DATASIGHT É PARCEIRA DA RAMO EM SISTEMAS DE BUSINESS INTELLIGENCE SAP

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A Datasight Pesquisa e Inteligência de Negócios, além de realizar pesquisas e consultorias customizadas baseadas em informações estratégicas do mercado, também é parceira no Mato Grosso do Sul da Ramo Sistemas. A Ramo tem uma vasta gama de soluções em Business Intelligence que podem facilitar o dia a dia da sua empresa na gestão de dados, aprimorando a tomada de decisões.

Para você conhecer um pouco mais da Ramo Sistemas, reproduzimos aqui um artigo do seu presidente Décio Krakauer, falando como pequenas e médias empresas podem utilizar sistemas para melhorar seus processos e serviços.

Transformação Digital: o ERP como núcleo da sua estratégia digital

Décio Krakauer, presidente da Ramo Sistemas

A transformação digital não precisa – e nem deve – ficar restrita às grandes empresas. Pequenas e médias empresas podem utilizar a tecnologia para melhorar seus processos e serviços, ganhar competitividade, facilitar inovação e gerar valor nos negócios da empresa.

Tendências como mobilidade, computação em nuvem, big data, internet das coisas e e-commerce estão mudando as relações entre consumidores e empresas. Para tudo funcionar, existe um núcleo para esse processo de mudança, que está na adoção de um sistema de ERP (Enterprise Resource Planning) como base para todas as outras tecnologias a serem adotadas pela sua empresa.

Muitas dessas tecnologias são usadas de modo combinado. Para reduzir os custos de ter um ERP, muitas empresas optam por rodar esses sistemas de gestão empresarial na nuvem. A economia gerada por essa tecnologia abre espaço no orçamento das companhias para fazer inovação digital no negócio-chave de qualquer empresa. E, principalmente, permite uma integração mais fácil e rápida desses componentes de inovação digital.

Dado este primeiro passo, fica mais fácil aproveitar as vantagens de outras tecnologias capazes de propiciar inovação. O big data vai melhorar a capacidade das empresas em analisar e mesmo prever o comportamento dos consumidores. A mobilidade vai permitir que colaboradores trabalhem de maneira remota sem perda de produtividade. Já a inteligência artificial vai permitir a automação de trabalhos repetitivos e fazer seus funcionários trabalharem em projetos que demandem criatividade.

O ERP passa por mudanças e está cada vez mais flexível e “inteligente”: com a adoção do ERP em nuvem, será fácil agregar ferramentas aos sistemas de gestão, em soluções adaptáveis ao tamanho de cada empresa. Além disso, a inteligência artificial ajudará na coleta e análise de dados, tornando mais rápida a tomada de decisões, de modo a satisfazer as necessidades do cliente. Em suma, o ERP não será apenas um repositório de informações, mas uma parte por onde passará todos os dados desse novo ecossistema digital, e mais ainda, dando sustentação para a estratégica do negócio das empresas.

Saiba mais, entre em contato conosco hoje mesmo!

 

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CONHEÇA A DATASIGHT PESQUISA E INTELIGÊNCIA DE NEGÓCIOS E TRANSFORME SEUS DADOS EM RESULTADOS HOJE MESMO!

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A Datasight existe para transformar dados em resultados. 

Nós nos esforçamos diariamente para acessar diversos dados de mercado brasileiros, transformando-os em informações estratégicas, que se traduzem em oportunidades e soluções para o seu negócio.

A Datasight produz e vende inteligência para o seu negócio.

Coletamos, analisamos e combinamos diversos dados de mercado, utilizando métodos estatísticos e econométricos, e tecnologias de informação como big data. A partir disso, construímos cenários de negócio, atuais e futuros, que ampliam as suas possibilidades de atuação no seu mercado. Nossos Datainsights ampliam o seu conhecimento de mercado e auxiliam a sua tomada de decisão.

A Datasight adiciona simplicidade às rotinas de tomada de decisão do seu negócio.

Nosso trabalho pode acontecer em três esferas:

1)    pesquisa, 2) consultoria e 3) análise de dados, 

conforme a sua necessidade.

1)    Na área de pesquisa, desenvolvemos soluções a partir de dados do mercado que são traduzidos em boletins Datainsight e enviamos periodicamente para você.

2)    Na área de consultoria, desenvolvemos soluções mais personalizadas combinando dados de mercado com dados extraídos da sua empresa, propiciando o uso inteligente das informações econômico-financeiras. Dessa forma, conseguimos desenhar soluções mais específicas para você na área de planejamento, projetos, gestão estratégica, marketing e finanças.

3)    Na área de análise de dados, desenvolvemos soluções tecnológicas personalizadas para o seu negócio para que a sua equipe possa acessar os dados da sua empresa com facilidade, realizando as análises necessárias no dia a dia.

A Datasight possui uma equipe altamente qualificada.

Somos uma empresa jovem, sediada no Brasil, com escritório matriz em Campo Grande – Mato Grosso do Sul e correspondentes em Toledo – Paraná e Santiago, no Chile.

Nossa equipe é formada por profissionais brasileiros e chilenos, especializados nas áreas de economia, projetos, tecnologia da informação e marketing com ampla experiência de mercado.

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POSTOS DE TRABALHO DOS SETORES ATENDIDOS PELA ABRASEL MANTÉM-SE EM QUEDA NOS PRIMEIROS MESES DE 2017

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Os setores atendidos pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL) com relação a oferta de postos de trabalho, teve saldo negativo, de 71 empregos, no último mês, sendo que para janeiro houve 118 novos empregos, uma redução, portanto, de 160,17%.

Três Lagoas teve o pior desempenho em fevereiro, sendo que este município foi o que obteve o melhor resultado na geração de empregos (3.506) em 2016.

Há uma clara mudança de trajetória: mais empregos em 2016 e menos empregos no início de 2017. Nos próximos meses, é interessante analisar como a situação estará avançando.

As funções que tiveram um maior fluxo de demissões e contratações foram as de atendente de lanchonete, auxiliar nos serviços de alimentação e cozinheiro geral, que na média, tiveram uma redução salarial muito pequena (em torno de 0,10%).

É possível verificar que as ocupações que estão com alto fluxo de demissões e contratações em fevereiro e janeiro, são as mesmas que obtiveram os dois maiores saldos negativos de empregos em 2016:  Atendente de lanchonete (-85) e Cozinheiro geral (-68). Assim, percebe-se que a redução da oferta de trabalho se concentra para essas ocupações.

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O QUE É INFLAÇÃO E COMO ANALISÁ-LA?

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Sempre precisamos estar atentos às mudanças nos preços, variável esta, que afeta em muito os negócios. Para isso, o IBGE disponibiliza o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)*, sendo possível assim, calcular a variação percentual nos preços, ou seja, a inflação.

Para o mês de março deste ano, a variação do IPCA no Brasil, foi de 0,25%, que se comparado a março de 2016, mostra uma queda de 0,18 pontos percentuais (p.p.). Ao comparar os meses de fevereiro e janeiro de 2017, com os mesmo meses do ano anterior, nota-se também uma queda, de 0,57 p.p. e 0,89 p.p. respectivamente.

Em Campo Grande – MS, a variação no IPCA, para o mês de março, foi de 0,14%, representando uma queda de 0,29 p.p. com relação ao mês de março de 2016. Fevereiro e janeiro mantiveram também uma trajetória de queda, com 0,30 p.p. e 0,82 p.p. respectivamente, com relação aos mesmos meses, em 2016.

Os grupos com maior índice de inflação, para março/2017, em Campo Grande, foram os de Habitação (1,13%), Educação (0,57%), e Despesas pessoais (0,46%). No Brasil, mantiveram-se os dois primeiros grupos, com variação de 1,18% e 0,95%, enquanto que o terceiro foi o de Saúde e cuidados pessoais (0,69%).

Evidencia-se, com base nos dados apresentados, que está ocorrendo uma redução da taxa de inflação, fato este que está em consonância com as notícias divulgadas na mídia sobre o assunto. No entanto, essa queda na inflação é benéfica, pois isso condiz com redução nos preços e, portanto, maior consumo? Ou, está mostrando a crise enfrentada pelo país, onde o consumo está baixo, e devido a isso, os preços estão assumindo uma trajetória de queda?

Estas indagações nos indicam que, a percepção de que baixa inflação é algo bom, pois os consumidores terão maior poder de compra, e assim haverá o aquecimento da economia, deve ser deixada de lado, atentando-se ao que os dados realmente mostram, e traçar assim, as melhores estratégicas para encarar o cenário econômico atual.

Nota: * O IPCA abrange famílias com rendimentos mensais compreendidos entre 1 e 40 salários-mínimos, qualquer que seja a fonte de rendimentos, e residentes nas áreas urbanas das regiões (IBGE, 2017).

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COMÉRCIO VAREJISTA APRESENTA-SE COM O PIOR DESEMPENHO NO MERCADO DE TRABALHO NESTE INÍCIO DE ANO

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Atentando-se, sempre, a dinâmica do mercado de trabalho, uma análise geral sobre sua situação para o estado do Mato Grosso do Sul, propicia ao leitor ampliar as informações sobre sua região.

No último mês observou-se um saldo de 2.517 empregos formais, um crescimento de 188,98% com relação a janeiro de 2017, dos quais destaca-se os subsetores de Agricultura, silvicultura, criação de animais e extrativismo vegetal, Ensino e Comércio atacadista, com saldos de 863, 470 e 333, respectivamente.

O pior resultado é do comércio varejista, que desde o início do ano apresenta um saldo negativo de 727 postos de trabalho.

As ocupações com maior admissão para o mês de fevereiro foram os trabalhadores agropecuários em geral e vendedor de comércio varejista, que ao todo obteve-se uma média salarial de R$ 1.342,18.

A dinâmica atual de procura por profissionais capacitados, pode ser percebida ao comparar o grau de instrução dos novos postos de trabalhos com o das demissões. Trabalhadores admitidos com ensino médio completo, superior completo e incompleto tiveram um aumento de 16,22%, 31,01% e 4,94% respectivamente.

E não menos importante, para a abertura e fechamento de empresas, estima-se para o mês de março a criação de 557 empresas e extinção de 257.

Os dados apresentam que houve uma maior contratação de vendedores para o comércio varejista, mas apresentam também que este subsetor (comércio varejista), analisando o MS como um todo, ofertou menos postos de trabalho.

Há, portanto, um elevado número de contratações como também de demissões, e que o comércio varejista não está ofertando novos postos de trabalho, mas sim, diminuindo sua procura por trabalhadores.

A menor oferta de trabalho pode estar, entre outros fatores, relacionada à produtividade de profissionais mais capacitados, que conforme visto, são mais procurados pelo mercado.

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PESQUISAR O QUE?

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Já falamos em alguns textos anteriores, sobre a necessidade de realização de pesquisas, para empresas ou projetos, de tal modo a facilitar a gestão, ou mesmo, a tomada de decisão. Bom, este texto objetiva então apresentar alguns tipos de pesquisas possíveis nestes casos e dicas para que seja possível conduzir pesquisas de caráter mais simples e utilizá-las de forma adequada.

Quais pesquisas podem ser relevantes no dia a dia de um negócio ou projeto?

Pesquisas que podem orientar ações ou processos são bastante comuns. Pesquisas desta natureza podem ser por exemplo, satisfação de clientes, definição de perfis demográficos ou sócio-econômicos de públicos desejados, mensuração de ações de publicidade, mensuração de eventos informativos, erros e falhas de produção, impressão ou percepção em relação a um serviço ou produto. Esses são alguns tipos básicos de pesquisas que podem estar presentes no dia a dia dos negócios e projetos, vamos a como operacionalizá-los.

Qual a primeira etapa para realizar qualquer pesquisa?

Qualquer pesquisa que seja, deve primeiramente, conter um objetivo claro e uma etapa de planejamento, onde são definidos prazo de duração, delimitação da amostra ou dos grupos envolvidos, metodologia, formato de apresentação dos resultados, custos estimados, equipe responsável, periodicidade caso sejam necessárias várias realizações da mesma pesquisa. Feito isso, tem-se mais três grandes etapas.

A segunda etapa:

Deve ser realizada a elaboração do instrumento de coleta de informação. Comumente, será um questionário ou um roteiro de entrevista, no entanto, não é tão simples assim. Estes instrumentos são definidos de acordo com o público da pesquisa e possuem uma diversidade enorme de variações, do tipo, questionários estruturados, semi-estruturados, abertos, fechados, etc. É preciso fazer uma definição quanto a este instrumento e, posteriormente, a definição do canal possível para que este instrumento de pesquisa alcance o seu público.

A terceira etapa:

Deve ser realizado um pré teste, com uma amostra reduzida, do instrumento de coleta definido. Este pré teste deve ser cuidadosamente avaliado, quanto ao seu resultado preliminar e principalmente se o conteúdo ou questões, funcionou de forma adequada e se foi de entendimento do público. Uma questão importante, é que esta etapa deve ser feita pela equipe responsável, no sentido de conseguir analisar, o instrumento de coleta de dados de fato responde ao objetivo da pesquisa?

A quarta e última etapa:

Constitui-se na operacionalização da pesquisa, que deve conter indicadores de acompanhamento contínuos durante seu período de realização, bem como pequenos testes de desvio, que verificam se a ocorrência da pesquisa esta saindo conforme o planejado. Finalizada a coleta, é feita uma avaliação geral pela equipe responsável e posteriormente os dados são tabulados e apresentados da forma planejada anteriormente.

Este é um pequeno roteiro, pouco minucioso, mas que pode orientar uma pesquisa em sua empresa ou negócio. Caso precise do auxílio de um de nossos especialistas,ou tirar alguma dúvida, entre em contato conosco pelo contato@datasight.com.br.

CRISE, CRISE, CRISE…

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A todo o tempo, em todas as bocas, em todas as críticas. O que se ouviu no ano que passou foi a palavra crise. Repetiu-se tanto o termo, inclusive nos últimos dois ou três anos, não só em 2016, que a impressão que se tem é de que adentramos em uma treva sem saída, do qual nem a origem se tem mais notícias, quanto menos, se haverá um final que não seja a própria crise. Há os que ressuscitem Marx, os que dão receita, os que gritam por seus interesses, os que choram de fome, os que discursam sobre nada, os que procuram alguém para culpar e os que fazem trapalhadas no poder. Em meio a tudo isso, todos que se acreditam enquanto nação brasileira, tentam se manter com o mínimo de sanidade, se é que isso seja possível.

No entanto, não se observa neste meio, um grito de esperança que conduza alguns olhares a uma luz. Nós da Datasight, não acreditamos que seja possível, em meio a todos estes zumbis da CRISE, que não haja um só pingo de protagonismo, de um povo que tome para si a responsabilidade de mudar tudo, isso por si próprio, em pequenas ações que seja. Acreditamos no protagonismo, em pessoas que tomam a frente de suas vidas e a conduzem de forma consciente à prosperidade, independente de tudo que a cerca.

Por este motivo, deixamos este texto, como uma forma de repúdio a este discurso prolixo, que se instala por todo canto, sobre CRISE. Estamos aqui, pois acreditamos que enquanto estes muitos insistem em retransmitir esta mensagem de descrença, em si mesmos, existem outros tantos que podem ser um grito de esperança, e esperamos, que ao ler este texto, se você assim se sente, que se levante e assuma a sua posição de protagonista, dando de vez uma resposta a desesperança que se instalou neste país.

Nossa equipe se recusa a não ter esperança de que dias melhores virão. Nós faremos o que for possível em nosso dia a dia de trabalho, analisando dados e levando as soluções mais eficientes que pudermos àqueles que desejam fazer de cada dia, um dia melhor e mais assertivo em suas ações, negócios, projetos ou carreira. Se você também acredita que o melhor de si, se colocado em prática pode ajudar a mudar a sua realidade, do seu negócio e dos que o cercam, divulgue este texto e deixe palavras de apoio em suas redes sociais, distribua sorrisos e palavra de otimismo e inspire também outros a se envolverem neste clima positivo, de esperança.

Um abraço fraterno de toda a equipe Datasight!

#pordiasmelhores

#protagonismo

#vailáefaz

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UMA REVOLUÇÃO SILENCIOSA

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Nós pouco percebemos, mas nos últimos anos, para ser mais exato nos últimos 20 anos, o mundo vem passando por uma transformação que, como predizem alguns analistas e especialistas, nos direciona para a quarta revolução mundial, a de inteligência artificial. Neste interim, a tecnologia de análise e processamento de dados, principalmente nos últimos 10 anos, se aprofundou de forma tal que, empresas e ações, a pouco inimagináveis, são nos dias atuais, ferramentas indispensáveis a vida da sociedade, cada vez em uma gama maior de atividades cotidianas e em faixas de idade diversas.

O sistema Android, o Google, o próprio Facebook, o e-commerce são formas com que os grandes players deste segmento processam informação e a convertem em negócios. A conectividade, de uma forma geral, aliada a formas cada vez mais inteligentes de organizar e aplicar dados no formato de informação, gerou uma explosão de aplicativos que visam conduzir de uma forma mais inteligente, atividades rotineiras, como tomar água, por exemplo. Temos nos tornado cada vez mais seres guiados por dados, altamente processados e velozmente aplicados em nosso dia a dia, sem que possamos sequer compreender isso as vezes.

Bom, isso não tem volta, e nem é um anúncio novo. No entanto, existem algumas tendencias que valem a pena se ter em mente, pois se este é um movimento sem volta, cabe a nós discutirmos criticamente e nos adaptarmos a ele. Nossas vidas e nossos negócios, bem como a forma com que nos organizamos, vem mudando silenciosamente, e fica a pergunta, o que você tem feito para utilizar isso a seu favor?

A primeira tendência, a ser vista com atenção, é a experiência digital do consumidor, mesmo que as preferências pela loja física ocorram. As pessoas desejam decidir por algo com base em informações dadas a elas, não somente por compradores, mas com o que podem dispor de ferramentas de contato on-line, e o que muda bastante do que já vivenciamos, são os desejos por sugestões e avaliações de usuários em tempo real, para então, basear suas decisões de compra.

As decisões econômicas são cada vez mais baseadas em ferramentas digitais. A elaboração de modelos computacionais tem alcançado novas dimensões e conduzido os analistas à decisões assistidas pelas máquinas.Isso faz com que não só sejam necessários profissionais com um nível maior de multidisciplinaridade, mas também uma economia cada vez mais interconetada e dependente de dados.

“No friction”, termo que se traduz como “não atrito”, representa a aplicação de inteligência em ações rotineiras, de maneira que elas precisam ser simplesmente administradas, pois são realizadas por aplicações digitais. Esta é recente, e já presente, o que vem mudando é que ela tem despertado o mundo para a automação de suas necessidades rotineiras, o que tem levado cada vez mais, os millenials, a serem construtores de soluções desta natureza e isso tem levado ao principal, cada vez mais a linguagem computacional tem se tornado mais acessível, prática e utilizável por quem quer que seja, sem mesmo a necessidade de uma formação específica para tal.

Essas são tendências fundamentais, que devem ser percebidas com atenção, principalmente pelos negócios. Eles levam a mudanças significativas nos mercados e nas expectativas dos consumidores, e portanto, levam as empresas a uma reação, qual será a do seu negócio? Os dados estão a solta, cabe a nós, a partir destas ferramentas compreendê-los e utilizá-los a nosso favor.

Esperamos que tenham gostado, em breve apresentaremos novas tendências que o mercado tem apresentado.

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NOVO ANO, NOVOS CUSTOS

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Uma boa maneira de começar um novo ano, no seu negócio ou projeto, é fazendo uma boa revisão dos custos de operação do mesmo. Olhando para os custos é possível ter um boa noção de como reorganizar alguns processos, que podem na verdade estar sendo pouco eficientes, no sentido dos custos, gerando altos custos e construindo resultados pouco relevantes. Desta maneira, uma excelente prática, para este ínicio de ano, é a reformulação do orçamento ou mesmo a construção de um orçamento para o ano, ou para um horizonte maior.

Você deve então estar se perguntando como contruir um orçamento? Ou mesmo, o que de fato é um orçamento? Basicamente o orçamento é uma estimativa detalhada dos custos e possíveis despesas para um determinado período de tempo. Ele pode ser organizado a partir das atividades a serem desempenhadas, obedecendo, portanto, um cronograma físico-financeiro, ou mesmo, a partir da estrutura de rúbricas e centros de custos. Como etapa inicial vale analisar anos anteriores, se existiram ações semelhantes ou não, ou mesmo o quanto foi gasto em cada rúbrica, de forma a obter um parâmetro para a realização do orçamento atual.

Uma segunda e importante etapa, se constitui na reunião das partes envolvidas (colaboradores e fornecedores) de forma a buscar obter o quanto realmente se pode fazer de novo, manter o que já é realizado, e principalmente, saber as condições de mercado (preço, prazo de fornecimento, quantidades mínimas, etc) para a relação com os fornecedores neste novo ano que se inicia. É recomendável que esta etapa ocorra em duas partes, conforme a sequência apresentada.

Feitas estas duas primeiras partes, é momento de imergir com a sua equipe no planejamento do orçamento. Isso deve envolver toda a controladoria, finanças, tesouraria, caixa, e a equipe de execução ou vendas, de modo que um olhar participativo garanta o máximo de possibilidades inclusas num primeiro momento, que devem posteriormente serem refinadas a partir de uma análise estratégica, baseada em dados do seu sistema de gestão ou dos controles. Ao final desta etapa, espera-se que seja possível visualizar um esboço das ações ou rúbricas e dos montantes desejáveis de gastos para cada uma delas, divididos em custos e despesas.

Finalmente é hora de validar a possibilidade de realização, pactuar com fornecedores, parceiros e equipe e colocar o orçamento em prática, controlando rigorosamente para que seja possível, ao fim do período, observar o rigor de cumprimento do orçamento, os resultados alcançados, e os ganhos em termos de economicidade ou despesas desnecessárias.

Pense no seu orçamento, se precisar de ajuda, entre em contato pelo endereço contato@datasight.com.br ou em nossa fanpage: https://www.facebook.com/datasight.

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O LIMITE DO PLANEJAMENTO

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Muitas vezes se ouve dizer sobre a necessidade de planejar a vida pessoal, a carreira, os projetos, os negócios e até as férias. Chega ser cansativo, não é?! Porém, não deixa de ser verdadeiro que um evento planejado, tem chances bem maiores de ocorrer conforme o esperado. O planejamento em si é um elemento que surge da necessidade humana de controlar certo grupo de atividades, no trabalho, na vida cotidiana, no relacionamento, enfim, eventos nos quais cada um de nós encontra-se envolvido diariamente. Ou seja, sob um ponto de vista mais amplo, nos conectamos sob uma rede de planos, que nos conduzem a objetivos que não são necessariamente nossos, mas comuns a grupos, comunidades, países ou sociedades inteiras.

Isto serve para que nos alertemos para algo que é muito recorrente nos dias de hoje, fórmulas de sucesso, receitas de bolo, modos de fazer, etc, etc, etc … Classificam as novas gerações de milhares de maneiras, Z, X, Baby Boomers, porém, com relação ao planejamento nota-se uma elevada necessidade de apresentar o “planejamento para o sucesso”, exacerbado, na forma de uma receita realizável por qualquer um, a qualquer tempo e a qualquer custo. Bom, a esta questão, se soma a inabilidade de algumas pessoas que aderem a estas fórmulas de planejar, e assim, tem-se um problema de viver planejando, a cada novo instante e nova ação.

O problema mais grave que observamos nisso é: muitos que acham ter a fórmula do “planejamento para o sucesso” saem por ai disseminando-a, outros tantos carentes de uma luz, aderem a elas, e estes vão acumulando-se em multidões planejantes, que com o perdão do neologismo, são em sua maioria gente de muito discurso e pouca ação. Por isso, escrevemos este texto, para alertar, que planejamento tem um limite! Deve ser conduzido de forma adequada, com um método de credibilidade, a partir de informações estratégicas e de forma acessível, porém não com menos rigor ao método, e principalmente, planejamento deve ser posto em prática e revisto continuamente, pois planos pequenos não alcançam objetivos verdadeiramente grandes!

Portanto, cuidado com este grande núcleo que se forma, com fórmulas de sucesso muito prontas. Cuidado, para não ser um exímio planejador de planos que não saem do papel. Existem várias técnicas atuais, muito fáceis e bestante potentes no sentido de realização de um bom planejamento. As Startups, mantidas exceções, possuem um modelo de planejar e executar, particularmente fantástico. O design thinking, os formatos de visual planning, o Canvas, são por exemplo técnicas muito novas que podem levar a planejamentos incríveis.

Fica aqui nosso recado, se quiser saber um pouco mais, entre em contato conosco: contato@datasight.com.br

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CONCORRENTES OU PARCEIROS?

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A grande conexão de empresas locais com o mercados cada vez mais distantes, tornou a economia no mundo todo mais complexa, a internet e o varejo online não só intesificou como acelerou este processo, tornando ainda mais complexas as relações comerciais atuais. Em um olhar mais amplo, temos vendedores comercializando com consumidores de outros países, com preferências e necessidades bem distintas dos consumidores locais, e portanto, concorrendo não mais com os vizinhos que comercializam localmente, mas agora com empresas de outros países, que por vezes, podem assumir vantagens de comercialização e produção em seus países.

Este é um breve destaque, para que seja possível compreender que o concorrente em um setor, qualquer que seja, mas principalmente os voltados ao mercado internacional, não são mais os mesmos, de modo que, é preciso assimilar estas novas realidades a gestão do negócio. Isto quer dizer que, não é possível olhar localmente para os antigos concorrentes de forma tão distante e hostil, mas é sim, preciso um novo olhar, principalmente no sentido de assumir um elo de parceria.

Esta parceria pode se dar de várias formas, no atendimento a nichos de mercado, na criação de novos produtos, na troca de informações e tecnologia, enfim, são inúmeros modelos que podem ampliar os horizontes do seu negócio e torná-lo mais competitivo, desde que, é claro, esta parceria seja conduzida de forma a gerar benefícios mútuos e seja gerida para que os resultados desejados sejam alcançados. Gerir a parceria significa antes de tudo planejar e definir objetivos claros, tempo de parceria e os termos em que ela irá ocorrer. Segundo passo é estabelecer um cronograma de atividades, evidenciando claramente as atribuições de cada parte da parceria, contatos constantes e até mesmo a abertura da operação para o parceiro, em alguns casos são cruciais para o exito da parceria, por fim a avaliação de resultados.

Neste processo, o bom senso e uma boa dose de empatia são fundamentais, de modo que ser parceiro é primeiramente aprender a ceder em alguns momentos para obter ganhos maiores e melhores em outros. Pense nisso, parcerias não precisam nem necessariamente envolver recursos financeiros para serem de grande valia, pois conectados podemos fazer mais e melhor.

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NOVO NEGÓCIO, NOVAS HISTÓRIAS E UM NOVO CAMINHO

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Os resultados da economia tem mostrado mensalmente um número cada vez maior de desempregados, seja por própria vontade, seja por uma motivação extra por uma vida melhor, tempo de qualidade, salários melhores, trabalho em casa, enfim. Essa situação aliada a uma grande tendência mundial de se repensar a rotina e a jornada de trabalho, tem direcionado muitas pessoas no mundo todo a pensar em como se reposicionar no mercado de trabalho, e em muitas vezes, abrir uma empresa é a opção escolhida.

A vontade de conduzir algo próprio, que traduza seus sentimentos, que seja responsável pelo sustento da sua família, e principalmente que conecte as pessoas com um sentido maior, principalmente que se reverta em um sentido importante também para outros grupos ou até para a sociedade, é uma característica fundamental dos negócios, que tem surgido.Diante de todo este belo cenário que constitui o novo impulso empreendedor, é triste observar que muitos negócios se constituem e em meio as adversidades do mercado e da gestão, rapidamente fecham, levando todo o idealismo, sonhos e muitas vezes o investimento consigo, e deixando no lugar, a frustração de não ter obtido exito. Diante deste cenário, decidimos escrever com algumas sugestões importantes para este processo!

1. Esteja decidido, apaixonado, mas consciente das consequências:

A paixão pelo negócio, leva a uma certeza que engana em relação ao caminho que seguiremos. Possuir um pequeno negócio, em meio a uma economia com sinais de recessão, e com um ambiente tão hostil como é o do Brasil, será com certeza uma tarefa árdua, e você também deve estar preparado para isso, renúncias, entregas, limites, condições possíveis, mas nem sempre as ideais. Saiba que não existe só a certeza mas também algumas frustrações e barreiras a vista, e esteja 100% disponível a superá-las.

2. Conheça muito bem o negócio, antes mesmo de iniciá-lo:

Dezenas, centenas ou milhares de fatores inesperados acontecerão assim que abrir as portas do negócio no primeiro dia, e não tem como intervir de forma definitiva nisso, porém, é possível minimizar estes acontecimentos. Conhecendo o negócio muito bem e sabendo onde os problemas podem eventualmente surgir e como resolvê-los. Isso pode ser feito antes mesmo da abertura do negócio, com muitas visitas a outros estabelecimentos semelhantes, com pequenos experimentos em relação ao produto – em casa mesmo quando é possível – com pesquisas sobre negócios que deram certo no mesmo ramo de atividade, existem várias formas. Uma ferramenta que pode ajudar muito neste ponto é a elaboração de mapas mentais, com as possibilidades.

3. Tenha um bom planejamento, que seja acessível.

A onda dos planos de negócios parece ter se acalmado, e a grande ferramenta da vez são os mapas estratégicos, do estilo CANVAS, e já existem diversos outros desdobramentos. Ambas as ferramentas são bastante interessantes, desde que sejam acessíveis, de fácil compreensão e que permitam um contato homogêneo de todos os envolvidos na execução do projeto, essa nos parece a etapa mais importante do planejar – conectar as pessoas a ideia a ser executada – para isso abuse de imagens, cores, lembretes, que são características do Design Thinking, que sim, é um método incrível para proceder estas ferramentas de planejamento, e é incrivelmente acessível também.

4. É possível ou é preciso redimensionar?

Neste ponto essa é a pergunta a ser feita, se o planejamento excede o montante de recursos, é preciso repensá-lo e adequar as idéias de forma que seja possível dar os primeiros passos e fundamentais da forma correta, e importantíssimo. seja possível uma pequena reserva que possibilite uma mudança caso necessária. Não sendo possível esta readequação, pois ela fere diretamente a execução do negócio, seja muito prudente em pensar entre em um pequeno adiamento do projeto, analisar possibilidades de incorporação de investimento por meio de “anjos”, crowdfunding, agentes de investimento, cooperativas de investimento e por fim em bancos comerciais ou tradicionais de investimento. Este é um ponto crucial, começar totalmente endividado e com um negócio além do que era possível, pode causar sérios danos futuros.

5. Saiba as preferências principais e o que deseja entregar ao seu público!

É óbvio que não será possível conhecer exatamente oque o seu público deseja, porém, exercite ao máximo isso antes de começar o negócio, pois fará com que coloque algumas pautas e detalhes importantes na composição do negócio, e agradará mais quando iniciá-lo. Procure fatores comuns de gênero, idade, lugares, experiências, desejos, aspirações, trajetória e principalmente algo que traduza sentido para as pessoas a quem deseja atender, isso conectará elas ao seu negócio pelos valores os quais você põe diante da sua marca e produto. Delimite bem o seu público, isso pode ajudar bastante! A internet e as redes sociais podem ser uma ferramenta essencial neste processo.

6. Eureca!

Abra o seu negócio! Neste ponto você certamente já enfrentou muitos desafios, porém saberá, caso tenha seguido uma linha de execução próxima a esta, que seu negócio esta preparado. Porém, aqui surge um grande risco – da acomodação – portanto, a partir daqui, não deixe de testar novas idéias, e principalmente, de ouvir o que seus clientes dizem sobre a experiência com seu negócio, isso pode dar boas pistas de novos rumos a seguir e de onde incrementar o negócio, não fique acomodado, pois o mercado rapidamente engolirá o seu negócio, sem piedade. Um quadro de idéias, ou ambientes online, que sejam colaborativos, podem ser um excelente fruto de inspiração.

7. Tic tac …

Organize seu tempo, estabeleça prioridades e faça uma gestão intensa da sua empresa. Não fique somente ligado a produção final, pois isso pode custar furos nas finanças, erros na estratégia e descoordenação das pessoas. É importante que divida seu tempo e se atente aos dados da empresa, as informações da economia, aos resultados percebidos, a estratégia central do negócio tudo isso de forma próxima a equipe e ao público consumidor, ou seja, demandará bastante organização e esforço de gestão, esse é um ponto crucial para a manutenção saudável do seu negócio e da sua vida pessoal. Ferramentas como o Google Apps for Works, Scrum e Trello podem ser ideais para esta organização da rotina.

Obviamente, haveriam muitas outras contribuições e detalhes que poderiam ser elencados quanto a este processo, no entanto, estes são pontos que consideramos cruciais, e observados como erros mais frequentes neste novo processo empreendedor que estamos vivendo na atualidade. Esperamos então contribuir um pouco para você que esta nesta caminhada ou mesmo que pensa em iniciá-la.

Um forte abraço da equipe Datasight!

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NOVOS PRODUTOS E NOVOS MERCADOS

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Quando uma empresa deseja expandir é comum o planejamento se direcionar para a escolha de determinados produtos que liderarão a expansão e para mercados promissores onde esta possa ocorrer. Este é um momento e uma escolha decisiva neste processo, pois com o produto errado, no mercado errado, dificilmente uma excelente campanha de publicidade vá salvar esta expansão do fracasso. Hoje, de algumas sugestões para contribuir na escolha mais adequada de produto e mercado, de forma a contribuir com parte deste complexo processo que é a expansão.

Qual o melhor mercado?

É bastante incomum, principalmente nas pequenas empresas, que se faça este questionamento. Os gestores costumam compreender o seu mercado de forma uniforme e genérica, por exemplo: uma empresa que vende rolamentos para máquinas pode entender como seu mercado proprietários de máquinas que utilizam rolamentos em seu funcionamento. Porém, esta é uma descrição genérica, que possui muitas importantes informações implícitas, com por exemplo, onde estão localizados estes proprietários? Qual tipo de uso fazem com os rolamentos adquiridos? Compram somente rolamentos? Essas três perguntas básicas, poderiam revelar alguns padrões importantes em relação ao público consumidor e ao comportamento de parte do seu mercado. Parte? Como assim? Simples, e o seu fornecedor, ou melhor fornecedores? Eles não são parte do seu mercado também? Saber estas mesmas informações do seus fornecedores também pode ampliar a sua compreensão de mercado. Assim, uma percepção mais ampla do mercado, como sendo todo o ambiente onde se realizam as transações para que o seu produto final chegue até seu cliente, é fundamental para uma escolha desta natureza.

Qual o melhor produto?

A escolha do produto ideal para liderar a expansão deve seguir duas regras básicas de decisão, normalmente, primeiro o produto que tem a melhor resposta em termos de retorno de vendas costuma ser o preferido, e aquele que possui ampla aceitação no seu mercado direto, também. Esta é uma regra de escolha plausível, porém, baseada em certo censo comum sobre a situação. Aqui vão algumas importantes dicas, primeiramente, uma pesquisa com relação as preferências do consumidor é o primeiro passo para uma boa compreensão desta escolha.

Em segundo lugar, estudar o mercado e os mecanismos de contato com o público alvo e com novos mercados potenciais, como o de seus fornecedores por exemplo pode ser uma excelente fonte de novas estratégias. O terceiro passo se constitui justamente na formulação de uma estratégia baseado no conhecimento adquirido pelas pesquisas, incluindo a campanha publicitária. Por fim é importante determinar uma fase de testes, com prazos e metas bem definidos, de modo que seja possível medir a aderência do produto.

Não é simples conduzir um processo de expansão, no entanto, alguns passos são fundamentais primeiramente bons dados e uma pesquisa consistente em relação ao mercado. Uma percepção ampliada com relação ao mercado e conhecimento do público alvo são também fundamentais para a condução deste processo. Outro fator bastante importante trata-se da prototipagem, processo muito bem conduzido atualmente pelas startups, e atualmente utilizado nos novos métodos de planejamento estratégico. Esta etapa pode gerar um análise ampliada e rápida em relação ao produto no mercado e situações possíveis de melhoria, tudo isso com baixo custo e de forma rápida.

Esperamos ter contribuído um pouco mais sobre o seu conhecimento em relação a este tema. Novos aprofundamentos serão feitos em novos textos sobre assuntos específicos aqui tratados. Curta e comente nossos conteúdos, caso tenha dúvidas entre em contato conosco pelo e-mail contato@datasight.com.br.

Até breve!

Equipe Datasight

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INDICADORES DE DESEMPENHO

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Muitas vezes olhando na internet e no noticiário nos deparamos com empresas que demonstram estrondoso sucesso com relação ao atendimento ao seu público alvo. Nós que olhamos de fora, nos perguntamos inúmeras vezes duas coisas quando nos deparamos com esta situação: a primeira é como esta empresa fez isso? A segunda é sempre, a mais desconfiada e invejosa, será mesmo que ela obteve estes resultados? Os empresários normalmente quando entrevistados tem um número de bolso para falar sobre o seus resultados, o famoso “30%”, de aumento no faturamento, de aumento das vendas, de crescimento de mercado, parece muito mais um jargão de quem na verdade não sabe ao certo o valor real a ser apresentado. Obviamente, isso é muito comum, mas felizmente não é uma generalidade, ou seja, temos muitas empresas que alcançam excelentes resultados e certamente utilizam dois passos importantes na jornada do sucesso: objetivos claros e  resultados bem medidos, e é sobre eles que vamos falar um pouco mais hoje.

Traçando objetivos claros:

Primeiramente, é difícil alcançar o sucesso desejado sem saber qual é de fato o “sucesso desejado”! Assim, traçar um objetivo claro e coerente, que direcione ao tipo de sucesso esperado é fundamental. Para isso, conhecer profundamente os números internos da empresa e possuir uma boa conjuntura do mercado são ações chave para se estabeler um objetivo possível e direcionado ao caminho esperado.

Que tipo de números devo conhecer?

Diversos, mas principalmente aquilo que chamamos de indicadores de desempenho, ou seja, números que refletem o potêncial da empresa ao longo do tempo. Essses indicadores são construídos geralmente por cálculos não tão complexos, de acordo com a característica de negócio da empresa, e comumente são oriundos dos registros de dados da empresa, como por exemplo, o balanço patrimônial, demonstrativo de resultados do exercício, contas a pagar, contas a receber, histórico de vendas e histórico de compras, dentre outros. Esses registros, quanto mais apurados e detalhados, fornecem melhores indicadores de desempenho para a gestão.

Quais indicadores devo utilizar?

Existem vários tipos de indicadores e eles podem variar de acordo com o tipo de objetivo a ser traçado, com o mercado em que a empresa encontra-se posicionado, porém, existem alguns indicadores básicos que representam a viabilização do negócio ao longo do tempo e sua capacidade de avanço, são eles: receitas merecidas, ponto de equilíbrio, necessidade ou disponibilidade de capital de giro, ciclo operacional, estoque total e estoque mínimo, preço de venda, além de outros para alguns casos mais complexos, onde as empresas possuem uma vinculação ao mercado financeiro. No entanto, sem dados adequados esses indicadores que são bastante simples de serem calculados no dia a dia, passam a ser extremamente difíceis de serem construídos, e então, os velhos “30%” serão a saída para o seu planejamento de objetivos.

A empresa fala!

Normalmente não é preciso realizar um levantamento muito detalhado de dados para observar diretamente a situação da empresa e indicar objetivos muito claros, do tipo, necessidade de aumento das vendas, necessidade de redução de custos, possibilidade de expansão ou estagnação. Assim, costumamos dizes, que a empresa fala por meio de seus números. Cabe ao gestor possuir “uma escuta sensível”, ou seja, indicadores e dados apurados. Isso aliado a um conhecimento do mercado, que deve se dar por uma boa pesquisa e principalmente pelo monitoramento de alguns números do mercado como emprego, renda disponível, crescimento da economia, inflação, crescimento do setor, são receitas garantidas para o sucesso. O grande problema é que normalmente isso não acontece, não desta forma.

Esperamos ter contribuído um pouco mais para o seu conhecimento em relação a utilização de dados para a viabilização de negócios. Entendemos que este tema necessita de um aprofundamento maior, que será apresentado em novos textos, aguardem.

Deixe seu comentário e a sua curtida ou, caso desejar entre em contato conosco pelo e-mail: contato@datasight.com.br.

Até logo!

Equipe Datasight

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DESMISTIFICANDO O BUSINESS INTELLIGENCE

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A tradução literal de Business Intelligence, é “Inteligência do Negócio”, no entanto, esta simples tradução do termo é bastante ampla para a compreensão de toda a dimensão de atividades em que ele se desdobra.

O BI, como é normalmente conhecido, trata-se de uma tecnologia, que encontra-se na “crista da onda” em termos de gestão de dados e programação computacional. Esta tecnologia tem permitido as empresas um novo olhar e novas práticas com relação a gestão de dados, ganhando assim centralidade na tomada de decisão em ambientes de negócios complexos.

De que forma o BI tem contribuido para o dia a dia dos negócios?

Esta ferramenta contribui principalmente na tomada de decisão, fornecendo possibilidades ao gestor de ter fundamentos reais neste processo. Isso ocorre basicamente utilizando dados dos sistemas de informação armazenados pela empresa de forma organizada, construindo informações importantes para a decisão, que chamam-se estratégicas. (Veja mais em nosso artigo sobre informações estratégicas!)

Com isso, os usuários do BI, principalmente os decisores, são empoderados da capacidade analítica de uma situação real de compras, vendas, RH, dentre outras, para a tomada de decisão.

O BI é uma ferramenta para que tipo de negócios?

Todos. O BI é uma ferramenta democrática, a medida que pode ser elaborado para o tamanho e necessidades de informações estratégicas de cada empresa. Além disso, já existem diversas plataformas open source (de código aberto), que permitem elaborar plataformas de forma menos custosa.

Assim, os pequenos negócios que possuam dados armazenados, e não julgam no momento ser importante ou oportuno analisá-los, é o momento de rever esta posição, pois o mercado e a tecnologia avançam a cada dia e acirram cada vez mais a competição entre as empresas e incertezas do ambiente de negócios.

Que tipo de dados são necessários para a implantação de um BI em meu negócio?

Nos dias atuais, com a automação de sistemas nos negócios, praticamente todos os processos de uma empresa são armazenados em forma de dados. O cadastro de clientes, o registro de saídas de mercadorias, os registros de pagamentos, os registros de recebimentos, a entrada de mercadorias, enfim, um pequeno negócio gera uma infinidade de dados, e são estes dados que são convertidos em informações estratégicas, de acordo com a necessidade do negócio. Por exemplo, como decidir sobre o volume de compras de determinado produto em determinada época do ano com base no histórico do volume de vendas? Seria preciso, observar o valor do item, preferencialmente com as suas variações de preço até aquele período, e as variações do nível de vendas deste item. Este é um tipo simples de informação estratégica, que uma plataforma de BI pode dar em poucos segundos, e em visualizações gráficas, por exemplo.

Qual o custo de um projeto de BI?

Baixo. Principalmente em relação ao seu custo benefício. No entanto ele varia de acordo com o volume de perguntas chaves a serem respondidas pelo BI. Os custos de implantação de uma plataforma de BI, podem então variar de até R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para um pequeno negócio, a R$ 100.000,00 (cem mil reais) para o mesmo pequeno negócio com um volume maior de dados e perguntas a serem respondidas. É importante porém, certificar de que a empresa fornecedora do serviço de elaboração de uma plataforma como esta, tenha seriedade, seja confiável e possua experiência, pois dados são uma informação valiosa.

Esperamos que tenham gostado do nosso novo conteúdo. Curtam, compartilhem nas redes sociais e nos deêm sugestões de novos assuntos pelo contato@datasigh.com.br.

Aguardamos por vocês!

Um abraço da equipe Datasight.

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E O MERCADO FINANCEIRO COMO INVESTIR?

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O mercado financeiro é para muitos objeto de muitos preconceitos. Uns o julgam por parecer complexo, outros por não conhecerem bem suas possibilidades e acharem que ele se resume aos títulos, outros por julgarem que é um meio fácil de “ganhar dinheiro”, mesmo com o desconhecimento de como o fazer neste mercado. Como nós acreditamos que informação tem capacidade de modificar opiniões, desde que, fundamentada e estratégica, realizamos nesta semana um bate papo com um especialista neste mercado, o economista e assessor investimentos certificado pela CVM, associado a Lifetime Investimentos, Rennê Xavier**, nosso amigo e parceiro de longa data, com o objetivo de apresentar detalhes relevantes sobre este mercado. Por isso vamos direto a fala do nosso especialista:

Rennê, de forma bastante direta, qual a melhor forma de realizar investimentos no mercado financeiro?

O Brasil está passando por uma revolução na forma de investir dinheiro. Equivale à década de 70 nos EUA, quando 95% da população investia nos bancos mais populares, e por conta da queda da taxa de juros real americana, a população começou a procurar alternativas melhores  de investimento que dos bancos  mais populares, fortalecendo assim, a figura das corretoras de valores. A melhor forma hoje de se investir é através das corretoras independentes, pois elas conseguem trazer, através de um único cadastro, a opção de se investir em várias instituições financeiras, democratizando nossas aplicações, que ficavam antes restritas no banco ao qual você tinha conta.

A complexidade é normalmente um item que incomoda muito as pessoas, que costumam achar que o mercado financeiro é inacessível, isso é uma verdade? Ou os investimentos financeiros são acessíveis a qualquer público?

Desprezando um pouco a nossa velha Caderneta de Poupança, os investimentos são em certa parte acessíveis. No passado somente afortunados tinham acesso, e talvez por isso se tenha essa ideia de inacessibilidade até hoje.

Hoje, com 30 reais você consegue comprar um título público que não só rende mais que a poupança mas também mais segurança, e com os mesmos 30 reais você é capaz de comprar uma ação da Ambev, por exemplo, empresa que cresceu mais de 660% nos últimos 10 anos. Logicamente estamos falando de dois investimentos completamente diferentes, e possuem custos diferentes. Mas sim, o mercado financeiro vem se tornando mais acessível.

Um outro ponto interessante é como empresários e gestores financeiros parecem não ter muito contato com o mercado financeiro, para este público como podem melhor utilizar mercado financeiro? Por que devem acompanhar o mercado financeiro? E de que formas este mercado pode interferir nos negócios?

O mercado financeiro interfere direta e indiretamente na vida de muitas pessoas e muitas empresas. Acredito que todos saibamos como o dólar pode interferir em nossos negócios quando pensamos em importação e exportação, por exemplo. Mas existem outras variáveis importantes a serem analisadas desde a arroba do boi, que é importante para o produtor ter uma base de quanto ele poderia vender o seu rebanho e juros futuros, que indicam o “preço do dinheiro” no futuro (juros altos, empréstimos e financiamentos também altos). Mantemos contato direto com estas variáveis diariamente, muitas vezes não percebemos.

O mercado financeiro ajuda de diversas formas o nosso empresariado. Ele pode não só fazer investimentos para si, como também para a sua empresa. Alguns usam os investimentos financeiros para diversos objetivos dentro da empresa, como por exemplo: gestão mais eficiente do caixa, proteção contra oscilação do dólar (caso ele seja um importador ou um exportador), proteção contra oscilação de commodities agrícolas (caso seja um produtor rural), etc.

Conheço muitas empresas que estão estruturando a própria área de investimentos, porque descobriram a importância de dedicação a esse assunto.

Vamos imaginar um empresário, que importe muita matéria-prima em dólar.  Se o dólar subir perante o real sua mercadoria se encarece e ele seria obrigado a repassar o preço para o consumidor interno, mas como  provavelmente ele tem concorrentes e sabe que não pode mudar de preço da mercadoria final à medida que o dólar sobe ou desce, seria inviável. Uma das soluções seria comprar um direito de compra de dólar no futuro (Opção de compra), semelhante a um seguro de carro. Caso o dólar suba acima do preço combinado, no vencimento do contrato, o empresário exerce o direito de comprar um dólar caro a um preço mais barato, podendo assim compensar o encarecimento da  matéria prima, e caso o dólar caia, sua matéria-prima fica barata e ele paga apenas o direito que adquiriu.

Algo que todos desejam saber sobre o investimento no mercado financeiro é sobre os seus custos, muitos acham que é preciso muito dinheiro envolvido em transações assim, fale um pouco mais sobre Quais o custo de investir no mercado financeiro? Qual o custo de uma assessoria de investimentos? E se é seguro investir dessa forma?

Há alguns custos diretos e indiretos de se investir no mercado financeiro, assim como qualquer outro tipo de investimento. Alguns deles são: taxas de administração, em fundos e investimento; taxas de custódia, em renda fixa e renda variável; corretagens, em renda varável, e outros custos. Esses custos variam de acordo com a instituição financeira através da qual serão feitas as transações. Muitas pessoas não sabem, mas nos bancos tradicionais também se pagam taxas e posso afirmar que são bem mais caras que empresas independentes. Cabe ao investidor fazer uma pesquisa de mercado para pagar as menores taxas e os melhores serviços.

O Assessor de investimentos é o especialista, que vai auxiliar o investidor a aplicar seu dinheiro de acordo com seu perfil e objetivos de vida. E é extremamente seguro investir desta forma, inclusive acredito, que é até mais seguro, pois a pessoa tem um profissional a sua disposição, que vai entendê-lo por completo, não permitindo que ele caia em algum tipo de investimento longe do seu perfil.

Uma assessoria de investimentos não traz custo adicional ao cliente. Quando um ativo é comprado, por exemplo, um CDB 120% do CDI, esse investimento  já paga uma comissão ao assessor. Isso traz um círculo virtuoso, jogamos no mesmo time do cliente.

É bastante claro então, pela fala do nosso especialista, que  o mercado ofinanceiro não pode nem deve ser visto com tantos pré-conceitos, pois tem influência direta nos negócios e é um importante mercado regulador de alguns variáveis econômicas de muita importância, principalmente para os negócios. Desta forma, é muito importante, principalmente com a evolução desse mercado e de seus agentes, estar antenado as oscilações que nele acontecem e também buscar alternativas que possibilitem a diversificação do investimento, com sabedoria, segurança e principalmente estratégia, para os negócios, projetos e pessoas.

Esperamos ter contribuído informações que os levem as melhores decisões! Ficamos por aqui, deixando os contatos do nosso especialista que estará a disposição para maiores dúvidas e esclarecimentos. Esperamos tê-lo mais vezes em nosso Blog Rennê, você e toda a equipe da Life Time!

Grande abraço, e uma ótima semana de investimentos!

** Contatos Rennê Xavier – AAI

Assessor de Investimentos

Direct: +55(67) 3253-0488

Office: +55(67) 3213-7480

Mobile: +55(67) 8167-0106

renne.xavier@lftm.com.br

Informação estratégica-Datasight

O QUE É INFORMAÇÃO ESTRATÉGICA E COMO OBTÊ-LA?

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Em nossos artigos sempre comentamos sobre a necessidade de observação e análise de “informações estratégicas”, e então nos deparamos com a necessidade de escrever sobre o que exatamente é a informação estratégica e de que maneira é possível se manter antenado neste tipo de informação. É vasta a conceituação e literatura sobre o tema de informação estratégica e principalmente seus usos e fluxos nas organizações. Grandes autores como Peter Druker e Michael Potter*, tratam sobre o tema trazendo sempre a tona sua relevância, uma vez que a informação está na vanguarda do processo de evolução da sociedade.

Trataremos informação estratégica como a informação capaz de gerar uma nova análise, decisão, ação e resultados para seu usuário, ou seja, trabalharemos em um conceito mais amplo que somente no ambiente de negócios. A partir deste ponto de vista, a informação estratégica passa a ter uma condição de alavancar resultados (de qualquer tipo) a um novo patamar. Para esta conversa, convidamos o nosso cientista de dados, Renato Prado Siqueira, para falar um pouco sobre como vemos, pensamos e acreditamos em informação estratégica, dando enfoque na elaboração e veiculação de nossos boletins.

Renato, de onde surgiu a ideia de elaborar boletins com dados econômicos?

“A ideia dos boletins surgiu quando procuramos algo parecido no mercado local, contudo não achamos o que procurávamos. Ao procurar em instituições renomadas de outros estados, o resultado não foi muito diferente. Logo, pensamos: “Por que não tentar fazer algo diferente? Principalmente no aspecto da apresentação dos dados.” A partir daí começamos a estudar manipulação de dados e formas diversas de apresentações, culminando nos nossos boletins. Tenho consciência que alguns aspectos dos boletins ainda precisam ser melhorados, mas já considero um grande avanço, sem contar o fato de que eles estão focados nos dados econômicos locais, o que é muito difícil e raro.”

Por que é necessário observar este tipo de informação?

“Com o conhecimento dessas informações, todos aqueles direta ou indiretamente envolvidos no tema podem se informar sobre o que está acontecendo e, consequentemente, ficam mais preparados para o momento atual, além de possuírem bons subsídios para o planejamento e elaboração de estratégias no presente e futuro. No mercado, aquele que tem mais informação (nem que seja mínima) sai muito à frente do que o não tem.”

O que há de tão especial nessas informações?

“Essas informações são importantes porque elas retratam o ambiente econômico recente, a conjuntura que nos permeia, possibilitando saber o que está acontecendo aqui e agora. A informação  é essencial para entender o hoje e estar preparado para o amanhã.”

Por que a Datasight divulga estes boletins?

“Divulgamos esses boletins pelo fato de acreditarmos que essas informações são importantes para qualquer um, seja ele empresário, empregado, estudante ou curioso. Como, ao nosso olhar, não estavam sendo divulgados devidamente e, dado a sua importância, preparamos esses materiais periódicos para, além da divulgação de nossos serviços, servir de ajuda a quem interessar. E a melhor parte: tudo isso de forma gratuita.”

Quais são os boletins disponíveis? Existem novos?

“Até o momento elaboramos boletins que abrangem 2 (duas) grandes áreas econômicas: o mercado de trabalho formal, já divulgado, e o mercado externo (exportações e importações), que será divulgado em breve. No primeiro, as informações divulgadas dizem respeito a dinâmica do mercado de trabalho local específico (variando a cidade e região), com dados dos setores que mais contrataram e demitiram, bem como as características dos mesmos trabalhadores contratados e demitidos (salários firmados, grau de escolaridade, sexo, tempo de emprego, ocupação etc).

 

Por sua vez, em relação ao mercado externo, temos 3 boletins distintos. Um de cunho geral, comparando o estado do MS como um todo frente aos outros estados brasileiros e países do mundo, além de séries históricas e ramos de produtos mais exportados e importados, dando um panorama geral e rápido de nossa Balança Comercial. Os demais dividem-se em exportações e importações, aprofundando-se mais nos produtos e municípios, apresentando também projeções para os próximos meses dos valores comercializados.

Em conjunto, esses 3 boletins do mercado externo possuem detalhes e informações ricas para aqueles com diversos interesses nesse setor.

Apesar desses boletins (mercado de trabalho e mercado externo) em número constituírem quase 10 publicações mensais, estamos trabalhando em outros dados divulgados periodicamente, de forma a trazer mais importantes informações estratégicas para todos os setores da sociedade. Acompanhem pelo nosso site e fanpage.”

Este panorama apresentado pelo nosso sócio fundador e cientista de dados, Renato Prado Siqueira, representa exatamente o que nós da Datasight pensamos e fazemos sobre informação estratégica, que é percebê-la além de um conceito importante, mas realizá-la na prática! Exitem diversas fontes oficiais, como sites do governo, de associações, anuários dentre outros que podem apresentar boas informações sobre um segmento, além é claro de pesquisas acadêmicas. Para mais informações, acesse nossa aba de publicações, lá você encontrará todos os boletins aqui citados. Deixamos novamente algumas recomendações de leitura sobre o tema.

Aproveite a leitura e o conhecimento! Até a próxima.

* DRUCKER, P. Desafios gerenciais para o século XXI. São Paulo: Pioneira, 1999. 168p.

* PORTER, M. What’s strategy? Harvard Business Review, v.74,n.6, p.61-78, 1996.

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UM OLHO NO PEIXE E O OUTRO NO GATO

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Esta é uma expressão popular muito comum e engraçada, a certa medida. Costumeiramente utilizada para expressar a necessidade de atenção a um acontecimento, “o gato”, dada a ocorrência de um evento, “o peixe”, indicando assim a necessidade de um panorama de visão e a constância de atenção. Parece um ditado tão corriqueiro, que muitas vezes o citamos de forma despercebida, sem notar o quanto aplicável é para situações reais, inclusive no dia a dia dos negócios. Neste sentido, sem abusar da coloquialidade, mas apenas da leveza, gostaríamos de levá-los a uma breve reflexão sobre a observação de mercados e sua fundamental importância na rotina de negócios, e quando falamos de negócio, entenda-se projetos, empresas, investimentos, carreiras, pessoas, etc.

Primeiramente, pensemos sobre o “peixe”. O peixe, ilustra de certa maneira aquela figura despreocupada, que nada em seu pequeno aquário de águas calmas e permanece observando os acontecimentos ao seu redor pela transparência do seu aquário até que algo se aproxime o suficiênte para deixá-lo agitado. O “gato” é então aquele agente sorrateiro, que caminha levemente perseguindo o objetivo de se alimentar do peixe. Observa tudo atentamente, a espera de oportunidades reais de cumprir o seu objetivo e sempre que percebe uma brecha se lança em uma tentativa de alcançá-lo, de forma instintiva. Em certas tentativas obtém exito, em outras entretanto, somente o instinto não é suficiente para conquistar o alimento. Por fim, temos aquele sujeito que “esta de olho”, analisando cuidadosamente os movimentos do “gato”, e atentando-se aos sinais de calmaria e perturbação do “peixe”, com o intuito de manter ambos operando em suas atividades normais, sem tantos atritos.

Com um conceito simples, de mercado, como ambiente onde variados agentes econômicos interagem e geram suas relações de transação e regulação econômica, leva nos, guardadas as devidas proporções de simplificação do nosso ditado, a refletir também sobre os mercados e seus agentes. É óbvio que um mercado é algo bem mais complexo! No entanto, o exemplo ilustra claramente o princípio básico da Teoria dos Jogos¹ aplicada a estratégia de mercados (ver autores)*, onde os resultados desta situação de interação não dependem somente da chance de ocorrência de cada um dos eventos (o gato comer o peixe, o peixe se manter vivo e quem esta de olho manter a situação mediada), mas principalmente, da habilidade de cada agente em compreender o mercado e se antecipar aos fatos. O que nos diz muito a respeito da necessidade de compreender os movimentos dos agentes, os impactos desses movimentos no mercado e mais especificamente em seu negócio.

Fica aqui nossa pergunta: Qual a sua posição no seu mercado? E o que você tem feito para se antecipar aos movimentos deste mercado? Estamos em tempos em que o cuidado com detalhes como esse fazem toda a diferença entre o sucesso e o fracasso de um empreendimento, plano ou projeto. Tomando o exemplo de empresas, ainda é muito natural, que empresários adentrem em um mercado, muitas vezes sem o conhecimento suficiente com relação aos seus movimentos, agentes e fundamentalmente, sem estratégias consistentes para que possa “navegar nestes novos mares”**. Fica então aqui, nossa reflexão sobre a importância fundamental em se manter o olho no mercado. Analise o maior número de informações, dados e também os modelos de negócios*** e estratégias adequadas. Isso proporcionará que seu negócio nade em águas limpas e novas, além de gerar interações mais positivas com o mercado!

Existem excelentes fontes de informação disponíveis. Além da possibilidade da realização de estudos específicos para compreensão e avaliação das estratégias e modelos de negócios mais recomendados para prática em determinados mercados.

Fique com um olho no seu negócio e o outro no seu mercado!

Um abraço fraterno da equipe Datasight!

Até o nosso próximo encontro. Deixe sua sugestão ou entre em contato pelo e-mail contato@datasight.com.br.

Desta vez deixamos algumas sugestões de leitura e duas notas aos grandes mestres da Teoria dos Jogos citada no artigo, aos que tiverem interesse em aprofundar a leitura.

 

¹ Existe uma vasta quantidade de material, incluindo papers, seminários, vídeos, livros e até blogs, deixamos áqueles interessados a liberdade de escolha e busca por este instigante tema, o qual é tão extenso que nos permitiu apenas breve citação por sua relevância. Abaixo, dois autores fundamentais da teoria e seus textos seminais sobre o tema.

*NEUMANN, J. V; MORGENSTERN, O. Theory of games and economic beharvior, 1943.Edição atual para aquisição disponível em http://press.princeton.edu/titles/7802.html

*NASH, J. F.  Equilibrium points in N-person games. 1950. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1063129/

** Recomenda-se sobre estratégias em mercados, o famoso título “Estratégias do Oceano Azul” do autor W. Chan Kim.

*** Recomenda-se sobre modelos de negócios, a excelênte leitura do Business Model Generation de Alexander Osterwalder & Yves Pigneur.

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COMO POSSO UTILIZAR MEUS DADOS DE FORMA ADEQUADA?

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Primeiramente definamos o que é essa tal “forma adequada”. Dados são gerados a todo o momento, de diversos tipos, em quantidades diversas, principalmente em uma empresa, que é um ambiente muito dinâmico. Vendas diárias, compras diárias, transferências de mercadorias e recursos, demissões, realocação de pessoal, produção. São tantas ocorrências gerando dados que as vezes é difícil até de notar esses dados sendo gerados e armazenados diariamente em um sistema de gestão. Quer saber, esse é um risco! Quando normalmente surge a pergunta “utilizar dados de forma adequada” os gestores e empresários estão falando justamente do processo contrário ao simples armazenamento, estão falando então da organização, análise, interpretação e apresentação destes dados de forma racionalizada.

Imagine rapidamente uma empresa de pequeno porte, armazenando seus dados de vendas diariamente e pense que esta empresa já é uma empresa consolidada no mercado, pois já está em operação a 20 anos. Fazendo rapidamente esta conta, supondo cerca de 300 registros diariamente, multiplicados por cerca de 260 dias úteis em um ano (aproximação), multiplicados por 20 anos de operação, bom teríamos um singelo número de 1.596.000 registros, e o mais intrigante é, caso fosse feita a seguinte pergunta para o proprietário desta empresa: qual produto foi mais vendido nestes 20 anos? Certamente ele não conseguirá responder a esta pergunta, e em muitos casos nem mesmo o sistema de gestão.

Muitos podem dizer que isso acontece pois é um exemplo de um pequeno negócio. Bom, a esses respondemos que essa não é uma realidade restrita a pequenos negócios, e muito ao contrário disso, é uma verdade disseminada em grandes instituições, no poder público e também em grandes empresas da iniciativa privada, que inclusive geram naturalmente uma quantidade muito superior de dados a esta que revelamos em nosso exemplo, e em muitos casos, nem se dão conta por possuírem processos desajustados e sistemas mais ainda. Estamos acostumados a lembrar dos “benditos dados” somente no momento em que um problema acontece, ou que uma crise se aproxima.

Por estes e outros motivos ainda mais profundos criamos uma lista com os 5 principais motivos para que você passe a pensar em possuir uma plataforma de BI dentro da sua empresa. Uma plataforma de BI, se ocupa justamente em fazer a gestão de grandes quantidades de dados e traduzir estes dados em informações pertinentes ao dia a dia do seu negócio, possibilitando assim, uma gestão mais adequada e em tempo real, além de uma tomada de decisão mais assertiva.

 

Está preparado? Pois bem, lá vão os 5 principais motivos para a sua empresa possuir uma plataforma de BI:

  1. Visualizar detalhes e comportamentos importantes do seu negócio. (Veja nosso artigo “Oque eu faço agora?”)
  2. Empoderar sua equipe de capacidade de analisar estrategicamente sua operação.
  3. Analisar a inserção do seu negócio em cenários futuros.
  4. É acessível e custa muito menos que gerir a sua empresa sem informações adequadas.
  5. Acompanhar a sua empresa a distância em tempo real.

Esperamos ter contribuído com o texto, caso queira saber um pouco mais, tenha dúvidas ou sugestões entre em contato conosco pelo e-mail contato@datasight.com.br

Fique de olho nos dados, eles podem mudar os rumos do seu negócio.

Um grande abraço, da equipe Datasight!