipos, em quantidades diversas, principalmente em uma empresa, que é um ambiente muito dinâmico. Vendas diárias, compras diárias, transferências de mercadorias e recursos, demissões, realocação de pessoal, produção. São tantas ocorrências gerando dados que as vezes é difícil até de notar esses dados sendo gerados e armazenados diariamente em um sistema de gestão. Quer saber, esse é um risco! Quando normalmente surge a pergunta “utilizar dados de forma adequada” os gestores e empresários estão falando justamente do processo contrário ao simples armazenamento, estão falando então da organização, análise, interpretação e apresentação destes dados de forma racionalizada.

Imagine rapidamente uma empresa de pequeno porte, armazenando seus dados de vendas diariamente e pense que esta empresa já é uma empresa consolidada no mercado, pois já está em operação a 20 anos. Fazendo rapidamente esta conta, supondo cerca de 300 registros diariamente, multiplicados por cerca de 260 dias úteis em um ano (aproximação), multiplicados por 20 anos de operação, bom teríamos um singelo número de 1.596.000 registros, e o mais intrigante é, caso fosse feita a seguinte pergunta para o proprietário desta empresa: qual produto foi mais vendido nestes 20 anos? Certamente ele não conseguirá responder a esta pergunta, e em muitos casos nem mesmo o sistema de gestão.

Muitos podem dizer que isso acontece pois é um exemplo de um pequeno negócio. Bom, a esses respondemos que essa não é uma realidade restrita a pequenos negócios, e muito ao contrário disso, é uma verdade disseminada em grandes instituições, no poder público e também em grandes empresas da iniciativa privada, que inclusive geram naturalmente uma quantidade muito superior de dados a esta que revelamos em nosso exemplo, e em muitos casos, nem se dão conta por possuírem processos desajustados e sistemas mais ainda. Estamos acostumados a lembrar dos “benditos dados” somente no momento em que um problema acontece, ou que uma crise se aproxima.

Por estes e outros motivos ainda mais profundos criamos uma lista com os 5 principais motivos para que você passe a pensar em possuir uma plataforma de BI dentro da sua empresa. Uma plataforma de BI, se ocupa justamente em fazer a gestão de grandes quantidades de dados e traduzir estes dados em informações pertinentes ao dia a dia do seu negócio, possibilitando assim, uma gestão mais adequada e em tempo real, além de uma tomada de decisão mais assertiva.

 

Está preparado? Pois bem, lá vão os 5 principais motivos para a sua empresa possuir uma plataforma de BI:

  1. Visualizar detalhes e comportamentos importantes do seu negócio. (Veja nosso artigo “Oque eu faço agora?”)
  2. Empoderar sua equipe de capacidade de analisar estrategicamente sua operação.
  3. Analisar a inserção do seu negócio em cenários futuros.
  4. É acessível e custa muito menos que gerir a sua empresa sem informações adequadas.
  5. Acompanhar a sua empresa a distância em tempo real.

Esperamos ter contribuído com o texto, caso queira saber um pouco mais, tenha dúvidas ou sugestões entre em contato conosco pelo e-mail contato@datasight.com.br

Fique de olho nos dados, eles podem mudar os rumos do seu negócio.

Um grande abraço, da equipe Datasight!

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O QUE EU FAÇO AGORA?

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Esta é uma pergunta muito recorrente no meio empresarial. A quantidade e a intensidade de ocorrência desse questionamento depende muitas vezes do porte da empresa, da sua maturidade de gestão, do momento da economia e principalmente da forma e do preparo com que os proprietários ou gestores conduzem a empresa. Quando nos referimos a preparo, não falamos simplesmente em formação acadêmica ou anos de estudo, nos referimos habilidades práticas e fundamentalmente compreensão do negócio.

É exatamente neste ponto que gostaríamos de mergulhar mais profundamente, a fim de buscar as raízes que levam a este recorrente questionamento. É muito comum, os gestores ou proprietários de um negócio se depararem com problemas como a falta de engajamento da equipe, balanços no vermelho, vendas abaixo das metas, baixa produtividade, custos elevados, baixas margens de lucro … seria possível elencar outros diversos pontos. Nesses momentos, normalmente surgem uma série de justificativas, do tipo, “a economia vai mal”,” os concorrentes são desleais”, “o fornecedor elevou os preços”, enfim, é criado um cenário ainda mais assustador para justificar as ações não realizadas.

Justamente ai surge o momento “nós sempre fizemos assim” e o questionamento “o que eu faço agora?”, o primeiro é exatamente um choque de realidade, onde o gestor ou proprietário sente que existe algo de errado com o seu negócio, e o segundo, bom, este é um pleno vazio de atitude com relação aos próximos passos da empresa diante do problema e do cenário ainda mais sombrio que acabou de se construir. Normalmente ai as empresas tendem a tomar dois diferentes rumos, o primeiro, é buscar reverter a situação, o segundo, agarrar-se nela com toda a força e aproveitar uma queda meteórica do negócio, da autoestima e sonhos dos proprietários e gestores.

A este momento decisivo no futuro do negócio gostaria de dar o nome de ponto de inflexão. O ponto de inflexão é um conceito matemático, que revela o momento exato de mudança de direção da trajetória descrita por uma variável até aquele momento, notem a semelhança com a realidade empresarial descrita. O que revela o quão positiva ou negativa será a nova trajetória é na matemática a derivada ou reta tangente ao ponto de inflexição, e os matemáticos que nos perdoem por esta metáfora, mas na realidade empresarial os fatores que tangenciam uma atitude diferenciada neste momento são justamente a compreensão estratégica do negócio e habilidades práticas de ação sobre as partes envolvidas, equipe, clientes, fornecedores e mercados.

Pois bem, aqui chegamos ao momento de dizer que existe uma luz no fim deste túnel, que não leve apenas para o fundo dele. A compreensão do negócio e as habilidades de agir de um empresário estão intimamente relacionadas com a sua natural capacidade de observar dados e gerar estes mesmos dados no que nós chamamos de informação estratégica. Essa informação pode ser de natureza muito complexa ou mesmo muito simples, mas elas empoderam gestores e empresários a tomar as melhores decisões em momentos difíceis, principalmente a saber quais ajustes finos a serem realizados nestes mesmos momentos. E pasmem, na maioria das vezes essas informações estão diante dos olhos de muitos empresários e são desperdiçadas diáriamente.

Bem, caso você tenha chegado a este ponto do texto, imagino que esteja esperando uma receita de bolo explicando como encontrar essas informações. Lamento dizer, mas essa receita não existe! Porém um bom passo em um momento como este é procurar uma visão externa do negócio, preferencialmente, que esteja técnicamente preparada para compreender detalhes que naturalmente passariam despercebidos. Além disso, manter-se informado sobre o mercado, acompanhar o comportamento de clientes de forma próxima, possuir controles gerenciais e principalmente assumir uma postura de gerenciamento estratégico do negócio, ou seja, não somente focado na operação são boas dicas para auxiliar neste processo.

Fique atento, conheça o ponto de inflexão do seu negócio e tome a melhor decisão!

Um forte abraço da equipe Datasight.

Para dívidas, sugestões e críticas  entre em contato pelo nosso e-mail contato@datasight.com.br, será um prazer para nós receber o seu contato.