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DESMISTIFICANDO O BUSINESS INTELLIGENCE

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A tradução literal de Business Intelligence, é “Inteligência do Negócio”, no entanto, esta simples tradução do termo é bastante ampla para a compreensão de toda a dimensão de atividades em que ele se desdobra.

O BI, como é normalmente conhecido, trata-se de uma tecnologia, que encontra-se na “crista da onda” em termos de gestão de dados e programação computacional. Esta tecnologia tem permitido as empresas um novo olhar e novas práticas com relação a gestão de dados, ganhando assim centralidade na tomada de decisão em ambientes de negócios complexos.

De que forma o BI tem contribuido para o dia a dia dos negócios?

Esta ferramenta contribui principalmente na tomada de decisão, fornecendo possibilidades ao gestor de ter fundamentos reais neste processo. Isso ocorre basicamente utilizando dados dos sistemas de informação armazenados pela empresa de forma organizada, construindo informações importantes para a decisão, que chamam-se estratégicas. (Veja mais em nosso artigo sobre informações estratégicas!)

Com isso, os usuários do BI, principalmente os decisores, são empoderados da capacidade analítica de uma situação real de compras, vendas, RH, dentre outras, para a tomada de decisão.

O BI é uma ferramenta para que tipo de negócios?

Todos. O BI é uma ferramenta democrática, a medida que pode ser elaborado para o tamanho e necessidades de informações estratégicas de cada empresa. Além disso, já existem diversas plataformas open source (de código aberto), que permitem elaborar plataformas de forma menos custosa.

Assim, os pequenos negócios que possuam dados armazenados, e não julgam no momento ser importante ou oportuno analisá-los, é o momento de rever esta posição, pois o mercado e a tecnologia avançam a cada dia e acirram cada vez mais a competição entre as empresas e incertezas do ambiente de negócios.

Que tipo de dados são necessários para a implantação de um BI em meu negócio?

Nos dias atuais, com a automação de sistemas nos negócios, praticamente todos os processos de uma empresa são armazenados em forma de dados. O cadastro de clientes, o registro de saídas de mercadorias, os registros de pagamentos, os registros de recebimentos, a entrada de mercadorias, enfim, um pequeno negócio gera uma infinidade de dados, e são estes dados que são convertidos em informações estratégicas, de acordo com a necessidade do negócio. Por exemplo, como decidir sobre o volume de compras de determinado produto em determinada época do ano com base no histórico do volume de vendas? Seria preciso, observar o valor do item, preferencialmente com as suas variações de preço até aquele período, e as variações do nível de vendas deste item. Este é um tipo simples de informação estratégica, que uma plataforma de BI pode dar em poucos segundos, e em visualizações gráficas, por exemplo.

Qual o custo de um projeto de BI?

Baixo. Principalmente em relação ao seu custo benefício. No entanto ele varia de acordo com o volume de perguntas chaves a serem respondidas pelo BI. Os custos de implantação de uma plataforma de BI, podem então variar de até R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para um pequeno negócio, a R$ 100.000,00 (cem mil reais) para o mesmo pequeno negócio com um volume maior de dados e perguntas a serem respondidas. É importante porém, certificar de que a empresa fornecedora do serviço de elaboração de uma plataforma como esta, tenha seriedade, seja confiável e possua experiência, pois dados são uma informação valiosa.

Esperamos que tenham gostado do nosso novo conteúdo. Curtam, compartilhem nas redes sociais e nos deêm sugestões de novos assuntos pelo contato@datasigh.com.br.

Aguardamos por vocês!

Um abraço da equipe Datasight.

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E O MERCADO FINANCEIRO COMO INVESTIR?

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O mercado financeiro é para muitos objeto de muitos preconceitos. Uns o julgam por parecer complexo, outros por não conhecerem bem suas possibilidades e acharem que ele se resume aos títulos, outros por julgarem que é um meio fácil de “ganhar dinheiro”, mesmo com o desconhecimento de como o fazer neste mercado. Como nós acreditamos que informação tem capacidade de modificar opiniões, desde que, fundamentada e estratégica, realizamos nesta semana um bate papo com um especialista neste mercado, o economista e assessor investimentos certificado pela CVM, associado a Lifetime Investimentos, Rennê Xavier**, nosso amigo e parceiro de longa data, com o objetivo de apresentar detalhes relevantes sobre este mercado. Por isso vamos direto a fala do nosso especialista:

Rennê, de forma bastante direta, qual a melhor forma de realizar investimentos no mercado financeiro?

O Brasil está passando por uma revolução na forma de investir dinheiro. Equivale à década de 70 nos EUA, quando 95% da população investia nos bancos mais populares, e por conta da queda da taxa de juros real americana, a população começou a procurar alternativas melhores  de investimento que dos bancos  mais populares, fortalecendo assim, a figura das corretoras de valores. A melhor forma hoje de se investir é através das corretoras independentes, pois elas conseguem trazer, através de um único cadastro, a opção de se investir em várias instituições financeiras, democratizando nossas aplicações, que ficavam antes restritas no banco ao qual você tinha conta.

A complexidade é normalmente um item que incomoda muito as pessoas, que costumam achar que o mercado financeiro é inacessível, isso é uma verdade? Ou os investimentos financeiros são acessíveis a qualquer público?

Desprezando um pouco a nossa velha Caderneta de Poupança, os investimentos são em certa parte acessíveis. No passado somente afortunados tinham acesso, e talvez por isso se tenha essa ideia de inacessibilidade até hoje.

Hoje, com 30 reais você consegue comprar um título público que não só rende mais que a poupança mas também mais segurança, e com os mesmos 30 reais você é capaz de comprar uma ação da Ambev, por exemplo, empresa que cresceu mais de 660% nos últimos 10 anos. Logicamente estamos falando de dois investimentos completamente diferentes, e possuem custos diferentes. Mas sim, o mercado financeiro vem se tornando mais acessível.

Um outro ponto interessante é como empresários e gestores financeiros parecem não ter muito contato com o mercado financeiro, para este público como podem melhor utilizar mercado financeiro? Por que devem acompanhar o mercado financeiro? E de que formas este mercado pode interferir nos negócios?

O mercado financeiro interfere direta e indiretamente na vida de muitas pessoas e muitas empresas. Acredito que todos saibamos como o dólar pode interferir em nossos negócios quando pensamos em importação e exportação, por exemplo. Mas existem outras variáveis importantes a serem analisadas desde a arroba do boi, que é importante para o produtor ter uma base de quanto ele poderia vender o seu rebanho e juros futuros, que indicam o “preço do dinheiro” no futuro (juros altos, empréstimos e financiamentos também altos). Mantemos contato direto com estas variáveis diariamente, muitas vezes não percebemos.

O mercado financeiro ajuda de diversas formas o nosso empresariado. Ele pode não só fazer investimentos para si, como também para a sua empresa. Alguns usam os investimentos financeiros para diversos objetivos dentro da empresa, como por exemplo: gestão mais eficiente do caixa, proteção contra oscilação do dólar (caso ele seja um importador ou um exportador), proteção contra oscilação de commodities agrícolas (caso seja um produtor rural), etc.

Conheço muitas empresas que estão estruturando a própria área de investimentos, porque descobriram a importância de dedicação a esse assunto.

Vamos imaginar um empresário, que importe muita matéria-prima em dólar.  Se o dólar subir perante o real sua mercadoria se encarece e ele seria obrigado a repassar o preço para o consumidor interno, mas como  provavelmente ele tem concorrentes e sabe que não pode mudar de preço da mercadoria final à medida que o dólar sobe ou desce, seria inviável. Uma das soluções seria comprar um direito de compra de dólar no futuro (Opção de compra), semelhante a um seguro de carro. Caso o dólar suba acima do preço combinado, no vencimento do contrato, o empresário exerce o direito de comprar um dólar caro a um preço mais barato, podendo assim compensar o encarecimento da  matéria prima, e caso o dólar caia, sua matéria-prima fica barata e ele paga apenas o direito que adquiriu.

Algo que todos desejam saber sobre o investimento no mercado financeiro é sobre os seus custos, muitos acham que é preciso muito dinheiro envolvido em transações assim, fale um pouco mais sobre Quais o custo de investir no mercado financeiro? Qual o custo de uma assessoria de investimentos? E se é seguro investir dessa forma?

Há alguns custos diretos e indiretos de se investir no mercado financeiro, assim como qualquer outro tipo de investimento. Alguns deles são: taxas de administração, em fundos e investimento; taxas de custódia, em renda fixa e renda variável; corretagens, em renda varável, e outros custos. Esses custos variam de acordo com a instituição financeira através da qual serão feitas as transações. Muitas pessoas não sabem, mas nos bancos tradicionais também se pagam taxas e posso afirmar que são bem mais caras que empresas independentes. Cabe ao investidor fazer uma pesquisa de mercado para pagar as menores taxas e os melhores serviços.

O Assessor de investimentos é o especialista, que vai auxiliar o investidor a aplicar seu dinheiro de acordo com seu perfil e objetivos de vida. E é extremamente seguro investir desta forma, inclusive acredito, que é até mais seguro, pois a pessoa tem um profissional a sua disposição, que vai entendê-lo por completo, não permitindo que ele caia em algum tipo de investimento longe do seu perfil.

Uma assessoria de investimentos não traz custo adicional ao cliente. Quando um ativo é comprado, por exemplo, um CDB 120% do CDI, esse investimento  já paga uma comissão ao assessor. Isso traz um círculo virtuoso, jogamos no mesmo time do cliente.

É bastante claro então, pela fala do nosso especialista, que  o mercado ofinanceiro não pode nem deve ser visto com tantos pré-conceitos, pois tem influência direta nos negócios e é um importante mercado regulador de alguns variáveis econômicas de muita importância, principalmente para os negócios. Desta forma, é muito importante, principalmente com a evolução desse mercado e de seus agentes, estar antenado as oscilações que nele acontecem e também buscar alternativas que possibilitem a diversificação do investimento, com sabedoria, segurança e principalmente estratégia, para os negócios, projetos e pessoas.

Esperamos ter contribuído informações que os levem as melhores decisões! Ficamos por aqui, deixando os contatos do nosso especialista que estará a disposição para maiores dúvidas e esclarecimentos. Esperamos tê-lo mais vezes em nosso Blog Rennê, você e toda a equipe da Life Time!

Grande abraço, e uma ótima semana de investimentos!

** Contatos Rennê Xavier – AAI

Assessor de Investimentos

Direct: +55(67) 3253-0488

Office: +55(67) 3213-7480

Mobile: +55(67) 8167-0106

renne.xavier@lftm.com.br

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O QUE É INFORMAÇÃO ESTRATÉGICA E COMO OBTÊ-LA?

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Em nossos artigos sempre comentamos sobre a necessidade de observação e análise de “informações estratégicas”, e então nos deparamos com a necessidade de escrever sobre o que exatamente é a informação estratégica e de que maneira é possível se manter antenado neste tipo de informação. É vasta a conceituação e literatura sobre o tema de informação estratégica e principalmente seus usos e fluxos nas organizações. Grandes autores como Peter Druker e Michael Potter*, tratam sobre o tema trazendo sempre a tona sua relevância, uma vez que a informação está na vanguarda do processo de evolução da sociedade.

Trataremos informação estratégica como a informação capaz de gerar uma nova análise, decisão, ação e resultados para seu usuário, ou seja, trabalharemos em um conceito mais amplo que somente no ambiente de negócios. A partir deste ponto de vista, a informação estratégica passa a ter uma condição de alavancar resultados (de qualquer tipo) a um novo patamar. Para esta conversa, convidamos o nosso cientista de dados, Renato Prado Siqueira, para falar um pouco sobre como vemos, pensamos e acreditamos em informação estratégica, dando enfoque na elaboração e veiculação de nossos boletins.

Renato, de onde surgiu a ideia de elaborar boletins com dados econômicos?

“A ideia dos boletins surgiu quando procuramos algo parecido no mercado local, contudo não achamos o que procurávamos. Ao procurar em instituições renomadas de outros estados, o resultado não foi muito diferente. Logo, pensamos: “Por que não tentar fazer algo diferente? Principalmente no aspecto da apresentação dos dados.” A partir daí começamos a estudar manipulação de dados e formas diversas de apresentações, culminando nos nossos boletins. Tenho consciência que alguns aspectos dos boletins ainda precisam ser melhorados, mas já considero um grande avanço, sem contar o fato de que eles estão focados nos dados econômicos locais, o que é muito difícil e raro.”

Por que é necessário observar este tipo de informação?

“Com o conhecimento dessas informações, todos aqueles direta ou indiretamente envolvidos no tema podem se informar sobre o que está acontecendo e, consequentemente, ficam mais preparados para o momento atual, além de possuírem bons subsídios para o planejamento e elaboração de estratégias no presente e futuro. No mercado, aquele que tem mais informação (nem que seja mínima) sai muito à frente do que o não tem.”

O que há de tão especial nessas informações?

“Essas informações são importantes porque elas retratam o ambiente econômico recente, a conjuntura que nos permeia, possibilitando saber o que está acontecendo aqui e agora. A informação  é essencial para entender o hoje e estar preparado para o amanhã.”

Por que a Datasight divulga estes boletins?

“Divulgamos esses boletins pelo fato de acreditarmos que essas informações são importantes para qualquer um, seja ele empresário, empregado, estudante ou curioso. Como, ao nosso olhar, não estavam sendo divulgados devidamente e, dado a sua importância, preparamos esses materiais periódicos para, além da divulgação de nossos serviços, servir de ajuda a quem interessar. E a melhor parte: tudo isso de forma gratuita.”

Quais são os boletins disponíveis? Existem novos?

“Até o momento elaboramos boletins que abrangem 2 (duas) grandes áreas econômicas: o mercado de trabalho formal, já divulgado, e o mercado externo (exportações e importações), que será divulgado em breve. No primeiro, as informações divulgadas dizem respeito a dinâmica do mercado de trabalho local específico (variando a cidade e região), com dados dos setores que mais contrataram e demitiram, bem como as características dos mesmos trabalhadores contratados e demitidos (salários firmados, grau de escolaridade, sexo, tempo de emprego, ocupação etc).

 

Por sua vez, em relação ao mercado externo, temos 3 boletins distintos. Um de cunho geral, comparando o estado do MS como um todo frente aos outros estados brasileiros e países do mundo, além de séries históricas e ramos de produtos mais exportados e importados, dando um panorama geral e rápido de nossa Balança Comercial. Os demais dividem-se em exportações e importações, aprofundando-se mais nos produtos e municípios, apresentando também projeções para os próximos meses dos valores comercializados.

Em conjunto, esses 3 boletins do mercado externo possuem detalhes e informações ricas para aqueles com diversos interesses nesse setor.

Apesar desses boletins (mercado de trabalho e mercado externo) em número constituírem quase 10 publicações mensais, estamos trabalhando em outros dados divulgados periodicamente, de forma a trazer mais importantes informações estratégicas para todos os setores da sociedade. Acompanhem pelo nosso site e fanpage.”

Este panorama apresentado pelo nosso sócio fundador e cientista de dados, Renato Prado Siqueira, representa exatamente o que nós da Datasight pensamos e fazemos sobre informação estratégica, que é percebê-la além de um conceito importante, mas realizá-la na prática! Exitem diversas fontes oficiais, como sites do governo, de associações, anuários dentre outros que podem apresentar boas informações sobre um segmento, além é claro de pesquisas acadêmicas. Para mais informações, acesse nossa aba de publicações, lá você encontrará todos os boletins aqui citados. Deixamos novamente algumas recomendações de leitura sobre o tema.

Aproveite a leitura e o conhecimento! Até a próxima.

* DRUCKER, P. Desafios gerenciais para o século XXI. São Paulo: Pioneira, 1999. 168p.

* PORTER, M. What’s strategy? Harvard Business Review, v.74,n.6, p.61-78, 1996.

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UM OLHO NO PEIXE E O OUTRO NO GATO

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Esta é uma expressão popular muito comum e engraçada, a certa medida. Costumeiramente utilizada para expressar a necessidade de atenção a um acontecimento, “o gato”, dada a ocorrência de um evento, “o peixe”, indicando assim a necessidade de um panorama de visão e a constância de atenção. Parece um ditado tão corriqueiro, que muitas vezes o citamos de forma despercebida, sem notar o quanto aplicável é para situações reais, inclusive no dia a dia dos negócios. Neste sentido, sem abusar da coloquialidade, mas apenas da leveza, gostaríamos de levá-los a uma breve reflexão sobre a observação de mercados e sua fundamental importância na rotina de negócios, e quando falamos de negócio, entenda-se projetos, empresas, investimentos, carreiras, pessoas, etc.

Primeiramente, pensemos sobre o “peixe”. O peixe, ilustra de certa maneira aquela figura despreocupada, que nada em seu pequeno aquário de águas calmas e permanece observando os acontecimentos ao seu redor pela transparência do seu aquário até que algo se aproxime o suficiênte para deixá-lo agitado. O “gato” é então aquele agente sorrateiro, que caminha levemente perseguindo o objetivo de se alimentar do peixe. Observa tudo atentamente, a espera de oportunidades reais de cumprir o seu objetivo e sempre que percebe uma brecha se lança em uma tentativa de alcançá-lo, de forma instintiva. Em certas tentativas obtém exito, em outras entretanto, somente o instinto não é suficiente para conquistar o alimento. Por fim, temos aquele sujeito que “esta de olho”, analisando cuidadosamente os movimentos do “gato”, e atentando-se aos sinais de calmaria e perturbação do “peixe”, com o intuito de manter ambos operando em suas atividades normais, sem tantos atritos.

Com um conceito simples, de mercado, como ambiente onde variados agentes econômicos interagem e geram suas relações de transação e regulação econômica, leva nos, guardadas as devidas proporções de simplificação do nosso ditado, a refletir também sobre os mercados e seus agentes. É óbvio que um mercado é algo bem mais complexo! No entanto, o exemplo ilustra claramente o princípio básico da Teoria dos Jogos¹ aplicada a estratégia de mercados (ver autores)*, onde os resultados desta situação de interação não dependem somente da chance de ocorrência de cada um dos eventos (o gato comer o peixe, o peixe se manter vivo e quem esta de olho manter a situação mediada), mas principalmente, da habilidade de cada agente em compreender o mercado e se antecipar aos fatos. O que nos diz muito a respeito da necessidade de compreender os movimentos dos agentes, os impactos desses movimentos no mercado e mais especificamente em seu negócio.

Fica aqui nossa pergunta: Qual a sua posição no seu mercado? E o que você tem feito para se antecipar aos movimentos deste mercado? Estamos em tempos em que o cuidado com detalhes como esse fazem toda a diferença entre o sucesso e o fracasso de um empreendimento, plano ou projeto. Tomando o exemplo de empresas, ainda é muito natural, que empresários adentrem em um mercado, muitas vezes sem o conhecimento suficiente com relação aos seus movimentos, agentes e fundamentalmente, sem estratégias consistentes para que possa “navegar nestes novos mares”**. Fica então aqui, nossa reflexão sobre a importância fundamental em se manter o olho no mercado. Analise o maior número de informações, dados e também os modelos de negócios*** e estratégias adequadas. Isso proporcionará que seu negócio nade em águas limpas e novas, além de gerar interações mais positivas com o mercado!

Existem excelentes fontes de informação disponíveis. Além da possibilidade da realização de estudos específicos para compreensão e avaliação das estratégias e modelos de negócios mais recomendados para prática em determinados mercados.

Fique com um olho no seu negócio e o outro no seu mercado!

Um abraço fraterno da equipe Datasight!

Até o nosso próximo encontro. Deixe sua sugestão ou entre em contato pelo e-mail contato@datasight.com.br.

Desta vez deixamos algumas sugestões de leitura e duas notas aos grandes mestres da Teoria dos Jogos citada no artigo, aos que tiverem interesse em aprofundar a leitura.

 

¹ Existe uma vasta quantidade de material, incluindo papers, seminários, vídeos, livros e até blogs, deixamos áqueles interessados a liberdade de escolha e busca por este instigante tema, o qual é tão extenso que nos permitiu apenas breve citação por sua relevância. Abaixo, dois autores fundamentais da teoria e seus textos seminais sobre o tema.

*NEUMANN, J. V; MORGENSTERN, O. Theory of games and economic beharvior, 1943.Edição atual para aquisição disponível em http://press.princeton.edu/titles/7802.html

*NASH, J. F.  Equilibrium points in N-person games. 1950. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1063129/

** Recomenda-se sobre estratégias em mercados, o famoso título “Estratégias do Oceano Azul” do autor W. Chan Kim.

*** Recomenda-se sobre modelos de negócios, a excelênte leitura do Business Model Generation de Alexander Osterwalder & Yves Pigneur.

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COMO POSSO UTILIZAR MEUS DADOS DE FORMA ADEQUADA?

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Primeiramente definamos o que é essa tal “forma adequada”. Dados são gerados a todo o momento, de diversos tipos, em quantidades diversas, principalmente em uma empresa, que é um ambiente muito dinâmico. Vendas diárias, compras diárias, transferências de mercadorias e recursos, demissões, realocação de pessoal, produção. São tantas ocorrências gerando dados que as vezes é difícil até de notar esses dados sendo gerados e armazenados diariamente em um sistema de gestão. Quer saber, esse é um risco! Quando normalmente surge a pergunta “utilizar dados de forma adequada” os gestores e empresários estão falando justamente do processo contrário ao simples armazenamento, estão falando então da organização, análise, interpretação e apresentação destes dados de forma racionalizada.

Imagine rapidamente uma empresa de pequeno porte, armazenando seus dados de vendas diariamente e pense que esta empresa já é uma empresa consolidada no mercado, pois já está em operação a 20 anos. Fazendo rapidamente esta conta, supondo cerca de 300 registros diariamente, multiplicados por cerca de 260 dias úteis em um ano (aproximação), multiplicados por 20 anos de operação, bom teríamos um singelo número de 1.596.000 registros, e o mais intrigante é, caso fosse feita a seguinte pergunta para o proprietário desta empresa: qual produto foi mais vendido nestes 20 anos? Certamente ele não conseguirá responder a esta pergunta, e em muitos casos nem mesmo o sistema de gestão.

Muitos podem dizer que isso acontece pois é um exemplo de um pequeno negócio. Bom, a esses respondemos que essa não é uma realidade restrita a pequenos negócios, e muito ao contrário disso, é uma verdade disseminada em grandes instituições, no poder público e também em grandes empresas da iniciativa privada, que inclusive geram naturalmente uma quantidade muito superior de dados a esta que revelamos em nosso exemplo, e em muitos casos, nem se dão conta por possuírem processos desajustados e sistemas mais ainda. Estamos acostumados a lembrar dos “benditos dados” somente no momento em que um problema acontece, ou que uma crise se aproxima.

Por estes e outros motivos ainda mais profundos criamos uma lista com os 5 principais motivos para que você passe a pensar em possuir uma plataforma de BI dentro da sua empresa. Uma plataforma de BI, se ocupa justamente em fazer a gestão de grandes quantidades de dados e traduzir estes dados em informações pertinentes ao dia a dia do seu negócio, possibilitando assim, uma gestão mais adequada e em tempo real, além de uma tomada de decisão mais assertiva.

 

Está preparado? Pois bem, lá vão os 5 principais motivos para a sua empresa possuir uma plataforma de BI:

  1. Visualizar detalhes e comportamentos importantes do seu negócio. (Veja nosso artigo “Oque eu faço agora?”)
  2. Empoderar sua equipe de capacidade de analisar estrategicamente sua operação.
  3. Analisar a inserção do seu negócio em cenários futuros.
  4. É acessível e custa muito menos que gerir a sua empresa sem informações adequadas.
  5. Acompanhar a sua empresa a distância em tempo real.

Esperamos ter contribuído com o texto, caso queira saber um pouco mais, tenha dúvidas ou sugestões entre em contato conosco pelo e-mail contato@datasight.com.br

Fique de olho nos dados, eles podem mudar os rumos do seu negócio.

Um grande abraço, da equipe Datasight!

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O QUE EU FAÇO AGORA?

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Esta é uma pergunta muito recorrente no meio empresarial. A quantidade e a intensidade de ocorrência desse questionamento depende muitas vezes do porte da empresa, da sua maturidade de gestão, do momento da economia e principalmente da forma e do preparo com que os proprietários ou gestores conduzem a empresa. Quando nos referimos a preparo, não falamos simplesmente em formação acadêmica ou anos de estudo, nos referimos habilidades práticas e fundamentalmente compreensão do negócio.

É exatamente neste ponto que gostaríamos de mergulhar mais profundamente, a fim de buscar as raízes que levam a este recorrente questionamento. É muito comum, os gestores ou proprietários de um negócio se depararem com problemas como a falta de engajamento da equipe, balanços no vermelho, vendas abaixo das metas, baixa produtividade, custos elevados, baixas margens de lucro … seria possível elencar outros diversos pontos. Nesses momentos, normalmente surgem uma série de justificativas, do tipo, “a economia vai mal”,” os concorrentes são desleais”, “o fornecedor elevou os preços”, enfim, é criado um cenário ainda mais assustador para justificar as ações não realizadas.

Justamente ai surge o momento “nós sempre fizemos assim” e o questionamento “o que eu faço agora?”, o primeiro é exatamente um choque de realidade, onde o gestor ou proprietário sente que existe algo de errado com o seu negócio, e o segundo, bom, este é um pleno vazio de atitude com relação aos próximos passos da empresa diante do problema e do cenário ainda mais sombrio que acabou de se construir. Normalmente ai as empresas tendem a tomar dois diferentes rumos, o primeiro, é buscar reverter a situação, o segundo, agarrar-se nela com toda a força e aproveitar uma queda meteórica do negócio, da autoestima e sonhos dos proprietários e gestores.

A este momento decisivo no futuro do negócio gostaria de dar o nome de ponto de inflexão. O ponto de inflexão é um conceito matemático, que revela o momento exato de mudança de direção da trajetória descrita por uma variável até aquele momento, notem a semelhança com a realidade empresarial descrita. O que revela o quão positiva ou negativa será a nova trajetória é na matemática a derivada ou reta tangente ao ponto de inflexição, e os matemáticos que nos perdoem por esta metáfora, mas na realidade empresarial os fatores que tangenciam uma atitude diferenciada neste momento são justamente a compreensão estratégica do negócio e habilidades práticas de ação sobre as partes envolvidas, equipe, clientes, fornecedores e mercados.

Pois bem, aqui chegamos ao momento de dizer que existe uma luz no fim deste túnel, que não leve apenas para o fundo dele. A compreensão do negócio e as habilidades de agir de um empresário estão intimamente relacionadas com a sua natural capacidade de observar dados e gerar estes mesmos dados no que nós chamamos de informação estratégica. Essa informação pode ser de natureza muito complexa ou mesmo muito simples, mas elas empoderam gestores e empresários a tomar as melhores decisões em momentos difíceis, principalmente a saber quais ajustes finos a serem realizados nestes mesmos momentos. E pasmem, na maioria das vezes essas informações estão diante dos olhos de muitos empresários e são desperdiçadas diáriamente.

Bem, caso você tenha chegado a este ponto do texto, imagino que esteja esperando uma receita de bolo explicando como encontrar essas informações. Lamento dizer, mas essa receita não existe! Porém um bom passo em um momento como este é procurar uma visão externa do negócio, preferencialmente, que esteja técnicamente preparada para compreender detalhes que naturalmente passariam despercebidos. Além disso, manter-se informado sobre o mercado, acompanhar o comportamento de clientes de forma próxima, possuir controles gerenciais e principalmente assumir uma postura de gerenciamento estratégico do negócio, ou seja, não somente focado na operação são boas dicas para auxiliar neste processo.

Fique atento, conheça o ponto de inflexão do seu negócio e tome a melhor decisão!

Um forte abraço da equipe Datasight.

Para dívidas, sugestões e críticas  entre em contato pelo nosso e-mail contato@datasight.com.br, será um prazer para nós receber o seu contato.